Sexta-feira, 23 de Julho de 2010

Coisas que me deixam feliz...

 

O que eu gosto de bailado nem vos consigo contar aqui!...

Gosto de ballet clássico; de contemporâneo; de danças latinas; de danças de salão,... !

- E gosto de flamengo e de Joaquin Cortez.

Há quem diga que ele não dança!

Que as pessoas aderem aos seus espectáculos, porque tem um bom corpo e alguma beleza.

Eu penso que isso são coisas de gente que não aprecia um bom bailarino.

- São pessoas que gostam de falar mal.

Havia um outro, de nome António, que eu gostei e gosto imenso de ver  actuar.

Em flamengo são os meus preferidos.

Dança é uma das minhas paixões maiores.

sinto-me: apressadíssima...
publicado por mcm às 18:08
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Quarta-feira, 21 de Julho de 2010

Vestida para o dia...

Eu na brincadeira...

Às quartas-feiras tenho sempre uma actividade extra.

- Vou, durante umas horas, ajudar os outros, voluntariamente.

Há que darmos um pouco do nosso tempo, a fazer mais qualquer coisa para além daquilo que temos que dar, como cidadãos normais, no nosso dia a dia:

- Trabalhar; conviver; ter uma vida familiar organizada; dormir; acordar.

Eu gosto deste dia! E visto-me a preceito.

Hoje vesti umas calças de ganga - com remendos artísticos e pedrinhas - coloquei uma camisola de gola alta e mangas à cava, e de padrão "tigresse" e umas sandálias de plataforma, baixas e pretas.

Como acessórios adicionei um colar de missangas cor de laranja e um anel a condizer. Os brincos são os mesmos de sempre:

- Umas bolinhas minúsculas em prata, por causa das alergias ao níquel.

No carro, e porque tenho de ir a outros sítios, entretanto, coloquei um blazer mais "chique" que me fará compor a toilete, fora daquele lugar aonde gosto de estar com um look cuidado, prático e inspirador para quem já se sente derrotado e só vê pessoas de bata branca e outras do mesmo género.

As quartas-feiras são um dos meus dias preferidos, em toda a semana.

Á noite sinto-me cansada, no corpo,... mas a minha alma está repleta de bem-estar e alegrias.

Uma das minhas recompensas, neste dia, é o visual ser leve e descontraído, e, eu sentir, ainda assim, que as pessoas se sentem distinguidas porque me "embelezei" para as ir visitar.

Gosto muito de pensar que sou útil aos outros e que os outros apreciam isso em mim.

- É uma das minhas paixões,... entre muitas mais.

 

Ps: Foto captada com a minha Webcam e que deve imenso à qualidade...

sinto-me: a contar coisas...
publicado por mcm às 10:57
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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010

Hoje devaneio e evado-me...

Às vezes ponho-me a pensar no tempo em que fomos, por momentos, muito felizes!

Depois, no fim desse interlúdio de encanto e encantamento, regresso à dura realidade - do que éramos, ambos, feitos.

- Tu cerebral; frio; analítico; critico; descrente no teu semelhante.

- Eu impulsiva; naïf; romântica; crente em ti; atolada em paixão e paixões.

Quando termino estes esporádicos devaneios - de revisitar os campos floridos do nosso amor já findo - sento-me, ao canto do sofá maior da minha sala de estar, e imagino-me num transatlântico de luxo, dando a volta ao Mundo, fugindo a tudo o que me recorde o que quero, com urgência total,  esquecer.

Eu gosto destas evasões!

- Vou; deixo-me levar; ando, sei lá por onde; volto, depois para mim; sigo, comigo e em paz, sempre na busca incessante de um outro alguém...mais doce; mais calmo; mais autêntico.

Sei que é por aí que devo caminhar. Pelos trilhos da busca do meu outro «eu».

Hoje devaneio e evado-me. Entrego-me ao sonho; evasões; e desabafo.

- Àmanhã não sei!

Por vezes não tenho tempo de sonhar.

 

sinto-me: a divagar...
publicado por mcm às 10:28
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Segunda-feira, 28 de Junho de 2010

A minha vida dava três filmes...

Às vezes ponho-me a pensar nas várias etapas da minha vida.

- A minha vida em jovem, aprendiz do futuro...

- A minha vida em adulta - experimentando de quase tudo - saboreando alguns «pitèus,» algumas doçuras, e muitas, muitas coisas sem sabor algum...

- A minha vida das paixões inúteis: aquelas paixões que me subtrairam tempo, roubaram energias e que, no fim, me trouxeram infelicidade.

Se eu tivesse disponibilidade e arte escreveria três guiões; e vendia-os; e tenho a certeza, absoluta, que seriam três êxitos de bilheteira.

Tenho essa certeza porque a minha vida tem sido repleta de coisas fantásticas, dramáticas e algumas, muito imprevisiveis.

- De coisas que se resolveram bem; que se revolveram mal e muito mal; que não tiveram qualquer solução...Continuam em aberto!

Se eu escrevesse sobre a minha vida, seria uma triologia, a que não faltaria, quase, qualquer condimento:

- Felicidade; esperança; desencanto; sexo; segredos; sonhos; sucessos; fracassos; ambição; trabalho; paixões; amor; passado; memória; traições; família; amigos; invejas; morte... -  De todos eles seriam catadupas de revelações...

Faltaria, no entanto, um item muito necessário e que o público cinéfilo gosta:

- Um crime!

Na minha vida, felizmente, nunca fui protagonista de uma cena criminal trágica. Nem sofrida nem por mim praticada.

- Mas filme é filme... E, essa cena eu a inventaria na hora,... para que tudo resultasse na perfeição.

Até já me imagino no dia da estreia dos filmes, na primeira fila, ao lado do realizador, a fazer charme e a rir, ou a chorar, conforme a intensidade da cena projectada no ecrã... e a pensar cá para mim:

- Ser feliz dá imenso trabalho! Ser infeliz é, quase sempre, uma opção.

sinto-me: a fazer filmes
publicado por mcm às 10:44
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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

Ainda bem que te foste embora...

Agora que te foste embora de vez, celebro em silêncio, a minha liberdade, por inteiro. Acendo um cigarro, refastelo-me no «meu» sofá e concluo:

- Viver com alguém, seja com quem for ou a que nível se viva, é sempre complicado!

Viver contigo era uma prisão sem grades.

Ia-se para todo o lado, sempre com a ideia de que se tinha cimento nos sapatos; de que a qualquer momento farias um daqueles teus “teatros” infelizes,... Tão, tão, constrangedores, que me sentia já quase refém, das desculpas que teria que pedir - a seguir - ao mundo, por ti.

- Pelos teus disparatados conflitos, sem sentido, com toda a gente!

Eras, com verdade, uma pessoa bastante inconveniente! Eras, de facto, uma pessoa bastante previsível, no mau sentido.

Agora que te foste, celebro em silêncio, como gosto, tão grato momento - de liberdade e  de saborosa paz.

Sei que hoje, pelo menos, ninguém me fará sentir envergonhada, por uma «cena» qualquer disparatada e sem cabimento.

- Sinto-me a resguardo dessas vergonhas!

Hoje estou muito feliz sem ti!

- Amanhã não sei. Logo se verá!

Tenho, no entanto, uma certeza:

- Estou melhor só!

sinto-me: a divagar...
publicado por mcm às 10:34
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Domingo, 13 de Junho de 2010

Fazendo (boas) leituras...

 

"O Estado é onde todos bebem veneno, os bons e os maus; onde todos se perdem a si mesmo, os bons e os maus; onde o lento suicídio de todos se chama "a vida"."

 

F. Nietzsche  in Assim Falou Zaratustra

 

 

Ps: Fazer boas leituras é o mesmo que fazer bons negócios:

- Fica-se mais rico.

sinto-me: a dar palpites...
publicado por mcm às 13:57
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Sexta-feira, 11 de Junho de 2010

Encontros...

Após um telefonema, breve, encontraram-se, como combinaram, nesse mesmo dia, num café à beira-rio...

A tarde decorria lentamente e as gaivotas ensaiavam voos, curtos, sobre o Tejo, nos céus de Lisboa.

A conversa estava ao acaso e sem tema de fundo.

- Falaram do tempo, da família, dos amigos comuns, dos ócios e das férias, das «crises,» dos «PEC,» dos pecados... e de politica.

Chegados a esse ponto, crítico, da conversa, que até aí tinha sido banal e aprazível, ele, assim, quase a despropósito e sem mais preliminares, disse-lhe num tom determinado:

- Vamo-nos daqui! Apetece-me beijar-te e cobrir-te de carícias.

Levantaram-se e,... resolveram todas as «crises» que conseguiram:

- Politicas, económicas, sexuais, pessoais, laterais, íntimas e públicas.

Ninguém se molestou; ninguém pagou IVA; o IRS manteve-se e os ordenados, igualmente, no mesmo montante.

Já mais tarde, enquanto jantavam, riram e ele disse-lhe:

- "Nós dois, hoje, conseguimos levar este país à solução da sua insustentabilidade.

Neste momento está tudo sobre os carris... Mesmo que sem TGV...

Daqui eu determino:

- Amem-se, façam sexo, e voltem a amar-se após.

Tomem as boas decisões depois disso... Só boas decisões!"

sinto-me:
publicado por mcm às 11:14
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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Diário de Rita...encontro no metro...

...

Virou a face, para o lado donde vinha chegando o metro e deu de caras com ele!

Olharam-se, olhos nos olhos.

Sem espantos nem cenas inadequadas. Não se cumprimentaram; não se interpelaram; não se abraçaram; não se aproximaram um do outro,... sequer.

O metro parou. Abriram-se as portas e ela entrou... a correr e sem olhar para trás.

Talvez que ele seguisse, consigo, no mesmo comboio!... Talvez que ele tenha ficado na plataforma, esperando por um outro comboio, que siga noutra direcção diferente!...

- Talvez. Tudo é possível...

E à medida que o comboio rola, veloz, e se aproxima da paragem, onde Rita sairá, Rita passa em retrospectiva aquele seu amor do passado distante; findo; exausto; desgastado,... e morto pelo tempo.

Sim! Os amores são como as pessoas:

- Nascem, crescem, vivem, envelhecem e finam-se.

E o comboio parou e Rita foi-se dali, a correr, porque é assim a sua vida.

- Passada a correr, de um lado para o outro.

Tanto nos amores como nos desamores:

- Pelo trabalho e pelas pessoas, sem importância, com quem se cruza, temporariamente.

Só a vida em si mesma, nos deve merecer verdadeira atenção e total disponibilidade. Não o seu percurso.

(Conclui, por fim. Sem dramatismo e enquanto corre...)

...

sinto-me:
publicado por mcm às 10:55
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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

O que me perturba...(2)

Há coisas boas, simples, que me acarinham as entranhas; com as quais me sinto confortável e pacificada - por dentro e por fora de mim.

São coisas banais como, por exemplo, ir a um sítio qualquer e encontrar lá álguém que saiba ouvir-me, ou que saiba expor-me as suas ambições ou constrições, com sobriedade e sem ser impositiva e excessiva no léxico. Alguém que saiba conversar e dar atenção aos outros!

- Mas aquilo que me constrange e perturba é, exactamente, só quase encontrar, o contrário disso mesmo!

O que me perturba são as pessoas que falam, falam, falam, sempre e repetidamente, das suas frustrações, dos seus sucessos, parcos e inventados, e que, tal qual metralhadora, em mãos ágeis de louco descontrolado, ficam fora de controlo e massacram-me a cabeça, de tal maneira e a tal ponto que, só quero fugir dali para bem longe; para um sítio de silêncios vários, aonde dialogue com a minha alma, serena, e oiça o chilreio dos pássaros como música de fundo...

E assim vos digo o seguinte:

- Não cansem os outros com as vossas pequeninas infelicidades!

Arriscais-vos a que nas grandes infelicidades, que certamente tereis um dia, não tenhais uma só e única pessoa, para vos ouvir...com atenção e disponibilidade sinceras.

E o que me perturba é isso:

- A enorme solidão a que, inevitavelmente, estareis votados/as, nessas horas más.

sinto-me: a dar palpites...
publicado por mcm às 10:52
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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Diário de Rita.. desilusões...

...

E sem querer pensar em mais nada, atirou-se para cima do sofá e deixou-se ficar, ali, quieta e sonolenta... com os olhos em ponto morto:

- Absorta! Quase inerte - física e mentalmente.

Dormitou; dormiu; acordou,... (cheia de dores de cabeça e moleza no corpo todo.)

Entretanto ia pensando - muito lentamente e enquanto tentava levantar-se - naquilo que se passara, poucas horas antes, consigo.

- Uma coisa reles; baixa; vulgar.

Chegou a uma conclusão:

- Fizera mal em não lhe ter dado um grande e fantástico safanão... ou, talvez, se tivesse tido coragem, duas lambadas naquela cara deslavada.

Aquelas sórdidas e abomináveis insinuações de exigências sexuais, (tipo disfarçado a fingir-se de modernaço e muito liberal) eram uma mesquinhez e uma porcaria que lhe fizera mal à cabeça e lhe dava, ainda agora, voltas ao estômago. Uma náusea completa.

Mas pronto! Já estava em sua casa, sossegada, e pensava para si, que o mundo não se acaba lá porque alguém nos desiludiu.

As desilusões são como as dores  de dentes, de cabeça, de ossos:

- Tratam-se e esquecem-se... até que haja uma próxima.

Há sempre uma próxima!

...

Ps: Rita só pousou o seu diário depois de escrever, ainda, mais o seguinte:

- Alguns homens, em matéria de sexo, precisavam de fazer uma reeducação integral do seu carácter. Precisavam de ter alguns valores, para poderem ser tidos em boa conta e como pessoas de bem.

Assim não dá.

...

sinto-me: a desbroncar...
publicado por mcm às 13:15
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Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

Os dias sombrios...

...

Todos temos dias sombrios! Em que a nossa alma fica perdida, às escuras e deslizando para o abismo.

Movimentamo-nos num labirinto, tão intrincado, tão complexo, que todos os ensaios de saída, dele, se revelam inúteis.

Em que duvidamos de nós; dos outros, em geral, e em que nos culpamos por tudo; e culpamos todos pelo que nos culpamos a nós - que é tudo...

Há dias negros dentro e fora do nosso «eu»... Em que vivemos um perfeito e incómodo “apagão”.

- Em que a luz faltou e o sol não nasceu; as velas acabaram-se e os fósforos ainda não foram inventados!... Uma mistura de eclipse, com fim de mundo! Só trevas!

São dias de sofrimento, de desilusão, de perda, de solidão absoluta.

Nesses dias estamos na «nossa concha» e vemos os “outros” como intrusos, invasores e inimigos perigosos.

- Ninguém será capaz de ter uma solução para nos salvar! Para nos arrancar de lá! ( Pensamos com ar de trágico desenlace)...

Depois, aos poucos, muito devagar e sem esperança na Esperança, conseguimos espreitar pela frincha, mais que ínfima, de uma qualquer “janela”, hermeticamente fechada e estanque, um minúsculo lampejo de um raio de luz inexistente... E então agarramo-nos a essa nova promessa, de fim de nossas trevas... E com sofrimento e pena pessoal, concluímos pelo seguinte:

- A realidade é dura e a vida, em certos dias, insuportável.

Aguenta, luta e segue em frente. Mantém-te, ao menos, à tona...

sinto-me: sei lá!...
publicado por mcm às 12:26
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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

Ser Mãe

Eu sou uma “Mãe de Abril”!

Estava muitíssimo grávida, quando o vinte e cinco de Abril aconteceu, e, o meu «filhão» tem a idade que a Revolução dos Cravos tem:

- Trinta e seis anos!... (Como o tempo já passou e como eu não me dei conta!...)

Ser mãe de um filho é receber uma bênção e ter um desafio, permanente, a cumprir e a superar.

Todos os dias nos questionamos se estamos a fazer o melhor e todos os dias nos sentimos muito abençoadas e distinguidas, por termos alguma “coisa,” «só» e realmente “nossa”:

- Que trouxemos cá dentro; que pusemos no Mundo; que alimentámos; que ajudámos a crescer e a ser uma pessoa de bem e útil aos seus semelhantes; que nos deu alegrias e preocupações; que nos acarinha ou nos responde menos bem se está “com os azeites”; que nos surpreende com um presente ou que se esquece do nosso aniversário; por quem perdemos noites; a quem demos tudo o que tínhamos e não tínhamos; de quem esperamos, somente, que nos ame e se sinta e seja muito feliz!...

Uma Mãe, a sério, plena, vive, quase, da felicidade e realização que sente e vê nos seus filhos. O resto é importante mas é ofuscado pelo insucesso do pressuposto anterior.

- Pois a mim, não me seria possível sentir-me bem, feliz e realizada, se visse o meu filho doente, infeliz, ou um inútil social. Penso o mesmo das outras Mães.

Ser Mãe é esta mistura: de amor sem limites e de expectativas altas, elevadas, pelo bem-estar do nosso, ou nossos “rebentos”...

Ser Mãe é ter um sonho na palma da mão - ao nosso alcance mas que pode cair e partir-se...

E isso vigora durante a nossa vida toda. É um estado de alma permanente:

- Sempre e todos os dias, em evolução: certo ou incerto...  

sinto-me: de mãe...
publicado por mcm às 11:19
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