Domingo, 28 de Junho de 2009

Sucesso/Insucesso nas relações (3)

 

- Relações «violentas»

Quando a paixão acaba, as pessoas começam, por norma, a revelar-se como são. Começam a agir segundo a sua verdade! Aí, a verdade da pessoa por quem nos apaixonámos, pode criar em nós uma espécie de sentimento de revolta, de frustração, de despeito que nos torna a vida num inferno. É usual até, ouvir-se dizer:

- “ Casei com uma pessoa e agora, passado este tempo, parece-me outra! Desta versão não gosto! Sinto-me traída... Não foi para isto que me apaixonei”!

Uma relação de paixão quando termina pode dar origem, a muitos outros tipos de relação...

Tratemos hoje a relação «violenta».

- Uma relação assim é mais comum que se imagina!...

 Quando a paixão acaba e alguma das partes não consegue lidar bem com a situação, pode aí dar-se inicio a uma relação de muitas afrontas mútuas, muitas confrontações, muitas retaliações, e até, alguma violência física.

Uma relação violenta pode passar das agressões verbais, no início; às psicológicas, a seguir, e destas, ás agressões físicas.

- Uma guerra sem tréguas aonde ganha quem tiver mais energia e capacidade imaginativa para molestar o outro.

Há imensas pessoas que coabitam neste ambiente e até dormem juntas. Ficam ali, deitadas lado a lado, imaginando a melhor forma de atacar o outro e se for preciso de lhe “passar” por cima. Trucidá-lo! Dar-lhe cabo da cabeça!

- Por despeito, por raiva, por fúria emotiva!

O despeito pode ser uma mola infernal que impele qualquer ser humano a cometer actos tresloucados. O despeito é o sentimento que impera numa relação violenta, daí a irracionalidade das personagens!

“Tu fizeste-me aquela desfeita e vais pagar com uma ainda pior, não te vais ficar a rir”...

É o clima de guerra-fria que passa a guerra “a quente” e fica para durar...às vezes o resto das suas vidas!

As pessoas não são capazes de se afastar e sentem um prazer sórdido em permanecer naquela situação de conflito permanente – de amor/ódio – em que no fim todos saem mal; molestados e apoucados, pelo menos na sua essência.

Os pares que “vivem” nestas guerras, consomem-se só nisso e, a sua felicidade ficou para trás, perdida ou adiada.

Se já estão na meia-idade e não conseguem um grau minimamente satisfatório para essa sua relação – permanecendo juntos – vão enfrentar os horrores da solidão acompanhada e uma vida de sofrimento.

- Vão continuar a viver juntos, mas num ninho, autêntico, de víboras...

... 

sinto-me: em paz
publicado por mcm às 13:17
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