Sábado, 18 de Setembro de 2010

Encosta-te mais...

Para mim, Nat King Cole é a voz, mais sensual, que já alguma vez cantou palavras de amor!

Ouvimo-lo e conseguimos imaginar-nos a viver, com alguém, de quem gostemos muito, as "estórias" sentimentais que ele nos canta.

As músicas são "calientes," e a sonoridade que ele nos tráz, na sua voz rouca , é muito especial.

Neste fim de tarde, quase de Outono, eu deixo, para os visitantes deste meu blog, este "mimo, singelo, mas do coração...

Com votos de que alguém, perto de vós e a vosso gosto, vos diga, com aquele sentimento bem "melado" na voz - a fazer prever o que virá a seguir:

- " Acercate más, e más, e más..."

Pronto! Por hoje ficamos assim.

sinto-me: ...
publicado por mcm às 18:53
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Mostra-me a "alma" do sexo!

Quando nos conhecemos, eu era uma mulher segura e com a auto estima, em maré, muito alta!

Tu disseste-me, depois, que reparaste nisso; e que foi o que mais te atraiu na minha pessoa! Que foi isso o teu "clique" erótico...

- Que admiravas a forma ágil como caminhava; que gostavas do tom afável com que abordava as pessoas; que invejavas a minha capacidade de lidar, no imediato, com questões novas e complicadas, mas fazendo-o de uma forma sensata e dando soluções às coisas, e, etc., etc.

Mais tarde, quando após um tempo - curto - passamos à intimidade da cama, aí, após essa nova etapa do nosso relacionamento, começaste a elogiar o meu corpo e a minha performance sexual:

- Que eu era espectacular; que eu era escultural; que eu era voluptuosa; que eu era muito sexy; muito "fêmea"; que eu fazia sexo com alma!

Nessa fase brincávamos muito; tinhamos um enorme sentido de humor; e eu perguntava-te, com um sorriso irónico e malandro:

- Mostra-me a "alma" do sexo.

E tu mostravas-ma!

Desatavas a rir; a acariciar-me; a entusiasmares-te - cada vez mais - e a "alma" do sexo, aparecia-nos, a ambos...

- Qual visão deslumbrante, que nos encaminhava para a cama, o nosso altar... E lá chegados, essa epifania de luz ,  revelava-nos que tínhamos que nos salvar ali, e naquele momento. E tudo se resolvia em bem:

- O céu era alcançado. A salvação cumprida!

Com as coisas apaziguadas, ficávamos, no depois, felizes e à espera de mais uma nova oportunidade, que voltaria, sem dúvida alguma, a chegar.

- Para nos "salvar-mos" de novo!...

E assim nós encontravamos, a cada vez, a "alma" do meu, e do teu, sexo.

- Muito profanos nós fomos! Felizmente.

No entanto, hoje que falo de ti, e penso em ti, não consigo já lembrar-me, nem visualizar bem, essa mulher, por quem te deslumbraste; e que era  eu, então.

Aos poucos deixáste de me cortejar; de me achar bela e sexy; de me veres como "fêmea"; como profissional de sucesso; como lider; e blábláblá...

- Caíste a pique em matéria de sedução!

Eu desmotivei-me de ti, pouco a pouco, após isso.

Já só íamos para a cama, para dormirmos.

Um dia, sem que eu o tivesse planeado, disse-te - com surpresa até para mim - que já não queria estar mais contigo!

E foi assim que cada um foi à sua vida!

Hoje considero-me uma mulher banal; sem grandes ideias; algo temerosa; profissionalmente competente; sexualmente moderada!...

Falta-me a segurança da paixão.

- A paixão empolava todas as minhas qualidades e tornava-as exuberantes. Visíveis: aos teus e meus olhos.

Agora existe um manto de opacidade, entre o que sou e aquilo que pareço. E acho isso de uma grande perda... 

sinto-me:
publicado por mcm às 12:49
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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

A meu gosto...

Há momentos em que a grande voz de Amália me reconforta e me faz sentir em sintonia, com as palavras que tão bem canta; para o nosso encanto.

- Para nos encantar!

"Nem às paredes confesso" é um fado que fazia os encantos de meu pai.

Só isso já chegaria para me sentir bem, com esta minha escolha, de hoje, aqui.

No entanto, Amália é mais que uma saudade!

Amália é "A Voz"!...

- Que soa como se de uma prece se tratasse;como um cântico de Alguém, com asas e auréola deífica...Amália é uma deusa da música!

Amália é a única mulher que é conhecida no mundo inteiro e que não precisa de apelidos.

- Amália é Amália.

É «nossa»; dos que a amamos e veneramos.

sinto-me:
publicado por mcm às 18:34
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Éramos viciados em prazer...

Éramos viciados em prazer!

- No prazer dos nossos dois corpos, unidos, um ao outro, até se saciarem da fome, da ausência, que nunca era longa.

Tu chegavas, e, sem rodeios, abraçavas-me. Colavas a tua boca, à minha boca, o teu corpo, ao meu corpo, a tua mente na minha mente, e, nesta absoluta entrega, lasciva, levavas-me para a cama,... e, era então, a total explosão da paixão, do sexo, sem reservas, e do amor inevitável pela vida. O que ali se passava,...naquele cenário de loucuras e de loucura era um verdadeira orgia.

O prazer que sabíamos dar, tirar e inventar, um com outro, será, para sempre, o que de mais importante guardarei, dos anos que passamos a encontrar-nos, a vivermos, a deixar-nos, como aconteceu.

Sim! Até no dia em que nos deixámos, fizemos uma despedida, que envolveu cama.

Foi triste mas foi arrebatador! Sabíamos, ambos, que seria a nossa última vez:

- Naquele quarto, naquela cama, os nossos dois corpos, suados e sensíveis, à espera de uma redenção pelo prazer; pelo desejo saciado,... iam despedir-se um do outro. Tu ias-te embora para longe; eu não podia acompanhar-te. Não queria acompanhar-te.

Mas fomos, ainda assim, arrebatados e plenos na entrega.

Repito:

- Éramos viciados,ambos, na adrenalina do prazer -  no que sabíamos tirar, um do outro, e, dar um ao outro.

E por isso te recordo, hoje em dia, como o homem mais sincero, que tive na minha cama.

Tudo o que tinhas para dar davas-mo, ali.

- Gostavas de sexo e de mulheres!- Dizias-mo, sem tabus.

Eu acho que sim. - Ambos gostávamos de sexo.

- Tu gostavas também de mulheres. Eu gostava de ti.

Por isso não aguentei partilhar-te com outras. Tu partiste, para outras paragens, eu não te acompanhei nessa "viagem"...

Não sei se algum dia mudarás!

Não sei se algum dia te voltarei a encontrar; e  a gostares, já só, de uma única mulher.

Se esse dia acontecer, serei tua para sempre.

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publicado por mcm às 10:42
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Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010

Sabes construir um sonho?

Para construir um sonho, basta querer sonhar.

Ouve este maravilhoso dueto e evade-te...Sonha com o que quiseres, depois!

- A música transporta-te até ao "paraíso" que desenhares só para ti - à tua própria medida. E, quando acordares, sentes-te uma pessoa melhor e menos mesquinha.

A mesquinhez; as pequeninas coisas que nos roem os dias e os desfazem em pedaços de cacos e pó, ficaram agora de parte, por uns instantes.

As coisas belas elevam-nos e obrigam-nos a sublimar a mesquinhez que todos temos dentro de nós.

- Como uma catarse, o Belo limpa-nos por dentro, e, faz-nos mais aceitáveis por fora.

Os dias ficam assim mais equilibrados. A vida acontece! Segue o seu trajecto... E nós deixamo-nos levar nessa corrente.

Evasões! Sonhos! Paraísos almejados - paraísos ao nosso dispor.

publicado por mcm às 18:07
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...o «monstro» do ciúme devorou-me...

O meu ciúme deu cabo de nós.

- Deu cabo de mim!

Houve um tempo em que te achava bonito; culto; homem sedutor; gentil; cavalheiro; sexy; desenvolto!

Depois, todas estas qualidades, que via em ti, passaram a ser os «meus» demónios. Os meus diabos a quem me rendi!

E foi assim, dessa forma diabolizada, de ti; e diabólica, que passei a ser doentiamente ciumenta de tudo o que fizesses ou dissesses.

Se me apaparicavas eu entendia que o fazias para me iludires e me compensares pelas tuas escapadelas com as outras.

Se me ignoravas eu entendia que o fazias porque as outras eram melhores que eu e que tu já não gostavas de mim.

As coisas foram azedando; eu fui ficando cada vez mais esquiva; deixei de querer ter contactos fisicos contigo; deixei de fazer sexo contigo; passei a considerar-me uma vitima, das tuas traições e negligências, que não sei se eram falsas ou inventadas; ou verdadeiras.

Este ciúme doentio que alimentei dentro de mim, destruiu a nossa relação que era boa no inicio.

- Éramos fixes um com o outro e éramos compinchas e confidentes um do outro.

Depois, não sei como, o monstro do "ciúme" apoderou-se, integralmente, do meu ser. Comeu-me a sanidade mental!

Estraguei tudo entre nós e caí numa enorme depressão da qual ainda não consegui sair; libertar-me, como devia ser capaz.

- A minha auto-estima está a zeros. A minha capacidade de te amar está a zeros.

Acho que até a libido perdi. Não sinto desejo de sexo com ninguém. Rejeito os contactos físicos, íntimos; e sinto-me aliviada quando o faço. 

O meu ciúme foi uma coisa que me destruiu e fez ruir a minha vida toda.

Agora reconheço isso e gostava de mudar o rumo, que tudo tomou na minha triste vida.

- Gostava, mas não sou capaz.

As coisas que se estragam rápido, demoram eternidades a compor...

sinto-me:
publicado por mcm às 10:18
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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010

«Je te veux»

Para descontrair, após um dia que pode ter sido muito cansativo, nada melhor que uma canção imortal de Satie...

Eu preferiria ouvir Renée Fleming a interpretá-la, mas achei que esta versão era mais acessível a esta hora do dia.

Um resto de noite boa e de paz, para todos; para quem por aqui passar, para me visitar neste meu "Jardim da Evasão"... e que amanhã seja um dia de boas coisas para todos nós, os que amamos a boa vida e a alegria de viver.

sinto-me: quase a dormir...
publicado por mcm às 21:57
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Sem ti não me organizo...

Não sabia o que fazer, sem ti, quando nos deixámos.

- E ainda não sei!

Tu foste-te; eu fiquei; e não sabia que volta dar, à minha vida, para poder sentir e fruir, um pouco, do conforto pela tua ausência.

Durante noites a fio, deitada ao teu lado, eu sonhava com o dia em que te fosses embora, para longe de mim!

- Para sempre e sem regressos!

As coisas começaram a correr-nos mal; começámos a ver em tudo, assunto de discórdia; as discussões eram, quase sempre, violentas e muito cansativas; às tantas ansiava por que te ausentases, para sempre, da minha vida!

E foi isso o que aconteceu.  Naquele Sábado, pela manhã, acordámos e tu quiseste que eu me levantasse para te trazer alguma coisa à cama, para comeres!...

- Um yogurte - por exemplo - disséste-me tu!

Eu desatinei contigo; eu disse-te que não era tua criada; tu começáste a chamar-me nomes, horríveis e insultuosos, e,...passado um pouco, quando já barbeado e vestido, vieste ter comigo à sala, disseste-me:

- Vamos acabar com isto. Hoje mudo-me para casa da minha mãe, até que arranje outro lugar...

Eu não te impedi; não te pedi que te não fosses embora.

Quando saíste e me disseste que voltarias, mais tarde, para apanhar o resto das coisas, eu acenei-te com a cabeça, em jeito de concordância e não te disse nem uma palavra.

- E foste-te.

E agora que te foste; que levaste as tuas coisas todas; que não voltas mais, eu não sei que faça sem ti!

Sinto falta das discussões; das implicâncias; das zaragatas; dos "amassos" que te dei, algumas das vezes; sinto falta da tua companhia na minha cama,... E não sei que faça de mim, sem ti!

Ninguém me agrada para minha companhia, de todos os dias:

- Nem para ir ao cinema; nem para conversar; nem para fazer sexo; nem para amar, e, muito menos, para discutir. Não encontro ninguém que me ature, como tu me aturavas - com tantas minhoquices na minha cabeça e a dar-te cabo do juízo - com tantas discussões que eu atiçava entre ambos, às vezes até mais não poder falar, de cansaço e tu a dares-me troco e a gritares comigo, também.

Sei que te torrei os neurónios! Sei que fui mazinha, contigo. Mas sinto a tua falta - porque gostava de ti e sou uma insatisfeita. Sou tramada das ideias e descontrolada dos meus actos. E tu aturavas-me e dizias que me amavas...

Estarei maluca?

- Será que deste comigo em maluca?...

Não sabia nem sei, ainda, o que fazer sem ti. Não consigo organizar-me, nem ser feliz.

sinto-me: chegada ao meu céu...
publicado por mcm às 17:52
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Terça-feira, 14 de Setembro de 2010

Utopias da "luz"...

Às vezes sonho com um mundo diferente e melhor!

Sonho com paz; justiça; amor; igualdade; tolerância; trabalho; esperança; saúde e felicidade para todos:

- Sem restrições; sem excepções.

Claro que esse sonho, utópico, me preenche alguns instantes, fugazes; e, depois, basta-me olhar para o lado - se caminho numa rua - e logo o meu sonho se acaba, mesmo ali, cortado rente e cerce... morre e acaba-se...

- Olho os outros, que caminham ao meu lado, e vejo rostos tristes; rostos sem alma; rostos sem paz; rostos sem esperança. E vejo-me a mim, neles, também.

As pessoas estão num labirinto; e não sabem para onde nasce o Sol; e nem sequer se nasce o Sol.

E desta forma- meio real e meio fantasista - eu desejo, aos visitantes deste meu blog,  que hoje por aqui passarem, que escutem esta bela voz; leiam o poema que acompanha este canto, e meditem um pouco...

A vida pode não ser muito generosa connosco! Mas sem gostarmos de nós, nada tem graça, nem nada melhora.

Espreitemos o Sol que nasce. Olhemos bem para o alto, para donde ele desponta. Empanturremo-nos da sua luz. Suavizemos o lado rude das coisas:

- Evasões...

publicado por mcm às 17:45
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Por isso te escorracei...

Sei que me amavas!

Hoje que penso em nós, com algum distanciamento e sentido de perda, sei que me quiseste muito; da forma melhor que conseguiste.

Pena, que eu não te tenha sabido aceitar, tal como eras:

- Uma pessoa intranquila e que não está talhada para o altruísmo.

E o mal - nosso - foi esse:

- Tu dizendo-me que me davas tudo o que tinhas; eu replicando e contrapondo o contrário.

E assim, de recriminação em recriminação, eu dei cabo do bom, todo, que ambos podíamos ter ainda...

- Das coisas divertidas que fazíamos juntos; das borgas que ambos curtimos; das noites de copos que partilhámos;  da nossa intimidade na cama; da nossa excêntrica forma de fazer sexo, de cada vez que fazíamos sexo; das nossas eternas e saborosas loucuras.

Assumo, por inteiro, que fui eu que não aguentei viver, só, com aquilo que me davas!

Hoje que te lembro e sei que me amavas à tua maneira - tenho um tédio, enorme, dentro de mim:

- Tédio pela tua falta; tédio pela impossibilidade de preencher a tua falta, ao meu lado, com outra pessoa.

E assim, desta forma inesperada e sincera, ficas a saber que me arrependo, de te ter escorraçado; e dos motivos, algo estéreis, que invoquei para o fazer. Sim, fui eu que te escorracei!...

De qualquer forma, a minha pena não é tão agravada, porque sei que o que me davas, para mim, não chegava.

- Sexo; divertimento; loucura; copos e noites, somente e só, não me chegavam...

E acontece que, por isso, por saber que nas horas más não te podia sentir do meu lado - que te ausentavas quando as coisas não eram só "fun,"nem só mundanas - que eu acho que fiz bem em te mandar embora.

Sofro por te não ter, para me divertir. Mas não sofro, porque quando as coisas me correm mal, tu não estás disponível para a generosidade de me acolheres e auxiliares com a tua presença.

A vida é assim mesmo:

- Uma constante opção por um dos lados: ou o melhor, ou o pior... O lado A; ou o lado B!

Há que aguentar e saber viver o dia seguinte.

sinto-me:
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publicado por mcm às 10:46
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

Rendida...

Fico inteiramente rendida a tanto talento!

Pavarotti e Queen são meus ídolos, de sempre e para sempre.

Hoje sinto a falta de Pavarotti, ao vivo... e de Freddie Mercury, também a cantar,  em cima de um palco, ao vivo, com a sua magia pessoal, que fez dele inesquecível...

Ainda bem que há registos das suas vozes!

Ainda bem que eles passaram pelo nosso Mundo e nos deixaram qualquer coisa de bom e intemporal.

A boa música e as boas vozes nunca se apagam, para sempre.

Ainda bem que assim acontece!

São estas coisas que tornam a vida melhor e mais apetitosa de se viver.

Uma boa semana de trabalho, para todos os que aqui passam diariamente.

-Sintam-se de bem convosco! Façam por isso...

publicado por mcm às 17:54
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Prazer e pecado...

Contigo ao meu lado, nos dias loucos da nossa paixão, os pecados eram, o teu e meu, alimento.

Sentiamo-nos os melhores e os maiores, em tudo! Poderosos e temíveis!

- A nossa beleza era a maior; o nosso corpo perfeito; as roupas, que o vestiam, as mais fahion; o nosso trabalho o mais importante; os outros não nos interessavam; o sexo que fazíamos era o mais sofisticado e mais arrebatado que havia; éramos arrogantes; éramos os mais ricos e os mais perfeitos e os mais temidos do planeta e arredores...

Estávamos habitados pela áura da Paixão!

- E os pecados capitais da nossa paixão eram a luxúria; a gula; a falta de humildade!

Durante esse tempo, de desvarios e desmandos, pecámos para o resto da vida inteira. Agora que voltámos a ser duas pessoas comuns - banais - reconheço que deveria "confessar-me," de novo; e só a ti.

E, porque sei que me absolverias, sem penitência alguma, era contigo que gostava de voltar a pecar...

- Gostava de me sentir outra vez a mais bela; a mais inteligente; a mais desejada; a mais completa Mulher; o mais "belo objecto de pecado" à superfície da Terra...E sem restrições de mente; de corpo; de moral vigente - eu me entregaria a ti, por inteiro; e os pecados só seriam pecados porque os outros não eram tão felizes, nem tão autênticos, como nós...

Os outros invejam a felicidade dos que a exibem e condenam-os por isso.

A Inveja será o «único» pecado?

As coisas são assim mesmo:

- Sem inveja e sem desamor, penso que não haveria motivo para me considerar, nem a ti, de pecadores. Éramos somente duas pessoas livres e de bem consigo e com a vida!

Hoje que sinto falta do «Poder» que me dava a nossa paixão, sinto também a saudade de pecar.

- Sinto a nostalgia do Pecado.

E não consigo perceber, ao fim destes anos todos, qual o motivo de, "prazer," ser sinónimo, de "pecado"!

As pessoas banais complicam tudo porque não aguentam ver os outros de bem consigo.

- É a "dança" do pecado da Inveja.

É a dança onde todos bailamos de vez em quando...

sinto-me: good
publicado por mcm às 10:24
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