Domingo, 5 de Dezembro de 2010

A noite...

Que fazes com as tuas noites? Dormes? Sonhas? Amas? Odeias? Lamentas? Lamentas-te?...

- Ou, pelo contrário, as tuas noites são dias? Vives ao invés do Mundo, em geral?

Eu adoro a noite! Adoro o silêncio da noite! Amo sair e gosto de estar em casa...

- Mas, por vezes, muitas vezes, tenho insónias!

E fico raivosa e fico sem gosto algum pela noite, nessas noites.

Mas também tiro proveito da insónia; como deves calcular:

- Leio; escrevo; vejo filmes e, mais importante que tudo, "faço filmes"!

Podes acreditar, que é verdade. São filmes com final feliz. Daqueles que começam assim:

- "Era uma vez, uma menina e um menino; e depois deram muitos beijinhos; e foram muito engraçados; e foram muito espertos para sempre!...

E dormem pouco."

PS: Esta música que te deixo, fala de qualquer coisa de que gostas e que tem que ver com as noites sem ninguém que nos acarinhe; e de quem temos falta e saudade...

Já te aconteceu?

- Claro. Todos, de vez em quando, sentimos a falta de alguém, que amámos - quando a noite acontece; e nos sentimos sós e inseguros.

"La Nuit" é uma canção romântica, que fez partir muitos corações de pedra e os transformou em torrões de açúcar.

Como tens o teu coração neste momento? Em pedra? De açúcar?...

- Vá! Cuida-te bem.

As noites não são só para dormir...

sinto-me: de mãe...
publicado por mcm às 17:40
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Boquinha com boquinha; bundinha com bundinha; e...

Nem tu, nem eu, éramos grande coisa, embora que por motivos diferentes:

- Enquanto que eu era e sou uma emotiva, e uma espontânea, latina, tu eras calculista, frio, e usavas tudo e todos como se fossem teus bens próprios. E eu sabia como tu eras; e vivia contigo, ainda assim; e tu criticavas a minha forma de ser e estar, porque, dizias, me prejudicava, mas gostavas de estar comigo - afirmavas-mo tu.

E desta forma bizarra nós construímos a nossa relação com algum indice de bem-estar e um pouco louca.

Não estávamos perdidamente apaixonados mas éramos felizes com o que tínhamos.

Quando tu ficavas mais solto; menos espartano; menos Opus Dei, eu conseguia de ti coisas que me davam um duplo prazer:

- Davam-me o prazer real das coisas boas; davam-me o prazer de te ver quebrar as tuas regras de homem rígido e da Crença.

Eu - disse-to logo que nos conhecemos, não me regia pela fè em Deus, mas tinha um quadro de valores que me obrigava a andar na linha, sem medo de desobedecer a um Ser Superior, chamado Deus.

Tu rias-te e dizias-me que me haverias de converter. Que tinhas argumentos para me converteres: e falavas a sério!

Mas, quando nos deitávamos, naquelas tardes em que tu tiravas para  me "converteres", eu - repito - desencaminhava-te do teu Deus e ficavas tão ateu como eu; e tão crente como eu, na terapêutica religiosa, que eu te aplicava pela via do sexo.

-  Duma forma provocadora; duma forma brutal, dizia-te que Deus não sabia das coisas do sexo; que Deus não fez sexo; que Deus não podia condenar o que não experimentou.

Tu, então, dizias-me assim, de uma forma algo oportunista e algo irónica:

- Talvez tenhas razão, "Pequenina"; por algumas horas vou tirar Deus da nossa cama; vou dar-te aquilo que queres. Deus diz que devemos ser generosos!

E davas-me tudo o que eu queria, nessas horas:

- Davas-me um homem livre e liberto; que sabia o que fazer com uma mulher, na cama; que sentia prazer em transgredir; que se dava; e se sabia dar, às coisas do sexo.

Fomos muito íntimos nessa nossa vida de transgressão; e, quando bebíamos uns copos, a mais, antes de nos deitarmos, (para descontrair), tu, já completamente solto e esquecendo Deus, por inteiro, dizias-me com muita graça e oportunidade:

- Vem cá! Agora mando eu e é assim... (E punhas música, africana; e dançávamos, dançávamos;e enquanto dançávamos tu ias repetindo:)

- "Boquinha com boquinha; bundinha com bundinha; e muita sacanagem"...

E ríamos e dançávamos e voltávamos a rir...E pronto! Estávamos no ponto certo - passávamos ao quarto... 

Eram momentos de muito calor; humor; descontracção.

sinto-me: com calor...
publicado por mcm às 10:49
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Sábado, 4 de Dezembro de 2010

Que bom!...

Como foi o teu dia? Fizeste alguma coisa que te aquecesse na tua essência interior? Qualquer coisa que te deixasse feliz, por seres quem és?

Ou, pelo contrário, tu achaste o máximo; e sem necessidade dessas coisas? Achas-te impenetrável e impermeável a estímulos exteriores?

- Tu és um ser superior!... (Julgas tu!)

Eu sou uma pessoa que reajo, muito, ao que me rodeia; dependo de certas coisas, para ser feliz. E vivo a observar!

Por exemplo, basta-me ver alguém, num dia destes, de imenso frio, com uma roupa menos quente, (porque não a tem), para me sentir "culpada" por todas as desgraças do Mundo; e se eu puder, disfarçadamente, ajudo essa pessoa, nessa hora...

Vem isto a propósito de que, hoje mesmo, e por isso que digo, senti saudades do Verão!

- O sol e o calor - moderados - tornam-nos a todos mais iguais; a miséria e a pobreza ficam mais fáceis; ficam menos "cruéis,"para qualquer ser humano, sem tecto.

Pois é! Pensa em ti; mas pensa, também, nas coisas que podes fazer para "alindares" o teu mundo, mais próximo; e não tenhas problemas em abordares alguém que vejas que está exposto à pobreza e à miséria.

- Se fores sincero/a e discreto/a, na tua abordagem, de certeza que és muito bem recebido/a...

E no fim sentes-te melhor; sentes-te mais Pessoa.

PS: Esta música, que te ofereço, faz parte das minhas músicas eleitas; tem a interpretá-la dois "monstros" do jazz e da soul; e como bem saberás, eles eram negros; de um tempo em que isso era um estigma negativo... mas nada os impediu de se tornarem em "Seres eternos" para quem ama a Arte e a simplicidade da autenticidade.

Eu amo aos dois! E também gosto das pessoas boas, que pensam nos outros.

- Pensa nos outros, então!

E se já pensas, és meu amigo ou minha amiga. Que bom! 

sinto-me: de bem comigo...
publicado por mcm às 18:39
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... prazer, galhofa e pecado...

Mesmo que me não queiras acreditar, eu insisto, na minha sincera afirmação:

- Gosto de ti - tudo!

Gosto de ti o mais que posso e sei gostar, de um homem, como tu.

Mas tu desconfias de mim; desconfias de que eu me tenha prendido a ti; desconfias de ti.

Contra isso que posso eu fazer?

Se tu próprio te achas sem interesse; te achas um homem vulgar; te achas incapaz de preencher o imaginário de uma mulher como eu; eu, não posso dizer-te mais nada que não seja:

- Mas eu gosto de ti. Ainda assim, gosto!

E se reparares bem, no meu singelo fraseado, eu não digo que te amo; que te quero para sempre; que és  o "meu" homem! Que és o meu Amor!

Mas gosto de ti, agora. Gosto de ti, tanto, como de qualquer homem, com quem goste de fazer sexo; tomar uns copos; andar na boa!

Eu também gosto de "andar na boa"! Percebes isso?

Tu és desses homens com quem se passam bons bocados na e da, Vida:

- És divertido; és bom conversador; és um bom pedaço de céu e de pecado...

E eu gosto do Céu e perco-me no Pecado.

Portanto, comigo, estás bem. Estamos os dois, num barco que nos leva ao sítio do prazer, da galhofa, e do Pecado.

E uma mulher como eu tem direito a gostar de se divertir; e de gostar de pecar. Achas ou não achas?

Podes então acreditar-me, sem restrições:

- Gosto de ti enquanto me deres os prazeres que me interessem; e acesso directo ao Pecado.

E fica, assim, desta maneira algo brutal, tudo dito.

- Gosto de ti porque gosto. Pronto!

Mas não és essencial e indispensável na minha vida.

Posso prescindir de ti, a qualquer instante. E tu, podes fazer-me o mesmo.

- Quando quiseres ir-te embora, estás perfeitamente à vontade.

Tu vais-te; e eu ficarei bem à mesma. A minha felicidade não és tu.

sinto-me: liberta qb...
publicado por mcm às 11:10
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

Grande música...

Como são os teus gostos, em termos musicais?

- Tens gostos muito restritos? Muito direccionados?

Ou, pelo contrário, gostas de todos os tipos de música?

Eu sou louca por música.

- Já to tinha dito, aqui.

No entanto não me cinjo a um estilo musical. Sou muito abrangente em gostos musicais...

- Eu gosto é, realmente, de música.

Agrada-me; e se me agrada, gosto; e não há mais nada a acrescentar.

Vem esta conversa a propósito de que hoje estou virada para a música clássica. Gosto de Mozart; que, segundo dizem, os entendidos, tinha toda a música do Mundo na cabeça... e, deixou-nos um legado fantástico e insuperável.

- Morreu com 33 anos de idade! Imagina se tivesse vivido mais tempo!...

Este vídeo que aqui deixo, para quem hoje por aqui passar, tem um andamento muito alegre da Sinfonia nº 40 de Mozart.

Se estiveres sem mais nada para fazeres abre o vídeo; refastela-te na cadeira e põe o som alto...

- Curte Mozart por inteiro.

Faz um pequeno "recreio" pessoal; e esquece as tormentas da semana - se as tiveste.

A vida tem sempre dois lados à tua escolha:

- Escolhe o melhor! Escolhe o lado da evasão, pela grande música.

Uma noite do melhor que houver é o que te desejo; e boas evasões, também.

sinto-me: bla,bla,bla...
publicado por mcm às 18:18
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Coração de pedra...

Não sei porquê mas as coisas não se acertavam entre nós.

Éramos agora, dois seres, em rota de colisão.

Iríamos colidir a qualquer momento; explodir; desintegrar-nos...

- Saltar no nada, aos pedacinhos, para o abismo.

Não sei o porquê do nosso desacerto na cama e fora dela; não sei o porquê de quase nunca já, sentir desejo por ti; não sei o porquê de te odiar; de quase sentir que, em determinados dias, quase me apetecia matar-te. Que era capaz de matar-te...

E todas essas dúvidas, a martelarem-me constantemente na cabeça, me traziam à beira da loucura. E faziam com que te pusesse à beira da loucura:

- Estávamos num perfeito ninho de víboras, agora, e desde que me violentáste pela primeira vez.

Aquele romance explosivo que tivéramos estava findo; extinto; morto.

Dele só restavam, já, as minhas dúvidas; as tuas represálias; os nossos constantes confrontos, desprezos,  ou alheamentos.

E nesses momentos tudo ficava muito á beira do abismo; à beira dum fim!

Quando à força me obrigavas a deitar-me contigo; a fazer sexo contigo; a colaborar nesse acto selvagem e violento, contigo, eu ficava revoltada; quase uma criminal.

Tu, possesso e de pupilas dilatadas, em cima de mim, parecias-me, quando te olhava, com os meus olhos cheios de ódio, um condenado no corredor da morte:

- Estavas com data e hora marcada, para saíres da minha vida, para sempre.

Tu não sabias do que eu era capaz; do que eu magicava fazer contigo; do que eu sofria contigo.

Mas, cá no fundo; bem no fundo da minha essência, eu sabia que jamais te mataria - não teria essa coragem.

E assim, desta forma mais que sincera, te confesso que, se estás vivo ainda, é somente porque eu sou uma pessoa do controlo, absoluto, sobre os meus pensamentos mais sórdidos.

- Jamais conseguiria fazer aquilo que condeno.

A vida de alguém, mesmo que a não mereça, é sempre um bem precioso que temos que preservar.

- Mas o meu autocontrolo não te iliba do meu ódio, por ti.

E  este sentimento é agora tão forte como o Amor que tivemos antes.

Neste momento odeio-te do fundo do meu coração.

- Um coração em pedra; um coração feito do ódio que sinto por ti.

As pessoas mudam muito; nós dois, não fugimos a essa regra.

sinto-me: uma lamechas...
publicado por mcm às 10:57
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Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010

UM SIMPLES "OBRIGADO"...

Que fazes com os teus dias? Vive-los, intensamente? Usufruis e fruis das, e as, coisas que se te oferecem?

Ou, pelo contrário, achas que os teus dias não têm encantos; e que não valem a pena?

Eu adoro a Vida! Sou daquelas pessoas que gostam das coisas simples e que agradecem sempre o que lhe dão.

- Sou mesmo uma pessoa muito grata aos que me tratam bem...

Podes acreditar se quiseres. E digo sempre, muito obrigada; e digo sempre, que apreciei muito, a gentileza que me fizeram.

Sabes que as coisas que nos dão, no-las dão, porque pensaram em nós? Porque nos querem ver felizes?

Então não custa nada agradecer.

Quando a gente agradece as singelezas, as pessoas habituam-se a serem ainda mais gentis connosco; e nós com elas; e assim o mundo fica melhor e mais doce.

Esta pequena introdução tem um único objectivo:

- Oferecer-te uma música de que gosto muito; com um vídeo muito fixe; cantada pelos The Mavericks, que eu amo do coração:

São alegres e fazem-me dançar e eu amo dançar.

Não precisas de me agradecer. Mas pensa nisto:

- Sermos gratos torna-nos melhores. E o Mundo inteiro agradece.

Portanto não esqueças: -Diz sempre um simples "Obrigado" aos que te tratarem bem.

publicado por mcm às 18:43
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O suícidio rondava-me...

Eu tinha dias em que desacreditava de tudo; e de ti.

Nesses dias eu não me recomendava a ninguém:

- Ficava triste; ficava irritadiça; ficava feia; ficava sem vontade que me tocasses, nem que fosse, só  com uma única palavra!

E nesses dias de completa falta de sentido, para mim, eu por vezes, pensava em desistir da vida:

- Pensava em morrer; fechar os olhos; fugir para sempre, de mim e de ti.

Depois, aos poucos, voltava a sorrir; a gostar de ti; a deixar que gostasses do meu corpo; a gostar que tocasses no meu corpo; e fazíamos amor...

E nesses dias - depois da minha ida ao inferno - em que fazíamos amor, o sexo era melhor.

- Era melhor porque me sabia a redenção! A vida nova.

Eu achava que me tinha salvado, mais uma vez, de querer partir, para sempre, deste mundo sem sentido:

- O suicídio rondava-me, a minha porta, constantemente. E ainda hoje não sei se, era porque te queria; ou porque queria que te fosses embora, para longe de mim. Para muito bem longe de mim!

Mas uma coisa eu sei:

- Depois de que te foste embora, da minha vida, aos poucos eu deixei de ter esses pensamentos sinistros e auto-destrutivos.

Hoje em dia durmo noites inteiras em que não sonho contigo; em que não sonho que morri; em que não sonho sequer com nada.

E agora, até tenho sonhos acordada, durante alguns dos meus dias.

- Aos poucos vou-me esquecendo de ti.

Aos poucos vou de novo gostando da Vida e de mim. Vou sonhando outra vez.

sinto-me: a contar coisas...
publicado por mcm às 10:39
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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

NO LADO ERRADO...

Como é que te achas?

Uma pessoa perfeita; só com qualidades; que jamais deu um passo errado?

Ou, pelo contrário, assumes-te como uma pessoa capaz de errar; de dar passos em falso; de andar por caminhos direitos e caminhos aos ziguezagues?

Eu já fiz muitas coisas que, se fosse hoje, faria de uma maneira diferente... E sobretudo, sei que não sou Santa e nem quero sê-lo.

As pessoas que se acham, as mais perfeitas que a perfeição, enervam-me...

- Oh se me enervam!

E o Tempo, esse feiticeiro, quase sempre me revela, que são umas fingidas e umas ressabiadas.

E na minha escala de valores, o fingimento é uma coisa muito maligna; e o ressabiamento é o material, de que se fazem os hipócritas.

Vem esta conversa a propósito, da canção que aqui deixo, para os visitantes deste meu blog.

A música é entre o jazz e a balada; a letra é sumptuosa e capta a solidão de quem, dizem, opta pelo lado errado da vida; Rui Veloso e Carlos T. são os obreiros de tal obra prima.

Se te apetecer abrir o vídeo, presta boa atenção às palavras que são cantadas...

No fundo nunca nada está definitivamente perdido, se quiseres, mesmo mesmo, a tua felicidade de volta

- Basta que optes por seres feliz.

A infelicidade não é um karma. Por vezes é, só, uma circunstância.

sinto-me: primaveril...(estou a rir)
publicado por mcm às 18:23
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O Diabo é do sexo; Deus é da conversa...

Ás vezes, quando tínhamos mais tempo, para as coisas do amor, da paixão, e do sexo, ficávamos deitados, até tarde, pela manhã; e conversámos de tudo e sobre tudo:

- Sobretudo conversávamos!

Sem regras; sem temas predefinidos; sem conclusões; sem nexo; com nexo; com humor; com ironia e muita bonomia!

Nessas manhãs em que o Tempo não nos consumia, na voragem dos horários, nós éramos garotos; filósofos; gaiteiros; hilariantes; desbragados; fantásticos; jamais sérios ou fúnebres!

Nas nossas manhãs da paixão - um pelo outro - e das paixões pela Vida, nós éramos muito fantásticos e surreais.

- Éramos fantásticos porque nos abraçávamos, vezes sem conta; e vezes sem conta conseguíamos ser campeões das performances do sexo, que ambos sabíamos arrancar um ao outro, com sucesso e prazer;

- Éramos surreais porque nada se passava no plano da realidade comum. Tudo se passava como se habitássemos numa catacumba; ou numa galáxia - aonde fossemos, conforme a circunstância, seres energúmenos ou seres angélicos, que oscilavam entre as mais horríveis ou as mais incompreensíveis e inalcançáveis ideias e actos.

E como tu sabes; e como e sei, também; nessas manhãs de sexo; conversa; abraços e amassos, nós éramos uma espécie de demónios e de deuses e faziamos o que o Diabo gosta e o que Deus recomenda que façamos e sejamos.

Nessas manhãs, sem Tempo, éramos, conforme os apetites, do lado do Mal ou do lado do Bem; e sem medo algum de não alcançarmos o Céu ou de sermos condenados ao Inferno, obedecíamos aos nossos impulsos mais reconditos.

- Éramos uns descrentes e uns convictos Ateus.

Nessa manhãs o "nosso" deus era a insanidade mental temporária... E diziamos assim:

- O Diabo é do sexo; Deus é da conversa... E riamos e curtiamos o momento.

No fim, voltávamos, com a maior naturalidade possível, a ser o que éramos:

- Dois "alinhados" à força!

E como todos os sonhos terminam, mais hora menos hora, as coisas, hoje em dia, já se não passam, de todo, assim.

Hoje em dia, já só fazemos, (nessas manhãs em que o Tempo nos não escraviza) o que os desencantados das paixões, fazem:

- Dormimos e bocejamos.

sinto-me: mt introspectiva e mais coisas
publicado por mcm às 11:00
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