Terça-feira, 19 de Outubro de 2010

Gostas de ti?

Gostas de ti? Muito? Pouco?

- Ou não nem pensas nisso?

Eu muitas das vezes penso que gosto de mim!

- Acho-me gira; bem disposta; boa pessoa; solidária; frontal; de nariz empinado e um pouco brincalhona...

Nesses dias eu estou nos meus dias bons - que são, felizmente, quase todos.

Mas nos dias maus, nesses em que mais valia não ter acordado, eu vejo-me feia; sem piada nenhuma; um traste velho ao canto do sótão.

Então reconsidero, alcanço a lucidez e penso naquilo, que um grande admirador meu me diz, sempre, há muitos anos, da mesma maneira:

- "Minha  querida amiga, o seu pior, é o melhor, da maioria das mulheres!"

Sinto-me, assim, reconfortada e plena de confiança, depois de me lembrar disto. Um grande amigo destes é uma bênção!

Sinto-me orgulhosa de mim, porque tudo o que sou e tenho é mérito meu: porque sou uma obstinada e nunca desisto das coisas.

 

Ps: Esta Música é para mim e para os visitantes deste meu blog, que gostem de ser quem são, por bons motivos.

publicado por mcm às 18:04
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Domingo, 17 de Outubro de 2010

Ficavamos ambos nus, ou com roupas da sex-shop...

Aos Domingos tirávamos um tempo, só para nós!

- Para excessos; mimos; devaneios; evasões; descanso; cultura; sexo; amor; e, muita amizade.

Tu e eu éramos, principalmente, grandes amigos. Estávamos sempre em sintonia, porque um dizia "mata-se e o outro dizia esfola-se"; e, assim, nós nos divertíamos, cultivávamos o silêncio, acasalávamos; ou, simplesmente, ignorávamos que éramos seres sexuados.

- Tínhamos épocas em que não nos apetecia nada que tivesse que ver com trocas de fluidos entre os nossos dois corpos...Estávamos, como tu dizias, em época de pousio!

E fomos sempre muito, descaradamente, felizes. Os outros, os que nos conheciam, achavam que nós éramos dois "sonsos"- sem piada e sem fantasias na cabeça! E nós, com as nossas mentes "perversas" alimentávamos-lhes essa ideia, errada.

- Como eu te dizia, "mais vale sê-lo, que parecê-lo, e não sê-lo"...Tu e eu, e eu e tu, éramos os maiores amantes; os mais devassos amantes; os mais secretos amantes, que imaginar se possa!

- Fazíamos o que sabíamos; o que líamos no teu manual de sexo, de cabeceira; e fazíamos o que víamos, naqueles filmes não indicados para pessoas, que vão à Missa, e se confessam, a um senhor Padre. (Não vá ele entusiasmar-se e aderir ao Pecado!)

E hoje, que é Domingo e tu não estás, eu recordo-te por isso mesmo. Fazes-me falta! Muita falta. Pela mistura estranha, que nós éramos, um com o outro:

- Uma mistura de pessoas de bem, com uma grande componente "marginal" e "pecaminosa" colada à nossa pele...

Fora de portas fato e gravata - tu; tailleur, com camisa abotoada até ao pescoço - eu; dentro de portas, nus, ou com roupas da sex-shop - os dois.

 Éramos companheirões e não faziamos mal a ninguém. Fartávamo-nos de gozar, um com o outro; fartávamo-nos de trabalhar, para o bem comum. E éramos respeitados por toda a gente.

Dupla  personalidade?

- Acho que sim.

sinto-me: domingueira...
publicado por mcm às 13:20
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Sábado, 16 de Outubro de 2010

És romântico/a?

És de que género?

- Racional? Utilitarista? Prevenido? Calculista? Desconfiado?...

Ou, pelo contrário, és romântico; és um coração generoso; és um crente nos afectos e no ser humano em geral?

- Entregas-te sem reservas; dás-te a quem te merece e não merece?

Eu sou do género romãntico! Gosto de o ser.

- Nem sempre é recomendável, mas sou  uma incorrigível nessa matéria.

Amigos; amantes; família; etc. se posso dou-lhes o que tenho e o que não tenho. Às vezes, depois, arrependo-me, pela ingratidão e oportunismo de alguns. Mas nunca, por lhes ter dado o melhor de tudo o que tinha.

Hoje deixo aqui, para os visitantes deste meu blog, um exemplo disto que eu aqui enuncio...

- Um Homem romântico; grande cantor; uma música super-hiper de sucesso e que ele preferiu que fosse só, dos seus fãs!

- Prescindiu dos lucros da publicidade!

«Champagne» é o nome da canção; Pepino di Capri o nome do cantor.

Se não és romãntico/a ainda vais a tempo. Começa agora mesmo. O amor; a amizade; a solidariedade, quando envoltos numa camada de romantismo, ficam muito mais atraentes.

sinto-me:
publicado por mcm às 18:22
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Sábado, 9 de Outubro de 2010

Hoje sentes-te como?...

Hoje sentes-te bem? Alegre, e mais coisas, todas, assim fantásticas?...

Bom! Aproveita então o momento.

A alegria é uma bênção que temos de saber construir e preservar.

- Nascemos para sermos felizes... Só que, depois, começamos a elaborar; a pensar naquilo que nos desconsola; chamamos a infelicidade para a nossa beira e habituamo-nos a sermos tristes. Acordamos já tristes!

Se reparares, bem, são muitas mais, as coisas que te deram alegria, do que aquelas em que choraste de tristeza!

Só que tu retiveste, com maior impacto, as que te foram adversas e dás-lhes maior ênfase.

Hoje estás feliz?

- Aproveita, ao máximo, e distribui um pedaço, dessa felicidade, pelos que te rodeiam.

Vai ser bom para todos.

 

Ps: Esta música foi muito famosa; é triste; é cantada por um cantor chileno - Lucho Gatica!

Eu estou muito feliz porque os mineiros chilenos vão, finalmente, sair daquela "catacumba" aonde estão, soterrados, há sessenta e cinco dias...

Eu gosto de ser feliz, com pequenas grandes coisas. Gosto que os meus amigos sejam, também, felizes.

Partilho contigo este momento!

- Gostos felizes.

sinto-me:
publicado por mcm às 18:41
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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Dança...

Quando menos pensamos, as coisas podem acontecer na nossa vida. Faz tu também, alguma coisa para isso!

Vê como dançar é belo; é libertador; é sensual; é artístico; é fácil, se tu o quiseres mesmo, fazer...

Dançar, como expressão corporal libertadora, do corpo e da mente, somente, requer duas coisas.

- Vontade e muita persistência.

Podes fazê-lo com um par; sozinha/o; em casa; numa escola; num clube de amigos; ao ar livre; feliz ou menos feliz!...

Eu amo a dança e gosto de dançar!

Faço tudo, ao meu alcance, para, de vez em quando, dar asas a essa minha grande ilusão, antiga:

- Em tempos, trabalhei imenso, para ser, talvez, uma boa bailarina...

A vida não quis e não deixou, e tive que abandonar esse objectivo. No entanto eu continuo a fazê-lo...

- Com menos arte mas tanta paixão como dantes.

A vida não pára e nós, enquanto quisermos e pudermos, também não.

Se gostas da sugestão, evade-te, e dança este tango.

- Não penses, nem por um segundo, em que não o deves fazer.

- Não te auto-limites, em nada, de nada. Dança, mesmo só para ti.

Bem basta quando as limitações nos são impostas, por motivos exógenos, que nos ultrapassam. Aí, ainda assim, há que dar a volta à situação.

Dança! Não te preocupes com os outros; ou diz-lhes que dancem contigo...

sinto-me: a beber chá...
publicado por mcm às 18:15
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Domingo, 12 de Setembro de 2010

Estados de alma...

Gosto da boémia fadista...

Das luzes, baixas, veladas; dos cheiros, intensos; das cores fortes e negras; dos fadistas garbosos; dos copos cheios; do silêncio; das guitarras a trinar; dos "AH! fadista!"; da noite e da intimidade da noite.

O meu estado de alma, agora, é este. Ámanhã não sei como será...

Sei evadir-me pelo fado. A festa do fado...

- Com os amigos. Com os meus amores. Pelo trabalho também. Sem trabalho, ainda melhor...

Evasões são o meu forte.

Odeio o tédio!

Talvez daí resulte a minha impossibilidade de gostar do Paraíso.

- Tudo demasiado monótono.

publicado por mcm às 21:50
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Quarta-feira, 1 de Setembro de 2010

A última valsa...

Aqui está um cantor romântico que já fez sonhar muita gente!

Engelbert Humperdinck fez um enorme sucesso, por alturas da década de setenta;  e, não havia menina ou menino, que se prezasse, que não tivesse um disco, deste senhor, na sua estante... para depois alardear a sua posse, aos amigos.

Esta canção e algumas outras, dele, recordam-me sonhos antigos, que eram sonhados ao som de " Last Waltz" ou de "Release me," etc.

Para os visitantes deste meu blog eu deixo um momento de evasão...

- Imaginem-se a valsar, nos braços de uma princesa ou de um príncipe; e imaginem que são felizes para sempre - como acontece nas histórias a condizer.

Sonhar, hoje em dia, é obrigatório. - Todo o resto que nos rodeia, pode ser e é, realmente, muito caustico e inibidor do sonhar.

- Quase uma "ditadura," do nosso concreto e esquizofrénico dia a dia.

Há que manter a tradição da evasão,... nem que seja só por um breve instante.

A realidade tem o resto do tempo.

sinto-me: mt apressada...
publicado por mcm às 18:41
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Sábado, 21 de Agosto de 2010

Uma canção de amor para vós...

 

Hoje, em dia de aniversário deste blog - o segundo aniversário - aqui fica para os meus amigos e visitantes, uma das mais belas vozes de sempre e uma das mais belas canções de amor, também, de sempre.

Como diria alguém:

- Para os meus amigos, quero e exijo, o melhor!

Que nos continuemos a "encontrar" por cá, durante algum tempo mais!

- É sinal de que eu vou contando coisas e de que vós ides passando para as ler.

Os sonhos devem comandar a nossa vida...

Eu, quando escrevo algum post, para deixar para vós, imagino se sonhareis comigo - ou não!...

- Por vezes consigo; outras talvez; na maior parte delas penso que frustro, talvez, as vossas expectativas.

Tentar, tentar, e tentar, ir fazendo sempre melhor, é a minha ideia!

- Desistir de o fazer é traição - pelo menos, a mim.

Xis e abraços para todos.

sinto-me:
publicado por mcm às 18:38
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Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010

Déste-me um beijo frio...

Chegáste e o teu semblante estava diferente!

- Aquele homem jovial; desempoeirado; com iniciativas válidas para namorarmos e sermos amantes, não vinha contigo!

Eu achei estranho o beijo frio que me déste na cara e de raspão!

- Tu que sempres me déste beijos quentes; longos; apaixonados - déste-me, nesse dia já distante, um beijo sem emoção; e frio, como o gelo que tinhas no olhar que poisavas sobre mim...nesse momento.

Desapontada tentei compor as coisas e arrastei-te, quase a contragosto, para a cama.

Tu foste e fizemos, pela última vez, sexo - já sem amor, sem ternura, sem emoção alguma!

Não falámos; não nos acariciámos sequer!

- Foi quase um acto desesperado antes do fim! Antes do adeus!

Quando te levantáste disséste-me enquanto te vestias:

- Desculpa! Vinha dizer-te que "isto" entre nós acabou. Tinha que acabar...

Eu, com os olhos marejados de lágrimas e apelando ao meu último resquício de dignidade, respondi-te:

- Quando saires não batas a porta com força, por favor. Não consigo ouvir barulho nenhum, agora.

E aconcheguei-me nos lençóis e tapei a cabeça com eles.

Tu saíste e não voltámos mais a falar-nos, até hoje.

- Já não somos namorados; nem amantes; nem amigos.

Foi só uma pura perda de tempo, o nosso tempo, um como outro.

A vida é assim:

- Umas vezes perde-se tudo; (muitas das vezes!...)

Noutras ganha-se juízo!

São momentos sem evasão nem crescimento!

- Equívocos, apenas.

sinto-me: a contar coisas...
publicado por mcm às 10:23
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Domingo, 1 de Agosto de 2010

Estava tudo um tédio!...

Estava um dia como outro qualquer:

- Em todo o lado e em redor de nós; na nossa casa; connosco os dois. Estava tudo um tédio!

Estávamos sem programa; as notícias nos jornais eram as de sempre - e sobre o mesmo de sempre; eu não queria fazer nada, nem sequer o almoço; tu nem banho ainda tomáras...

Estava tudo uma pasmaceira das Arábias, em pleno deserto: - Calor e languidâo! Moleza!

As coisas porém alteraram-se:

- O telefone tocou e tu atendêste e era aquele «convite» salvador!

Os nossos amigos queriam que fôssemos ter com eles à casa da Comporta!

Tu olhàste para mim - enquanto falávas com ele e a pedires a minha anuência; eu anuí e fiz-te um "OK" com o dedo e fomos embora até lá num rápido...

Quando chegámos ao barco, para passar o carro, disséste-me:

- E se nos "perdêssemos" à saída do barco e fôssemos almoçar só os dois; dormir na praia os dois; ficar até mais tarde por lá? Jantarmos por cá?

Eu concordei logo com tudo!

Quando, passado um pouco, ligáste aos nossos amigos a dizeres uma mentira estafada de justificação, de lá ele respondeu-te:

- "Também eu meu amigo, já me tenho "perdido" à saída do barco! Também eu! Acontece-me muito,... Por estes lados isso acontece com muitos!"

Rimos todos.

Mais tarde demos a mão e fomos almoçar; depois apanhar sol; depois tomar banho de mar; depois voltámos já era noite; e já tinhamos petiscado mais qualquer coisa em Alcácer.

Ao atravessarmos a Ponte vinhamos felizes e o dia fora leve, purificador, descansado e muito cool.

Quando chegámos a casa, estava um forno lá dentro; e tu atiráste-te para o sofá  e eu também.

Foi um dia inusitado e com um programa inusitado.

- Nem discussões; nem desencontros; nem sexo; nem falta dele! Só um clima de amor entre ambos!

Só um imenso bem-estar! Uma imensa sensação de alma cheia e confortada até ao cimo! Até ao "sítio" da felicidade.

sinto-me: a divagar...
publicado por mcm às 13:07
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Sexta-feira, 16 de Julho de 2010

Os três medos modernos...

 As pessoas, em geral e hoje em dia, vivem obcecadas com três medos:

- O medo de serem feias; o medo de serem gordas; o medo de serem velhas.

Conduzem toda a sua existência na busca e perseguição destes três objectivos.

- Dão a alma, a carteira, o bem estar, a felicidade, para obterem isso.

Porém, ser bonito ou bonita, não depende de nós; ser mais gordo ou menos gordo, só depende de nós, em parte; ser velho é uma inevitabilidade.

Penso  até que os grandes lobbys da moda e da estética, teriam muito a perder, se as pessoas, em geral, fossem mais preparadas para serem autênticas e para não terem medo da avaliação oca, de terceiros.

Eu conheço pessoas muito interessantes e muito bonitas, que são menos atraentes ao primeiro olhar; ou que são fortes ou gordas. E tenho pessoas lindíssimas, nos meus conhecimentos, que já passaram a barreira etária dos setenta e oitenta anos.

- São pessoas que são boas; que são disponíveis para ajudar; que não são interesseiras; que não são tramadas com o seu semelhante.

Claro que as clinicas de estética e as marcas de roupa não vivem, nem um dia, com estas pessoas minhas conhecidas.  Mas estas mesmas pessoas, dão muito a ganhar aos livreiros, aos produtores de arte e cultura, aos restaurantes de boa comida e à Indústria da alegria de bem viver. São pessoas com muitos e diversos interesses culturais, sociais e recreativos.

Ser escravo da aparência torna as pessoas fúteis; áridas; ocas; dispensáveis; pesadas aos «amigos» se os tiverem.

No fundo o que importa é aquilo que nos torna mais plenos e mais interessantes e desejáveis para os outros.

No fim de tudo será essa a grande memória que esses outros guardarão de nós. 

- Do nosso bom comportamento para com eles... A vida passa a correr e não temos muito tempo para recuperar o tempo perdido em banalidades.

sinto-me: SEM PROBLEMAS
publicado por mcm às 12:24
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Sábado, 3 de Julho de 2010

Por todos os dias que eu viva...

 

Por todos os dias que  eu ainda viva...

- Lerei um poema;

- Ouvirei algumas canções;

- Pensarei nos que amo e amei;

- Serei atenta ao que me cerca e rodeia;

- Tentarei não ser cáustica com os que me são fiéis;

- Serei «permissiva» e «mecenas» com o meu filho;

- Irei à minha janela olhar as árvores e os pássaros;

- Tomarei dois cafés ao acordar;

- Lerei jornais e livros;

- Gostarei de moda e de estética;

- Viajarei - física e mentalmente;

- Olharei para um quadro, que tenho na parede do meu quarto, como sempre - deslumbrada;

- Tentarei ser feliz, alegre e justa.

Todos os dias da minha vida acreditarei no amor; na amizade; na solidariedade; no valor da Paz;

- Acreditarei no ser humano sem reticências.

E...será assim o meu quotidiano: cheio e previsível.

sinto-me: a dizer coisas...
publicado por mcm às 10:22
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