Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

As paixões esgotam-me...

Um dia, talvez próximo, vou ter contigo e falo-te de mim...

- Conto-te dos meus sonhos; das minhas fantasias; das minhas tristezas; dos meus empolgamentos.

Sei que queres, muito, escutar-me!

- Andas morto por saberes quem sou, ao certo!

Não te esconderei nada; não te mentirei em nada.

- Será tudo real; e será verdadeiro o que de mim saberás - por mim.

Depois, se te agradar o que de mim conheças, sei que teremos, então, que viver uma louca e devastadora paixão.

- Sei que será intensa; cheia de novidades; cheia de sexo; cheia de muitas coisas, diferentes... e boas.

As paixões, sempre me esgotam! Deixam-me na penúria a minha Alma, de tanto se entregar!...

- Mas enquanto duram sabem-me bem. Alimentam-me e tudo...

No fim, quando terminam, deixam-me exausta e devastada...

-  Só por algum tempo.

O Tempo aligeira tudo; aligeira, até, as devastações das minhas paixões.

sinto-me: a contar coisas...
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publicado por mcm às 13:37
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Terça-feira, 10 de Maio de 2011

Insana paixão...

Cada vez que te vejo o meu coração salta, dentro do meu peito, de alegria por te ver.

Esta minha paixão por ti já me levou a fazer muitas loucuras!

Corro para os teus braços, a todos os instantes, e não meço as consequências de tal acto.

- Já deixei trabalhos por fazer; compromissos por cumprir; horas que desrespeitei; limites de velocidade que ultrapassei...

Por um beijo teu largo tudo.

Por uma noite de sexo contigo esqueço o mundo todo.

Por um dia e uma noite de sexo contigo morro e volto a renascer.

Esta paixão que me alimentas é assim:

- Totalmente insana.

Amante e dependente de ti, com loucura, é como eu estou.

- Eu sou assim, arrebatada! Em tudo e contigo em especial...

sinto-me: a divagar...
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publicado por mcm às 11:25
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Domingo, 24 de Abril de 2011

Um epílogo...

Consumimos os beijos;

Cansámos os corpos;

- Gastámos-lhes a pele...

Agora somos só um pote, cheio de nada;

Agora, somos nada.

- Nada e mais nada!

A vertigem deu nisto. Deu em nada.

PS:

Epílogo

Precisamos renascer em outros corpos; gastar-lhes a pele; consumir todos os beijos...

- O Mundo é tão amplo!

Eu sinto em mim essa premência.

- Essa urgência.

Sinto em mim a urgência de uma nova paixão.

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publicado por mcm às 18:25
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Quinta-feira, 21 de Abril de 2011

Presente do céu...

E depois abraçávamo-nos - com força e desejo.

Com passo decidido dirigíamo-nos para casa:

- A tua; ou a minha, casa.

Entrávamos e íamos directos ao sofá...

Eram beijos e mais beijos - de todas as formas, durações e intensidades - que trocávamos um com o outro...

Após, e não aguentando mais, tanto desejo, era inevitável que fizéssemos o inevitável:

- O sexo acontecia e era um presente do céu!

Depois dormíamos, sem um ai, até de manhã.

E foram assim os nossos tempos felizes e de paixão.

- Foram monotonamente felizes e apaixonados.

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publicado por mcm às 10:54
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Sábado, 26 de Março de 2011

Vem sem nada...

 

Tens dias em que ficas disponível para o amor? Aquele amor pleno que é feito de entrega total; de confiança absoluta, no outro?

Pois é! Isso é muito bom.

Há quem escreveu o seguinte:

- O estado de paixão é aquele que melhor e mais autenticamente nos retrata. É quando estamos apaixonados que mostramos o melhor de nós...

Mas, infelizmente, nada disso dura sempre; e  dessa forma o mundo está repleto de pessoas mal amadas e violentas.

PS: Esta música que te deixo é uma música que faz apelo as estas coisas que escrevi antes.

Ouve-a, se te apetecer; apaixona-te se puderes; sê uma pessoa de bem, sempre.

Por vezes penso assim:

- Se Hitler fosse um homem realmente apaixonada, teria construído tantos horrores para a Humanidade?

A minha resposta é  - não. 

publicado por mcm às 18:10
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Sábado, 12 de Março de 2011

Antes e depois...

Do antes, do tempo em que tu ainda não estavas na minha vida, tudo se apagou da minha memória.

- Tu eras mais forte que elas - as memórias.

Do durante também não me lembro.

- Estive muito ocupada a vivê-lo. A desfrutar o momento da nossa felicidade, tão absoluta, a que chamámos, talvez, paixão.

Do depois; do ocaso de nós, vivo um total apagão. É como se tenha morrido e renascido.

- Nada restou nem resta do meu passado contigo, no meu presente.

Sou uma "coisa" nova e a viver tudo com sofreguidão de criança - que descobre que há muita beleza no Mundo para descobrir.

Estou a aprender a amar; a aprender a ser espontânea; a entregar o meu corpo ao prazer do sexo; a acordar para a Vida dos bons momentos a dois. Estou no caminho certo, penso eu.

O meu passado não faz parte do meu futuro.

Houve um antes e um depois...

Pelo meio não me recordo de nada, a não ser que um dia, de Verão, nasci.

Nasci e foi bom.

sinto-me: não sei como...
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publicado por mcm às 11:34
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Quinta-feira, 10 de Março de 2011

Fogueira extinta...

A"nossa fogueira" subiu; levantou chama; chegou até ao topo.

Estávamos ambos a arder, nesse fogo que era nosso ùnico sustento; para que os nossos dois "egos," ambos enormes, se não confundissem ou anulassem um ao outro; um no outro; um sem o outro.

A "nossa fogueira," porém, cansou-se de tanto arder!

- Cansou-se porque já não havia mais lenha para lá colocar. Descuidámos a reserva...

Enquanto a fogueira esteve no seu auge, ambos considerámos que, para que ela ardesse, para sempre, com chama alta, bastaria para ti o meu corpo; para mim o teu corpo; para ambos o sexo que fazíamos com os nossos corpos.

Era uma fogueira de chamas atiçadas com lenha de sexo.

- Lenha do desejo nos corpos - exaltados pelo consumo imediato do desejo...

Mas, como com tudo o que nos cansa os sentidos, os nossos corpos cansaram-se do prazer do sexo.

A fogueira foi-se extinguindo, e, está agora apagada...

- Restam cinzas; pó; nada.

Restam os nossos corpos murchos, pela perda da paixão; pela perda do desejo.

Somos uma fogueira extinta e mais nada.

Sem calor; sem beleza; sem chama; sem magia alguma.

sinto-me: brrr...
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publicado por mcm às 11:01
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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011

Sexta da Paixão...

Desde que deixei de te amar que as sextas-feiras, todas, são da Paixão - para mim.

- São Sextas da Paixão porque nelas eu morro - sempre - para ressuscitar ao Sábado de manhã.

Morro, porque quero morrer, quando me deito contigo na cama e me abraças fingindo uma empolgação que não é sincera.

Tu, há muito, que deixáste de te empolgares comigo, seja pelo que for.

- Não te empolgas com as minhas ideias; com o meu corpo; com o sexo que te dou.

Aliás, eu deixei de gostar de fazer sexo contigo.

Pareces-me um morto-vivo em cima de mim; ao lado de mim; por baixo de mim... e sempre assim, sucessivamente, até que dormes.

E por isto que te escrevo eu sei que, desde que deixei de te amar, todas as sextas-feiras são para mim da Paixão; de morte na cruz; de ressuscitar, ao dia seguinte, porque a vida tem que continuar.

Não te quero; mas não sei viver sem ti.

E isto mata-me, especialmente, porque tenho que dormir contigo; encostar o meu corpo ao teu; fazer sexo contigo... sem gostar e sem me apetecer.

Hoje é sexta-feira - mais uma - da Paixão.

Amanhã é Sábado da alegria.

sinto-me: a olhar o dia...
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publicado por mcm às 10:22
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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Ambos mortos...

Estamos aqui, um frente ao outro, pensando cada um para seu lado.

Eu penso que já não quero estar sentada, contigo - nem aqui nem em lado nenhum.

Tu pensarás, talvez, algo de semelhante ao que eu penso.

Já remexeste o café, dez vezes; já cruzaste e descruzaste as pernas, as mesmas vezes; já revelaste impaciência e vontade de saíres daqui, outras tantas.

Eu finjo calma; finjo modos educados; finjo que estou bem.

Francamente não sei por que fazemos estes "filmes"!

Deveríamos reunir a coragem necessária e rompermos de vez.

-  Uma paixão morta é o pior lugar para passarmos os dias que temos.

Cheira sempre a velório ao redor!

Francamente! Sei, penso e digo, enquanto te remexes mais uma vez, para mim baixinho:

- Estamos ambos mortos por dentro; por fora; de toda a maneira.

Somos dois mortos-vivos, que teimam em fingir-se de socialmente encaixados, na estrutura passional, que os uniu um dia, um ao outro.

Porém, sabemos que isso não tem pernas para andar.

- A nossa paixão morreu, há muito. O amor morreu aos poucos. Tudo morto é o que temos de nós e para nós.

A morte de nós ambos é o que nos resta, se continuarmos juntos.

sinto-me: very well
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publicado por mcm às 10:45
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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

Talvez...

Quero-te; amo-te; odeio-te; desejo-te; e, talvez te mate, um dia, se me arreliares o suficiente...

Até lá, ama-me; odeia-me; deseja-me; faz sexo comigo; e, mata-me, talvez, um dia, se eu te arreliar e injuriar o suficiente.

Porém, sei que tal nunca acontecerá:

- Nem eu; nem tu, somos pessoas de perdermos a calma.

- Não tomamos drogas;

- Não nos embebedamos de nada que não seja a nossa escaldante paixão.

Quero-te!

Ama-me.

sinto-me: stressada...
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publicado por mcm às 10:49
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Domingo, 9 de Janeiro de 2011

O Meu Crime...

Escrevo-te hoje do céu!

Estou aqui sentado, a pensar em nós e nos nossos momentos bons.

Eu estava apaixonado por ti!

- Não me leves a mal!

Um velho da minha idade, apaixonado por um jovem - belo, inteligente, culto, como tu - não é de levar a mal que o faça e sinta.. Como velho eu achei que tinha direito a apaixonar-me por ti. Nunca pensei o quanto te poderia ter sido penoso o "espectáculo" da minha velhice.

Agora, aqui sentado no céu, para onde me mandaste dessa forma brutal e tresloucada, eu penso que fizeste o que podias, por mim.

- Deste-me sexo; deste-me vaidade; deste-me sonhos; deste-me imaginação erótica; deste-me um tempo que eu jamais imaginara ter nesta idade de velho, quase ancião.

E eu? que te dei eu além de um corpo desfeito; nádegas dependuradas; sexo flácido; ventre saliente; abdominais inexistentes; cara de homem antigo, ao teu lado? De avô incestuoso com um neto garboso!...

- Que te dei eu?

Agora, sentado aqui no céu, para onde me "mandaste", eu penso que tiveste alguma razão.

Eu não estava lúcido, ao teu lado. Eu tentava enganar-me e enganar-te a ti.

- Estávamos muito distantes, tão distantes, que talvez até me odiasses. Odiavas-me?

E, se foi isso que te aconteceu, eu perdoo-te. Ainda assim, perdoo-te. A minha paixão cega dá para te perdoar.

Vejo agora, que o meu corpo velho, deitado ao pé do teu, era quase uma aberração, a que tu e eu nos sujeitávamos.

- A mim sabia-me bem.

- A ti, sei-o agora, que não.

Aqui sentado no céu eu perdoo-te. Sei que terás problemas graves para o resto da tua vida toda, por minha causa, mas eu perdoo-te.

- Mataste-me? Eu perdoo-te.

A minha paixão cega foi o meu crime. A ti não te culpo de nada.

- O meu crime foi "matar-te" aos vinte e um anos de idade, para o sonho e a Vida em geral.

Será que podes perdoar-me?

sinto-me: lúcida
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publicado por mcm às 10:46
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Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010

Lábios de mel...

Que importância atribuis aos lábios de alguém?

E aos beijos? Gostas de beijos?

- De receber e de dar?

Eu gosto de observar os lábios das pessoas.

Gosto de lábios bem desenhados e com um leve toque de ironia disfarçada a darem-lhe vida.

Gosto de lábios finos e lábios mais carnudos e gosto de lábios que beijem bem, conforme o momento.

Um beijo também tem momentos...

- De amor; de ternura; de paixão; de circunstância; de snobeira; de mimo; de despedida; de chegada; de alegria; de tristeza...

A música que te deixo tem um nome sugestivo:

- Lábios de mel!

É interpretada por Ney Matogrosso em dueto com Kátia Guerreiro.

Presta boa atenção ao poema da canção. Olha que vale a pena ouvires.

Deixo-te esta música e um beijo, que pode ser, conforme o teu grau de intimidade comigo, de amizade ou de carinho.

Vá! Cuida de ti e beija bem em qualquer momento que te apeteça...

sinto-me: lá aquelas coisas...
publicado por mcm às 17:48
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