Quarta-feira, 23 de Março de 2011

Solidão...

Estou aqui sentada e penso em ti.

- Penso em ti com pensamentos variados.

Vejo-te bem; vejo-te mal; vejo-te longe; vejo-te de longe; vejo-te.

Caminhas; paras; olhas; viras as costas; vens, direito a mim.

E nestes pensamentos variados, que me ocorrem enquanto sentada aqui, chegas-te mais a mim; poisas os teus lábios nos meus; beijas-me com desejo, nos meus lábios oferecidos. Sonho.

Chamam-me para ir fazer o meu exame de rotina; acordo, então, para a realidade:

- Como sempre estou sozinha nos momentos mais difíceis.

Tu és demasiado ocupado para estares ao meu lado.

Sei que, à noite, me perguntarás se tudo correu bem...

- Ao que eu responderei o que realmente sentir nessa altura.

Depois veremos como te sais com o teu egoísmo.

Nestas horas sinto sempre uma enorme solidão. Uma atroz e temível sensação de abandono.

Os meus sonhos são autênticos pesadelos, nestes momentos.

sinto-me: a desabafar...
publicado por mcm às 10:39
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Sexta-feira, 18 de Março de 2011

Uma cabana na praia...

Dá-me a tua mão. Vamo-nos embora daqui.

- Vamo-nos para os lados do Sol.

Aonde a luz é intensa e o calor nos amansará os sentidos.

Vamo-nos de mão dada, para lá; para esse lugar aonde a vida é boa; e o tempo tão grande como só ele.

Vamo-nos daqui para esse sítio imaginado.

Nesse oásis de sonho, de sonhos, faremos o que aqui não conseguimos fazer.

- Faremos uma cabana na praia; estenderemos nela os nossos dois corpos; entregaremos os nossos dois corpos ao prazer; ao sexo; ao suor do desejo e do sol abrasador... Teremos tempo.

Depois entraremos no mar; de mão dada; daremos ao mar o que restou de tudo isso:

- Daremos ao mar os nossos dois corpos, amenizados, por tanto conforto de alma; conforto de pele.

Lá, nesse lugar sonhado; de sol; numa cabana; à beira do mar, seremos só nós; e mais ninguém nos atrapalhará a nossa sede de paz.

Dá-me a tua mão!

- Vamo-nos?

Vamo-nos para lá, para esse lugar de sonho e sonhos?

-  Aonde os sonhos se realizam porque sim?

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publicado por mcm às 10:58
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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

Brutal!

 

Em que é que acreditas?

Acreditas em seres superiores; em reis; em deuses; em bruxas; em jogos de fortuna e azar; em totolotos e euromilhões?...

Eu acredito muito em mim; acredito nas pessoas boas, generosas e altruístas; acredito nos benefícios do Sol; acredito na Natureza e na Ciência.

Sou contra o sofrimento e contra a violência. Sou contra a Guerra e os beatos.

Vem isto a propósito de que esta música, que te deixo, é uma espécie de "negação" de mitos e crenças, pela parte do "tecedor de sonhos" John Lennon...

Eu adoro esta música e o que ela simboliza.

- Só somos alguém se acreditarmos em nós e se formos capazes de sonhar sonhos que os outros possam sonhar connosco.

Lennon morreu, daquela forma brutal que sabemos. Acho que talvez, para ele, seja ainda um sonho mau em que embarcou à força.

Pelo meio ele sonhou sonhos belos e deixou-nos grandes momentos poéticos e musicais, para sonharmos também.

- Brutal este Lennon!...

Sonha e acredita. Não importa o que sonhes... mas acredita em ti. Tece os teus sonhos com cuidado e prazer. Sonha.

publicado por mcm às 18:11
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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

Na tua cama...

De vez em quando, sonho contigo.

Sento-me na praia; em frente ao mar - calmo ou revolto - e "vejo-te" a espreitares-me por cima da nuvem mais alta e mais distante que a minha vista alcança! E até me sorris!...

Ali sentada sonho contigo, a sério. Sonho que ainda me queres na tua cama, estreita, mas aonde cabíamos ambos, à larga...

Cabíamos bem na tua cama porque ela era o único sítio, aonde fazíamos tudo; de tudo; aonde fomos um do outro:

- Conversávamos, horas a fio; dormíamos, também, horas a fio; fazíamos amor e sexo louco; fazíamos amor e sexo brutal; fazíamos só amor; fazíamos só  sexo; fazíamos carinhos; fazíamos projectos; criávamos sonhos; imaginávamos o futuro.

Na tua cama fomos sempre inteiros e verdadeiros, um com o outro. Fomos muito íntimos e sensuais, também.

Hoje em dia vejo-te só em sonhos; sentada na praia; em frente ao mar.

Sei que também tu sonhas comigo. Sei que também tu te sentas, algures, na "tua" praia e me "vês" a espreitar-te por entre duas nuvens negras que te querem assustar para que não me vejas e nem penses em mim.

Os amores impossíveis são assim mesmo:

- De tempos de encontro - curtos. Do resto do tempo de desencontro e sonhos surreais.

Gosto de te sonhar ainda assim. Gosto de saber que também tu ainda me sonhas.

Nada é real; mas tudo se mantém "vivo", de alguma maneira.

Vivemos de nos "espreitar" entre nuvens, que nunca, quase, se dissipam.

- Nuvens e mais nuvens - densas e permanentes nos céus.

Vivemos em sonhos.

sinto-me: a contar coisas...
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publicado por mcm às 10:34
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Domingo, 20 de Fevereiro de 2011

Por detrás do espelho...

Sento-me, em frente ao espelho, oval,  dependurado na parede do nosso quarto - aonde por hábito antigo, me arranjo.

Olho a minha face de hoje; e penso em mim quando te conheci.

- Vejo então uma cara linda; emoldurada por uns cabelos longos, cor de mel; uns olhos grandes e de olhares vários; uns lábios carnudos e felizes;

- Vejo uma face jovem; com uma tez de pêssego; e oval; e sempre sorridente;

- Vejo uma mulher-menina que acreditava nas potencialidades do amor eterno;

- Vejo uma mulher que julgou ter encontrado esse amor...; e que se enganou; porque não foi assim o que de real se passou.

Olho-me melhor, nesse espelho implacável; e vejo que dessa recordação não resta agora nada.

- Vejo uma face ensimesmada; emoldurada por uns cabelos baços; um olhar mortiço; uma boca sem felicidade alguma; vejo uns lábios descaídos como descaída é toda a minha face agora.

Enfrento-me nesse olhar que está olhando para mim; talvez acusando-me; talvez lamentando-me...; e, passo para detrás do espelho!...

Sempre tão magicamente feroz. Sempre tão cruel! Sempre quase sinistro!

E lá, por detrás - dele - eu posso até nem saber quem sou; esquecer-me de quem fui; e nem sequer me pintar; não me embelezar; e não me enganar mais!

Atrás daquele espelho - hoje, para mim - é aonde as coisas fazem algum sentido:

- Hoje enfrento toda a minha realidade. Sou só uma mulher.

Sempre tive menos que sonhei.

- Os sonhos, os melhores, morrem comigo sem se cumprirem.

É esta a minha nova face! A face dos sonhos moribundos - lá por detrás do espelho; onde me alojei...em desconforto.

Não te acuso; não te condeno. Só não tive coragem para te enfrentar...

Mas que pode fazer uma menina-mulher com um homem como tu?

- Crescer; tarde; mal; passar para detrás do espelho; sobreviver.

É de lá que te contemplo, agora; com o meu olhar transtornado.

sinto-me: com flores nas ideias...
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publicado por mcm às 13:15
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Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

Energia pura...

Sonhas muito? Sentes-te mal quando os teus sonhos se não concretizam?

- Eu sou uma sonhadora profissional!

Vivo algures, num espaço só meu, aonde os sonhos se concretizam! - Alguns!

Porém quando estou fora desse reduto, tão meu, eu consigo sentir a frustração dos sonhos perdidos...

Consigo até revoltar-me com a sua perda; a sua não concretização.

Esta música que te deixo é uma música muito inspiradora. E eu amo os Rolling Stones. Uns verdadeiros sobreviventes de muitas "guerras" duras...

- Mas resistem e dão-nos, até hoje, o seu melhor; a sua arte de fazer boa música.

Olha! Já viste alguma vez eles a actuarem ao vivo?

Não tiveste uma pontinha de inveja da energia que eles sabem transmitir-nos em palco?

Eu acho que essa é a sua maior vitória!

- Conseguirem ao longo de quase sessenta anos "arrebanhar-nos" para os seus concertos; e arrebatarem-nos!

Velhos; menos velhos; jovens; muito jovens, vibram ao vê-los actuar.

- Não achas isso um feito?

Eu acho.

Ps: Podemos não conseguir tudo o que sonhamos mas importante na vida é sonhar - sempre.

sinto-me:
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publicado por mcm às 17:56
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Hoje a lucidez...

Não quero pensar em ti. Não quero sequer pensar - em nada, nem em ninguém.

Hoje gostava, sim, de parar no tempo; esquecer o que ficou para trás; ignorar o que será o meu devir.

Sei, porque sei, que tal é só uma utopia.

De uma forma implacável os dias, sucedem-se às noites, e nós temos que lhes seguir o seu ritmo:

- Teremos momentos de torpor; sono; lucidez... e sempre e só, assim.

Não quero pensar em ti, mas penso, constantemente.

Penso quase de uma forma obsessiva nos nossos momentos bons; maus; assim, assim; de euforia; de amor; de sexo; de afastamento; de ruptura...

- Penso e vejo tudo em câmara lenta, só para que o meu sofrimento seja maior.

Não quero pensar:

- Nem em ti; nem em mim; nem em nada nem ninguém.

Mas hoje estou, mais que nunca, lúcida; desperta; vorazmente sedenta de memórias.

Não sei parar o pensamento. Não sei esquecer-me de ti. Não sei parar este martírio.

Gostava!... gostava... de abrir um buraco no céu e escapar-me por lá.

Talvez que te encontrasse; déssemos a mão e voássemos, juntos, sabe-se lá até onde! Para onde!...

Mas os meus sonhos e os meus gostos não se cumprem.

Insisto sempre em sonhar; mais e mais... Com gostos que não se cumprem!

sinto-me: boa pessoa...
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publicado por mcm às 10:31
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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011

Longe de mim...

Já não me ouves!

Sento-me, em frente a ti, e, de alma lavada e conto-te das minhas preocupações; dos meus anseios; das minhas desilusões; dos sonhos alcançados... ou inacessíveis.

Tu, de olhos fixados no além - para lá do teu horizonte - não pestanejas; não sorris; não te espantas; não te moves; não me escutas.

Eu insisto; prossigo no meu monólogo; desabafo; sei que estou só.

Vou ver-te e é sempre isto!

- Ignoras a minha presença; a minha voz; os meus estafados relatos, da vida que vivo longe de ti.

Gostava que reagisses; que me enxotasses; que me deixasses ficar, juntinho ao sofá aonde me ignoras.

Compreendo, talvez, esse teu alheamento, com que me castigas dessa forma brutal...

Penso até que sei o porquê!

Mas que posso eu fazer sem desejo por ti?

- Diz-me?

Não consigo gostar de nós, para além da porta do quarto. Não sinto química pelo teu corpo.

Tu levas-me a mal e ignoras a minha presença; a minha alma lavada; a minha história de vida, que te conto, sei lá porquê; para quê!

Vivemos assim:

- Vivemos não vivendo.

A nossa história é um massacre, sem sentido. Sem futuro algum.

- Mas também ninguém mais me escuta!

Ao menos, tu não te manifestas mas também me não criticas...

sinto-me:
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publicado por mcm às 10:49
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Domingo, 6 de Fevereiro de 2011

MOMENTOS...

Olho-te; olho o sol.

- Vejo-te todo resplandecente.

Interesso-me pela tua Luz.

Chego-me para ti e a ti.

- Aproximo-me de tanta luz.

Não enfrento bem, de frente, "coisa" tão intensa!

Cerro os meus olhos, com força.

Esqueço-me que é dia; que há sol; que te quero.

Adormeço mesmo sem dormir.

A luz foi-se, de vez.

Acordo deste sonho feito de sonhos de Luz.

- Sonhos; sonhos; muitos sonhos.

Acordo!

Abro a janela; contemplo a Primavera anunciada.

É dia. Um dia inteiro para mim à minha frente...

Feito de Sol; enfeitado de Primavera.

Grandes momentos; felizes momentos - de Luz; sonho; sonhos...

sinto-me: a brindar a todos vós...
publicado por mcm às 12:53
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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

Desisti de entender o amor...

Hoje tive um sonho!

Sonhei que era livre, para amar a quem quisesse.

E nesse meu sonho eu vivia uma busca, incessante, na procura de um grande amor. Eu procurava "o Amor" da minha vida.

- Deitava-me e levantava-me, procurando a quem amar, de verdade; e a quem me amasse de verdade, a mim também.

E tinha experiências várias e tentativas frustradas, de amar. Logo que eu me deitava, com um desses homens que julgava poder amar, o meu enlevo desfazia-se. - Depois de fazermos sexo, pela primeira vez, chegava a minha desilusão. Eu via que todos eles eram iguais, na hora de fazer sexo. Interessavam-se por eles, e pelo seu prazer; deixavam-me em segundo plano; no fim, eu, insatisfeita, desiludia-me e experimentava outro, e outro... e eram todos iguais. E assim sucessivamente... tudo era falhado no meu sonho de amor.

Portanto hoje tive um sonho de liberdade, na busca do amor. Um sonho falhado.

Quando acordei concluí que a Liberdade, no amor, não existe.

- Mas que a liberdade no sexo existe... E concluí que o amor nos condiciona, ao outro. Nos rouba a nossa liberdade.

Hoje morri, para a liberdade no amor, com o meu sonho.

Sei agora, porque já estou acordada, que amar é ceder; é fazer o que não se gosta, muitas das vezes; é ter sexo, quando se quer e não se quer; é uma autêntica falta de liberdade, para o nosso querer e ser.

Não sei, porque não sei mesmo, se é pior amar do que não amar a ninguém!

- Não sei, nem quero saber. Desisti de entender o amor.

Os meus sonhos, de busca do amor, são só a dormir...

sinto-me: BANAL...
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publicado por mcm às 11:01
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Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

Urgência de sonho e sonhos...

Estou cansada.

Contemplo ao longe, o voo incessante das gaivotas, livres - sobre o céu livre e azul de Lisboa; e vejo-me aprisionada em mim.

- Estou cansada de te ter e não ter.

Estou cansada de mim.

Por esta nesga de janela onde que situo e me evado, eu sonho, momentaneamente, com liberdade e libertinagem.

- A liberdade, quase possível; a libertinagem, talvez... mas não tanto assim.

E por estes motivos eu gostava - agora - de saber voar como as gaivotas.

- Gostava de habitar aquele céu azul e escapar-me por lá.

- Gostava de me surpreender, para lá, com orgias de luz; de liberdade;de felicidade.

- Gostava.

No entanto sei que tenho que voltar; regressar...

- Aos teus braços frouxos; ao teu abraço frouxo; ao teu amor frouxo; ao teu imaginário frouxo; ao teu sexo frouxo - inconsequente.

Fazemos sexo mas não se passa nada!

Estou cansada de tanta frouxidão.

Necessito, com urgência, de liberdade; necessito de alguma libertinagem, até.

Quero sair das tuas margens - sempre contidas ou apertadas. Asfixiantes.

O tempo de sol põe-me com urgências destas. Urgências de sonhos impossíveis e possíveis, julgo eu.

- Urgências de sonho e sonhos.

Urgência absoluta de evasão.

sinto-me: livre, até ver...
publicado por mcm às 10:54
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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011

Por outras palavras...

Estás hoje especialmente romântico/a? Cheio/a de boas ideias para este fim de dia?

Eu estou a pensar em ti e coloquei aqui uma música que te vai acariciar a tua Alma.

- Uma música de ver estrelas - mesmo com céu nublado.

Abre o vídeo e escuta a voz inconfundível de Doris Day,a cantar, "Fly me to the moon". Este grande sucesso tem montes de interpretações, mas eu gosto de Doris Day e da sua voz suave; cheia de presunções a mel.

Vá! Não te deixes abater pelo teu contexto.

Prepara um chá e presta boa atenção a este poema - que aqui é cantado só para ti...

- Vais ver que consegues voar até à Lua e talvez imaginar que é um dia fantástico aquele que acabas de viver.

Sonha e canta com Doris Day e evade-te assim.

- "Por outras palavras dá-me a tua mão"...

sinto-me: pés de chumbo...
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publicado por mcm às 18:14
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