Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

Uma fresta no horizonte...

O que é que te faz acelerar o teu coração, bater com força e quase saltar-te do peito?...

- Uma grande paixão? Um sofrimento? Uma descoberta assustadora? Uma notícia boa?...

O meu coração é louco!

Bate, desalmadamente, por muitas pessoas e por muitos motivos;

- Alguns motivos bons; outros, nem tanto.

Mas eu sinto que , quando ele acelera incontrolável, eu estou viva; estou desperta; ainda me emociono; ainda me não desmotivei da minha realidade. E isso faz-me sentir viva.

Esta música que te deixo, é incontornável:

- Pelo poema; pela voz que canta.

Alexandre O`Neil e Amália são os responsáveis, por este momento que te ofereço.

Pensa em cultivares as emoções; cuida do teu coração, se achas que anda sozinho e triste.

- Descontrai e olha para lá da linha do horizonte.

Existe sempre por lá uma fresta por onde possas "escapar-te".

Basta que queiras fazê-lo.

Pensa nestas coisas e sê feliz.

sinto-me: brrr...
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publicado por mcm às 17:39
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Urgência de sonho e sonhos...

Estou cansada.

Contemplo ao longe, o voo incessante das gaivotas, livres - sobre o céu livre e azul de Lisboa; e vejo-me aprisionada em mim.

- Estou cansada de te ter e não ter.

Estou cansada de mim.

Por esta nesga de janela onde que situo e me evado, eu sonho, momentaneamente, com liberdade e libertinagem.

- A liberdade, quase possível; a libertinagem, talvez... mas não tanto assim.

E por estes motivos eu gostava - agora - de saber voar como as gaivotas.

- Gostava de habitar aquele céu azul e escapar-me por lá.

- Gostava de me surpreender, para lá, com orgias de luz; de liberdade;de felicidade.

- Gostava.

No entanto sei que tenho que voltar; regressar...

- Aos teus braços frouxos; ao teu abraço frouxo; ao teu amor frouxo; ao teu imaginário frouxo; ao teu sexo frouxo - inconsequente.

Fazemos sexo mas não se passa nada!

Estou cansada de tanta frouxidão.

Necessito, com urgência, de liberdade; necessito de alguma libertinagem, até.

Quero sair das tuas margens - sempre contidas ou apertadas. Asfixiantes.

O tempo de sol põe-me com urgências destas. Urgências de sonhos impossíveis e possíveis, julgo eu.

- Urgências de sonho e sonhos.

Urgência absoluta de evasão.

sinto-me: livre, até ver...
publicado por mcm às 10:54
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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

Ganância e oportunismo...

Já testaste com quem contas, deveras, nos teus momentos difíceis? Com quem contas nas horas em que o céu parece desabar sobre a tua cabeça?

Pois é! Sabes que por vezes não se conta com ninguém que à partida era suposto?

A vida vai-nos ensinando, que a maior parte das pessoas se aproximam de nós, porque esperam que lhes dêmos alguma coisa de que precisam e que sabem, ou intuem que podemos ter...

- A ganância e o oportunismo são os "valores" de topo dos tempos modernos.

Ouve esta música que te deixo; aprecia John Lennon no seu melhor; escuta a mensagem do poema que ele canta; lembra-te de que podes contar, sempre, contigo somente - e com um número reduzido de pessoas que, talvez, te amem de verdade.

- De resto, desilude-te.

Os que te apregoam auxílio, a torto e a direito, se realmente precisares deles, serão os primeiros a fugir de cena.

Fica bem e pensa nisto que te deixo aqui escrito.

- Ouve esta música e cuida-te. 

sinto-me: boa pessoa...
publicado por mcm às 17:58
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Talvez...

Quero-te; amo-te; odeio-te; desejo-te; e, talvez te mate, um dia, se me arreliares o suficiente...

Até lá, ama-me; odeia-me; deseja-me; faz sexo comigo; e, mata-me, talvez, um dia, se eu te arreliar e injuriar o suficiente.

Porém, sei que tal nunca acontecerá:

- Nem eu; nem tu, somos pessoas de perdermos a calma.

- Não tomamos drogas;

- Não nos embebedamos de nada que não seja a nossa escaldante paixão.

Quero-te!

Ama-me.

sinto-me: stressada...
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publicado por mcm às 10:49
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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011

Condenações e culpa...

Já te sentiste dividido/a e a não saberes que partido tomares, em determinado assunto?

A mim isso acontece-me muito.

Acontece-me, em especial, nos assuntos que envolvem avaliações, sobre comportamentos chocantes e imprevistos do Ser Humano.

Por exemplo, neste caso brutal que ocorreu com o Jovem modelo e o Cronista social, eu dou comigo a não conseguir "condenar" o jovem. Lamento que ele tenha procedido daquela forma, mas sou levada a pensar que ele não é um ser criminal e abominável... Um vigarista e um golpista.

Sinto-me chocada, mas sinto-me ambém como uma Mãe que rejeita que um filho seu, normal, cometa um crime. Não se consegue compreender nem aceitar.

Olha, para espairecer, estive a ouvir esta música, que te deixo e que Caetano Veloso cantou, de uma forma impressionante, num filme que contava a história de uma paixão por uma pessoa que estava em coma.

É como eu vejo o futuro deste jovem:

- Ele estará ausente, a partir de agora, da festa que é a vida, para um jovem de vinte anos. Assiste mas não participa.

Esta música é cantada por um dueto muito feliz:

- Júlio Iglésias e Nana Mouskuri.

Não percas, e ouve até ao fim. E pensa nestas coisas das "condenações"; da culpa; das penas.

A vida nunca é uma linha recta. Os atalhos, alguns, complicam tudo.

sinto-me: confusa...
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publicado por mcm às 18:31
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Não me grites assim...

Amansa a tua voz; dá-me esse beijo que trazes contido hà tanto; abraça-me, suavemente; diz-me coisas que me façam sentir tua.

- Não me grites assim!

Que posso eu dar-te se me destróis os ouvidos com as tuas "berrações" de cabrito montês?

Eu não te menti. Eu quase nunca te minto.

- E, se o faço, faço-o de uma forma deliberada mas nunca maliciosa e desonesta.

Quando te minto é porque não tenho coragem para te dizer a verdade, nessa hora.

- Falta-me coragem para te dizer que já me não emocionas, quase nunca.

O nosso amor vai resistindo; a paixão vai fenecendo.

Agora gritas comigo só porque eu te digo uma verdade pequenina.

- "Amor hoje não quero fazer sexo. Hoje não me apetece fazer sexo contigo".

E tu gritas; chamas-me mentirosa; dizes-me coisas que eu finjo não ouvir. Dizes-me tudo o que te vem à cabeça!

E nestas andanças de desavenças - eróticas e sexuais - nós vamos dando cabo do que resta do nosso amor.

- O nosso amor vai resistindo mas está frágil, cada vez mais.

Não me grites; não me chames mentirosa; não me insultes.

Se não quero fazer sexo contigo, hoje, talvez queira fazê-lo amanhã... Talvez amanhã.

Por isso te peço:

- Tem calma. Não me grites.

O teu berrar, são tiros de espingarda, nos meus ouvidos. Ferem-me de morte esses tiros, nos meus ouvidos. Ferem-me.

sinto-me: cheia de ideias...
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publicado por mcm às 10:30
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Domingo, 9 de Janeiro de 2011

Paixões doentias...

Que loucuras insanas, serias capaz de fazer, por paixão? Por causa de alguém por quem obcecaste das ideias?

- Isso já te aconteceu?

Desejo e espero que não, do fundo do meu coração.

As paixões saudáveis engrandecem-nos; as paixões doentias estragam-nos a vida.

Esta música que te deixo, é para ti.

Hoje que é Domingo vê e cuida, muito bem, das tuas paixões.

Fica em paz e que nunca a insanidade te acometa a tua vontade, de forma alguma.

Cuida-te bem.

sinto-me: a fazer o jantar...
publicado por mcm às 17:41
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O Meu Crime...

Escrevo-te hoje do céu!

Estou aqui sentado, a pensar em nós e nos nossos momentos bons.

Eu estava apaixonado por ti!

- Não me leves a mal!

Um velho da minha idade, apaixonado por um jovem - belo, inteligente, culto, como tu - não é de levar a mal que o faça e sinta.. Como velho eu achei que tinha direito a apaixonar-me por ti. Nunca pensei o quanto te poderia ter sido penoso o "espectáculo" da minha velhice.

Agora, aqui sentado no céu, para onde me mandaste dessa forma brutal e tresloucada, eu penso que fizeste o que podias, por mim.

- Deste-me sexo; deste-me vaidade; deste-me sonhos; deste-me imaginação erótica; deste-me um tempo que eu jamais imaginara ter nesta idade de velho, quase ancião.

E eu? que te dei eu além de um corpo desfeito; nádegas dependuradas; sexo flácido; ventre saliente; abdominais inexistentes; cara de homem antigo, ao teu lado? De avô incestuoso com um neto garboso!...

- Que te dei eu?

Agora, sentado aqui no céu, para onde me "mandaste", eu penso que tiveste alguma razão.

Eu não estava lúcido, ao teu lado. Eu tentava enganar-me e enganar-te a ti.

- Estávamos muito distantes, tão distantes, que talvez até me odiasses. Odiavas-me?

E, se foi isso que te aconteceu, eu perdoo-te. Ainda assim, perdoo-te. A minha paixão cega dá para te perdoar.

Vejo agora, que o meu corpo velho, deitado ao pé do teu, era quase uma aberração, a que tu e eu nos sujeitávamos.

- A mim sabia-me bem.

- A ti, sei-o agora, que não.

Aqui sentado no céu eu perdoo-te. Sei que terás problemas graves para o resto da tua vida toda, por minha causa, mas eu perdoo-te.

- Mataste-me? Eu perdoo-te.

A minha paixão cega foi o meu crime. A ti não te culpo de nada.

- O meu crime foi "matar-te" aos vinte e um anos de idade, para o sonho e a Vida em geral.

Será que podes perdoar-me?

sinto-me: lúcida
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publicado por mcm às 10:46
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Sábado, 8 de Janeiro de 2011

Vaidades e orgulhos...

Quais as tuas vaidades?

Há assim alguma coisa de que sintas um enorme orgulho e que não viveste; ou viveste à distância?

Hoje deixo-te uma das minhas "vaidades"...

- Prince e Ana Moura!

Quem diria que o grande Prince gostava de fado?

E a "nossa" Ana Moura a cantar tão bem; com ele a acompanhá-la é uma coisa que me orgulha e faz vaidosa.

- Prince é conhecido no Mundo inteiro e este momento de música que te deixo foi um grande momento do nosso País tão pequenino mas com tamanhas e únicas coisas.

O fado; a música; são grandes orgulhos que podemos e devemos ter.

- São vaidades e luxos que nos enfeitam a nossa Alma triste.

sinto-me: de chegada...e de saída...
publicado por mcm às 18:09
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Um "caso"...

Hoje podes fazer tudo o que quiseres!

- Podes ir-te embora; podes ficar; podes dormir; ressonar; ouvir música, alto ou baixo; cozinhar; morrer de fome; cortar os pulsos; celebrar a vida; exprimires dor; rires; dares contigo em doido; seres lúcido e veres o que se passa connosco.

Hoje eu vou sair de casa; sem te dizer nada; dou umas voltas; telefono-te, depois, a dizer que encontrei a Dô; que vamos ao cinema; que lanchamos no fim; que estou a tentar relaxar, para quando voltar me sinta, bem, ao pé de ti.

Mas isso será uma invenção; isso não é a minha verdade.

Hoje vou sair; namorar um pouco; talvez fazer sexo; talvez ser mais eu; e mais mulher; talvez programar a minha vida, sem ti ao pé; talvez...

Não percebes que eu tenho vontade de te ver sair de minha casa?

- Não me percebes?

Pois se não o queres perceber faz tudo o que quiseres!

- Hoje e sempre e para sempre.

Eu estou apostada na minha senda de felicidade. Estou a aprender a minha rota para a felicidade...

- Ou, pelo menos, a tentar.

Mais logo te direi qualquer coisa, mais, sobre este assunto.

Afinal, nós só tivemos um caso que terminou há muito.

A ti dá-te um enorme jeito "não perceberes". Finges não perceber...

- Esse é o teu jogo.

sinto-me: a ouvir a chuva...
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publicado por mcm às 13:07
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Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011

Amo o meu País...

Já te disse que amo o meu País?...

- Sabes?... Eu já vi muitos lugares diferentes, por esse Mundo afora, mas, o meu País é fantástico.

O meu País tem uma coisa ùnica para mim:

- O improvável existe e acontece.

Pode ser um país de gente meio estranha e desorganizada; pode ter casas espalhadas a eito e sem cuidado arquitectónico; pode ter lixo nas ruas; pode ter a Emel e os policias mal preparados e caçadores de infracções; pode ter coisas que me arrepiam mas, o meu País é a minha casa; é aonde me sinto a pertencer; é o "meu" lugar eleito.

Aqueles países muito organizados e bonitos, por vezes, deixam-me enervada:

- Sei, exactamente, tudo o que vai e pode acontecer. Sei sempre com o que conto...

Aqui, no meu País, eu respiro insatisfação e orgulho; respiro pena e euforia; sei que posso contar com o pior e com o pior do pior, ainda, mas sei que há o Sol; o mar; as gaivotas; as pessoas; as comidas; a música; o fado; a luz... Tudo coisas que eu não encontro em mais lado nenhum do Mundo...

PS: Esta música e este vídeo são para ti. E, se amares o teu País, tanto como eu, verás que ambas as coisas são muito belas.

Passa bons momentos e ama o teu País.

sinto-me: cansada...
publicado por mcm às 18:24
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A outra...

Caminhamos, lado a lado, sem nos olharmos.

- E não falamos, sequer!

Vamos em direcção ao "nada"- que será, a partir de agora, a nossa vida.

- Vamos ao advogado que nos vai tratar do divórcio.

Eu penso, enquanto caminho ao teu lado, que conseguimos obter alguma felicidade um com o outro; conseguimos rir-nos ; conseguimos amar-nos; conseguimos desfrutar momentos plenos de bom sexo; conseguimos ser amigos e companheiros.

E penso também, em como as coisas resvalaram para a situação que nos colocou, agora, a caminho do advogado e do divórcio.

Sei que também tu vais a pensar algumas coisas:

- Sei que, talvez estejas ansioso, por correres para os braços da "outra" que te enfeitiçou; com quase menos vinte anos que tu. Sei que estás obcecado, agora, pela tua "juventude" que só tu vês.

Sinto uma espécie de angústia ao imaginar-te, abraçado a ela; deitado com ela; a fazeres sexo, desvairado, com ela; a achares-me um empecilho, de que te vais libertar, finalmente.

E nestes pensamentos, turvos e tristes, chegámos ao advogado - sem termos dado uma única palavra.

Eu irei concordar com tudo o que queiras regulamentar.

Irei concordar porque quero ficar longe de ti; da tua traição; da tua mais que previsivel infelicidade futura.

- Quero ficar longe da tua realidade desfocada.

Eu sei que vais voltar a bater-me à porta, quando as coisas te correrem mal. Eu sei que não irei abrir a porta.

Eu sei que consigo viver sem ti.

A minha realidade é a de uma mulher que sabe que se é jovem aos vinte e de meia idade aos cinquenta.

- Eu não me perco de vista, jamais. Não desfoco a minha realidade.

Comigo, se houver "outro" terá de ter a minha idade - mais ou menos; seremos da mesma geração. 

sinto-me: brutal!
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publicado por mcm às 10:43
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