Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

A solidão...na meia-idade!(14)

Viver acompanhado, mas só... O ciúme

 (2ªparte)

Sair de uma situação destas pode não ser fácil!

- Ao ficarmos junto de alguém com quem não somos felizes, é uma opção errada, violenta e de destruição da auto-estima de ambos.

Como se dizia mais atrás neste texto, as coisas não acontecem de um dia para o outro. Quando perdemos a cumplicidade e a intimidade numa relação, existem normalmente, motivos reais ou inventados, que nos conduzem e arrastam para esse mau estar.

- Os motivos são os que forem e podem ser todos! Vive-se então no «fio da navalha»...

O ciúme é, na maior parte das vezes, um dos “pedregulhos” que geram mau ambiente e minam uma relação! O ciúme é um sentimento muito perigoso e que se pode tornar obsessivo ao ponto de, nos deixar à sua mercê. Subordinar-nos.

- Pode tornar-nos cegos, maus, violentos, injustos, desconfiados...até assassinos!

Claro que o ciúme não nasce sem motivo - ainda que um pouco de ciúme possa ser, até uma espécie de energético numa relação que começa a definhar: se for esporádico, se for resolvido e percebido pelo casal!

Mas o grande problema do ciúme não controlado é que cria o afastamento da pessoa sobre quem se verte e despeja. Mesmo os que não se vão embora, da relação, que é o caso que aqui hoje se fala, criam uma espécie de casulo onde se fecham e assim possam “sobreviver” sofrendo menos e com menos agressões.

- Sim, agressões! Uma pessoa doentiamente ciumenta, está sempre a agredir o outro; agride porque fala e actua; agride se não fala, não comunica, desdenha com negligência pensada a vítima do seu ciúme.

A agressão pode ser de vários tipos, mas é sempre uma forma pensada de, por um lado chamarmos à atenção do outro, e por outro lado de o culpabilizarmos - pelos sofrimentos que sentimos, pela vida miserável que juntos vivemos, pelo projecto falhado da nossa relação amorosa.

O ciúme é muitas das vezes, o início e fim da perda da intimidade e cumplicidade de um casal.

- A partir daí, o ficarmos juntos, será sempre uma escolha que conduzirá a que vivamos num perfeito ninho de víboras.

- Uma vida de silêncios ensurdecedores, ou de “peixeiradas” tonitruantes que nos arrastarão para as zonas mais sombrias de um qualquer oceano de lágrimas: contidas - ou - expressas.

 ... 

 

sinto-me: lúcida
publicado por mcm às 12:57
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