Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010

E tu?

Alguma nostalgia?

- Hoje eu também estou assim!

Lembrei-me desta canção e de alguns episódios que me ligam a ela...

"Lili Marleen" tem uma música linda e tem a letra e tem a voz única de Marlene Dietrich.

Marlene Dietrich foi uma das mulheres mais enigmáticas e foi uma grande Estrela, do cinema e da canção.

A ela se deve uma frase que eu uso como meu lema de conduta:

- "A vida é uma peça de teatro que não admite ensaio geral." (citei de cor)

Como tal, tudo o que se faz, tem que ser como se seja pela primeira vez - e pela última vez: não nos deixa oportunidade para errarmos, ignorarmos o erro, e  inventarmos desculpas laxistas, para a má conduta.

Temos que dar sempre o máximo; e depois tentar, sempre, também, melhorar-nos.

Eu gosto muito de aprender com os meus erros.

- E tu?

És daqueles/as que se acham o máximo e se têm em grande conta?

Ou és humilde e estás disponível para aprenderes - com os teus fracassos e, mais, com os êxitos dos outros?

Às vezes gosto de ter destes pensamentos. Gostos!...

publicado por mcm às 17:37
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Terça-feira, 10 de Agosto de 2010

Pisquei-lhe olho - literalmente!

Estava sentada, a  fazer tempo para um encontro de trabalho, numa esplanada da Baixa, pela meia-tarde.

- O calor era muito; a esplanada era quente; era barulhenta; era pior que o micro-ondas da minha cozinha, em potência máxima.

Eu estava tão encalorada que nem pensar me apetecia; nem levantar-me, conseguia; nem exprimir o meu desconforto, sequer, ao empregado, quando este me abordou para me perguntar o que tomava!...

A custo pedi-lhe uma água Frizee, bem fresca, e, quando ele se ausentou, para satisfazer o meu pedido, reparei que na minha frente, numa mesa próxima, estava sentado um homem, bem parecido e não velho, e que olhava para mim com alguma desfaçatez.

Sem mais nem outras, e talvez porque me apeteceu fazê-lo, pisquei-lhe o olho - literalmente - e ele levantou-se e foi-se embora.

- Como se tivesse uma mola no rabo!

Eu fiquei ali a pensar se não seria porque não me achasse bonita; jeitosa; sexy; uma oferecida; atiradiça e mais coisas,  todas deste género e pouco abonatórias para mim,...!

E, estava eu nestes pensamentos sem interesse algum, quando vejo no lado oposto ao da esplanada, ele, o tal homem giro, a quem pisquei o olho - dentro de um carro cábrio de dois lugares e a olhar na minha direcção como que a pedir que eu fosse com ele até ao fim!...

Entretanto chegou a pessoa com quem tinha encontro marcado e esta história acabou assim sem mais desenvolvimentos.

São coisas do calor! Quando está muito calor faço coisas improváveis. Faço coisas, assim, como esta de piscar o olho a um desconhecido, que logo pensa que eu quero é conquistá-lo; fazer sexo com ele; ir para o regabofe com ele; meter-me no carro dele; ir até onde ele quiser que eu vá!

São coisas da vida e situações do calor e de gente "encalorada"! São coisas do Verão... Et voilá!

 

Ps: Estou com os neurónios já esturricados e ainda a grelharem, mais um pouco, na grelha, até que carbonizem...

sinto-me: a contar coisas...
publicado por mcm às 12:17
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

Às vezes gosto do Mal...

O mal está tão presente em mim como o bem. Pratico ambos!

- Só que o mal; a raiva; o ódio e a violência, ainda que  existam e sejam, em mim, só meros pensamentos, são sentimentos muito fortes. Dão-me imenso prazer!

Por isso, por vezes, sinto-me muito realizada, quando me imagino a fazer o Mal,... A dar umas grandes bofetadas, na cara de alguns homens - ou de algumas mulheres - que me provocam ou me subestimam e continuam a achar-se, sempre, o máximo. E uns intocáveis!

Claro que eu, quase, nunca passei a vias de facto. Infelizmente!

Mas o «Mal» existe em mim... Existe em todas as fatias do meu Ser... E em quantidades generosas...

Bem cá dentro, por vezes, eu gostava de poder "apertar" o pescoço a algumas pessoas:

- Às que estão sempre prontas, para falar mal dos outros; para os julgarem à sua revelia; para os condenarem, por aquilo que elas próprias fazem, e que aqueles que elas condenam, jamais fariam.

A única coisa que eu jamais faria, em termos do Mal - porque não existe no meu imaginário mais sórdido - era esfaquear ou balear, alguém.

- Nunca me passou pela mente matar.

Sangue, tiros, facas, cadáveres, não são o meu género... (O que acaba por ser uma grande tranquilidade, para todos)...

O mal existe em mim - como o bem - mas contenho-me. Acaba só a ser uma expressão, intima, do meu dark side; que não tem nenhuma visibilidade nem concretização palpáveis. Quem me vê e me conhece sabe que eu sou «pacífica».

Mas o Mal dá-me muito prazer!

- De vez em quando, ... e mesmo que seja só imaginado!... O Mal lava-me a cabeça!

Quem nunca experimentou, numa hora de raiva, dizer alto e bom som:

- Odeio-te! Vai para o inferno! Vai esturrar-te lá, com o Diabo. Agora apetecia-me afogar-te e dar-te com um pau na cabeça...(e mais coisas assim.)

Sinto que não tem a mesma força, dizer:

- Amo-te e gosto muito de ti! Sinto-me bem contigo!...

O Mal pode fazer-nos, em determinados momentos, muito bem.

Dum lado o fel, do Mal. Do outro lado o mel, do Bem.

- Complementam-se! Complementam-me.

E é  por isso que eu gosto da força do mal! Gosto dos pensamentos do Mal!

- Eu gosto de ter gostos bizarros! (De vez em quando...)

 

Ps.

Os mais cínicos sempre se afirmam, serem, só, do «Bem». Aprontam e apunhalam, pelas costas, aqueles que querem abater. E continuam a dissimular e a parecerem-se com os anjos.

- O "Mal" são eles.

sinto-me: a divagar...
publicado por mcm às 10:30
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Terça-feira, 6 de Julho de 2010

Indisponível para frustrações...

Às vezes, ponho-me a pensar nas coisas que me vão acontecendo, todos os dias, e, na minha, maior ou menor, dificuldade em aceitar algumas delas.

- Vejo-me, cada vez menos, a conseguir relevar alguns maus comportamentos de pessoas em quem acredito e me decepcionam;

- Vejo-me, cada vez menos, a acreditar na lisonja e na sedução;

- Vejo-me, cada vez menos, a deitar-me ao sol, na praia, e a acreditar nas benesses de um bom bronzeado;

- Vejo-me, cada vez menos, a empolgar-me, facilmente, com uma festa, um aniversário, uma ida para férias, um evento, uma roupa nova;

- Vejo-me cada vez com menos paciência, para desculpar as faltas de carácter, de pessoas próximas, ou as suas más atitudes;

Desta forma simples de reflectir, dei comigo a pensar assim:

- Estou cada vez mais indisponível para frustrações. E isso, com o passar dos anos, só pode ser bom. Dá-nos disponibilidade para outras coisas...

Ou , como dizem agora os mais novos:

- «Enxerguei-me» - ainda - a tempo de ter algumas verdadeiras alegrias e alguns bons momentos.

Quanto mais baixas forem as expectativas em relação a alguém, ou alguma coisa, mais baixas são, também, as decepções que nos causam.

Ficamos então só a ganhar, quando nos acontecem as boas surpresas.

- Disponíveis para atitudes e pessoas de bem. Com boa onda!

 

Ps: Este é o meu post 999!...

Espero que algumas das pessoas que aqui passaram, até agora, se tenham sentido bem, de vez em quando.

Eu tenho gostado de partilhar convosco alguns dos meus pensamentos.

sinto-me: com calor...
publicado por mcm às 10:56
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Segunda-feira, 5 de Julho de 2010

Metáforas e orgasmos...

Hoje em dia fala-se, imenso, por metáforas.

Eu amo e adoro metáforas!

- São uma forma mais inteligente e mais abrangente de dizer as mesmas coisas.

E assim, sem preconceitos, eu vos conto sobre os meus inúmeros orgasmos.

- Que são contidos, umas vezes; que são partilhados, outras vezes; que são clandestinos, tantas mais; que são colectivos, outras tantas.

Eu amo ter orgasmos! Todos os dias e vários e muitos...

- Quando ouço uma boa partitura musical; quando contemplo uma bela tela, pintada com arte; quando leio um belo e admirável poema de Neruda; quando acaricío, ao de leve, uma rosa aveludada, num canteiro; quando olho as cerejeiras, em flor, ou com frutos; quando me deito com um homem que me provoca e desperta os sentidos todos; quando vejo os bailarinos solistas, interpretando, com magia, os seus solos, para que ensaiaram horas a fio; quando olho um actor imenso, num ecrã, "no escuro do cinema", a viver um papel fantástico que jamais esquecerei...

Os meus orgasmos são do tamanho da minha emoção; comoção; sensibilidade; arrojo; necessidade de evasão.

Todos os meus dias são dias de alguns, verdadeiros e eficazes, orgasmos.

E a minha felicidade reside muito aí.

- Na entrega às emoções fortes e sem reservas mentais.

Na minha disponibilidade para o prazer e para o amor aos prazeres... (metaforicamente falando).

E é assim que as coisas se passam hoje.

- Neste momento são estes os meus pensamentos.

sinto-me:
publicado por mcm às 10:39
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Quinta-feira, 24 de Junho de 2010

Apetites...

Que fazes tu quando te apetece:

- Fazer amor com um desconhecido; andar sem destino; desperdiçar tempo ao acaso; desfazer o que está feito; não escrever uma linha; conter a raiva; infringir uma regra; andar nua pela tua casa; e pela casa dos outros; correr à beira do precipício;atirares-te desse precipício; não dizeres uma única coisa com nexo; não aguentares uma única imposição?

Que fazes tu nessas horas?...

- Opções.

Geres, nas calmas, os teus mais que questionáveis apetites. Pões à prova o teu bom senso; coragem; rebeldia; resistência.

sinto-me: a contar coisas...
publicado por mcm às 10:15
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Sábado, 19 de Junho de 2010

José Saramago - Cadernos de Lanzarote...

Diário IV

 

31 de Dezembro - 1996

 

Creio ter descoberto esta manhã o que a velhíce é realmente. Estava meio acordado meio adormecido, ..., e de repente compreendi que se entra na velhíce quando se tem a impressão de ocupar cada vez menos lugar no mundo. Durante a infância e a adolescência cremos que ele é nosso e que para ser nosso existe, na idade madura começamos a suspeitar que afinal não é tanto assim e lutamos por que o pareça, começa-se a ser velho quando percebemos que a nossa existência é indiferente ao mundo.

Claro que sempre o tinha sido, mas nós não o sabiamos.

...

 

Ps- Este foi o último dia em que José Saramago escreveu  no seu Diário - Cadernos de Lanzarote

 

Nota pessoal:

Reitero que, como homem politico e ser social, José Saramago não me suscitava quaisquer actos de paixão positiva. Entendia-o como uma pessoa amarga, amargurada, ressabiada e que gostava de polémicas - que alimentava como o "marketing" vital, à divulgação do seu nome de Escritor.

Penso que ele gostava de ser associado a uma certa imagem de «escritor maldito».

- Acho que isso ele não o conseguiu.

Penso que deixa a ideia, em nós, de um homem inquieto e mal resolvido, interiormente.

Como homem das Letras apreciava-o. Leio-o com muita atenção e penso que merece ser respeitado e reconhecido como "O grande Embaixador da Cultura Portuguesa" para o século vinte e um.... (A par com mais alguns...)

- Mas só ele é que foi Nobel!

sinto-me:
publicado por mcm às 13:08
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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

A importância de saber dizer não...

Celebra-se hoje o Dia da Criança. Celebra-se, portanto, o nosso Futuro!

Não é fácil ser-se criança, hoje em dia, nesta sociedade de consumo e da velocidade.

As crianças, a sua maior parte, são criadas com tudo de material e quase sem nada daquilo que realmente as faz feliz, e que é e a saber:

- A companhia dos pais com maior permanência ao seu lado; e quem, com propriedade, lhes saiba dizer «não,» na hora certa.

Ser assertivo com uma criança é saber dizer-lhe não, sem levantar a voz, sem ser agressivo com ela e sem ter medo de que ela nos rejeite ou nos «puna» por isso, com o seu momentâneo desdém.

Um verdadeiro educador - pais ou avós ou outros, como os professores - tem o dever de saber ser assertivo com uma criança.

Tem o dever de levar a criança a saber ter limites e a controlar os seus desejos.

Tem o dever de ser o máximo de carinhoso e o máximo de protector, com a criança que está a educar.

- E isso engloba que, na hora certa, saiba dizer-lhe não e saiba explicar-lhe, sem dramas, que esse «não» é próprio e é necessário, para que cresça bem e se transforme num adulto harmonioso. Num "Ser" feliz, como ela e todos o desejam e querem.

 

Ps: Parabéns para todos os bons pais, bons educadores e, especialmente, para todas as Crianças, neste dia em que se celebra o Futuro, do nosso Mundo, tão encalhado em controvérsias, de todo o teor.

Muitos e sinceros PARABÉNS.

sinto-me: a brindar a todas as crianças
publicado por mcm às 11:02
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Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

Diário de Rita... reflexões sobre autenticidade...

...

Atreves-te?

Então faz o seguinte:

- Olha bem para ti. Pergunta-te assim:

- E que tal eu dar uma volta, geral, em mim? Um arranjo que se note? Um toque de fundo, que todos reparem e vejam?

Atrevo-me a que digam que enlouqueci? E depois? Que mal tem isso, se todo o resto, me fará bem! Se o lucro suplanta a perda?

Hoje mesmo direi adeus àquela que fui.

Hoje mesmo direi «olá» à que serei, daqui em diante:

- Uma mulher mais solta; mais popular; mais livre; menos formal; menos convencional e mais próxima de quem se aproxima de mim, querendo conhecer-me.

Atrevo-me a dizer e a afirmar que serei mesmo eu, daqui em diante, que verei na minha frente.

- A sorrir se tenho vontade; a chorar se for esse o caso, nesse momento. Serei autêntica e sem adornos.

As imagens que quis ser apagaram-se agora. Renasço, neste instante, para a verdade do que sou; do que sempre fui.

- Uma mulher simples; que gosta dos outros; que sofre como qualquer um.

 

Ps: Rita acabou as suas reflexões, sobre «autenticidade» e foi-se dali; foi-se com a ideia de que, todos, representamos o dia inteiro e ficamos cansados disso... Mais tarde ou mais cedo, ficamos cansados.

sinto-me: eu...
publicado por mcm às 10:54
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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Diário de Rita...encontro no metro...

...

Virou a face, para o lado donde vinha chegando o metro e deu de caras com ele!

Olharam-se, olhos nos olhos.

Sem espantos nem cenas inadequadas. Não se cumprimentaram; não se interpelaram; não se abraçaram; não se aproximaram um do outro,... sequer.

O metro parou. Abriram-se as portas e ela entrou... a correr e sem olhar para trás.

Talvez que ele seguisse, consigo, no mesmo comboio!... Talvez que ele tenha ficado na plataforma, esperando por um outro comboio, que siga noutra direcção diferente!...

- Talvez. Tudo é possível...

E à medida que o comboio rola, veloz, e se aproxima da paragem, onde Rita sairá, Rita passa em retrospectiva aquele seu amor do passado distante; findo; exausto; desgastado,... e morto pelo tempo.

Sim! Os amores são como as pessoas:

- Nascem, crescem, vivem, envelhecem e finam-se.

E o comboio parou e Rita foi-se dali, a correr, porque é assim a sua vida.

- Passada a correr, de um lado para o outro.

Tanto nos amores como nos desamores:

- Pelo trabalho e pelas pessoas, sem importância, com quem se cruza, temporariamente.

Só a vida em si mesma, nos deve merecer verdadeira atenção e total disponibilidade. Não o seu percurso.

(Conclui, por fim. Sem dramatismo e enquanto corre...)

...

sinto-me:
publicado por mcm às 10:55
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Segunda-feira, 10 de Maio de 2010

Summer Wine...

 

Bono Vox faz hoje anos.

- Eu gosto dele e da sua música e mais da sua capacidade para liderar boas causas.

Como não sei o número do seu TLM nem o Email... aqui  ficam, ainda assim, registados os meus PARABÉNS para ele e os votos de grandes músicas e bons momentos em palco, para esta grande figura da POP e do Rock.

E como dias não são dias, um brinde a BONO com "summer wine"...

- Embora o tempo, por aqui, não se mostre muito adequado a brindes com vinho fresco ou gelado... e muito menos à mistura com antibiótico.

 

Ps. Se Bono ler este blog, coisa que pode ser muito provável, que agradeça e deixe contacto, (cumprindo assim as regras das boas maneiras) que eu depois lhe falo...

sinto-me:
publicado por mcm às 18:30
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010

Inventai esses jardins...

...

Não sei que vos dizer das flores...

Hoje olhei as que avisto da minha janela, e, espantem-se e acreditem-me:

- Elas olharam-me a mim, olhos nos olhos e, depois, numa atitude recolhida e discreta, baixaram-nos - os seus olhos - e remeteram-se ao seu papel de simples objectos, vivos, de decoração da paisagem.

Eram rosas, eram malmequeres, eram amores-perfeitos, eram simples e eram mais elaboradas, eram às cores ou unicolores - mas eram todas flores, num canteiro de um jardim.

- Ao sol, à chuva, ao vento, ao frio de Maio!... E resistiam e pareciam-me felizes e deram-me felicidade. E eram confiáveis...meigas e estavam lá.

E nessa breve troca de olhares eu ganhei animo para me ir vestir, me embelezar, me dispor - por fim - a ir à luta e enfrentar mais este dia. Eu que me sentia, antes de as olhar, triste e derrotada e sem forças para nada.

- Não sei que vos dizer das flores, mas ao menos parai para as olhar!

- Não sei que vos dizer e contar das flores, mas ao menos inebriai-vos na sua contemplação.

Lavai a vossa alma nesse belo instante e pensai que, ao nosso lado existe, sempre, uma «ilha de paz» para nos acolher se, ou quando em desespero de causa, acharmos que a vida não é um lugar aprazível onde nos sintamos confortáveis e protegidos.

Por favor, nesses momentos de insegurança e tristeza, olhai, sem restrições, as flores,... nos jardins ao vosso alcance... - Inventai esses jardins se for preciso.

- Não descuideis, por um segundo, os jardins da vossa Felicidade.

sinto-me:
publicado por mcm às 11:07
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