Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

Escreve-me...

Hoje é sexta-feira! Aquela noite mágica, em que chegar a casa, cedo ou tarde, tanto faz...

Amanhã é sábado e depois domingo...

- O doce fim-de-semana!

Dá para dormir; namorar; implicar; fazer coisas menos habituais e mais engrandecedoras - da alma e do corpo.

Este tango que aqui deixo, para os visitantes deste meu blog, é um convite à nostalgia e aos momentos a dois.

- Aos amores todos: presentes; ausentes; bons e amargos.

Esta voz celestial, de Tino Rossi, é uma espécie de lenitivo para a alma!

Deixa-te possuir por esta voz, e embarca, totalmente, em qualquer "nave alada" que te transporte para os braços de quem mais gostares...

E, se isso não te for possível, vive, ainda assim, um tremendo faz-de-conta...

- Imagina-te nos braços de um grande amor...abandona-te neles... e evade-te.

Chega até aonde estiveres de bem contigo. Não tenhas pressa em voltar.

A boa música tem destas coisas!...

sinto-me: eu...
publicado por mcm às 18:34
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Talvez que me troques, por uma de vinte...

Eu queria mas não conseguia!

- Queria ser gentil contigo; queria ser meiga; queria ser sexy; queria estar bonita; queria dormir bem; queria dar-te, a ti, aquele bem-estar e paixão, que já te dera! Mas agora não conseguia.

Como que numa viagem de descobertas, várias, eu descobria a minha vida a mudar, agora para pior:

- Eu fizera quarenta e muitos anos, e, notava-me a envelhecer; a ser uma chata; a ser uma mulher sem apetite por sexo; a querer que me deixasses em paz, com os meus medos e as minhas angústias.

- Mas que fosses meu amigo e compreensivo comigo!

Estava em pré-menopausa, dissera-me o médico uns tempos atrás, numa consulta para o efeito!

Eu não te disse nada pois queria que me visses, ainda, bela e jovem como eu era quando me conheceras.

Tu exigias de mim, aquilo que eu te não conseguia dar, naquela fase tão desconfortável da minha vida.

- Exigias-me boa cara; grande disponibilidade mental; grande apetite sexual; muita juventude, muita energia...

Um dia disséste-me, duma forma grosseira e sem contemplações, caridosas,  que eu estava a ficar, como aquelas mulheres chatas, a quem os maridos trocam por uma de vinte anos, e, se vão embora com ela para serem felizes, como merecem!

Eu senti-me apunhalada por ti, nessa hora negra, da nossa relação.

Senti-me um trapo velho; que se atira para o caixote do lixo, porque já só nos ocupa espaço no guarda-fatos...

- E afastei-me ainda mais de ti!

Passei a recusar as tuas propostas para sexo; para saídas; para dormidas, a dois; para conversas; para qualquer plano que envolvesse estarmos, um com o outro, mais intimos ou mais companheiros.

- Passei a ver-te  como uma pessoa hostil.

Achava que não era, já, de forma nenhuma, a mulher que te atraira e tanto te excitava - intelectualmente e sexualmente e afectuosamente.

Passei a considerar-te um inimigo e um homem sem coração.

Nunca mais me disseste que eu era "chata" e que eu era "descartável". Não te dei, mais, essa confiança.

A minha pré-menopausa foi incompreendida e totalmente desacompanhada - como merecia e devia - por ti.

Eu, com complexos e sem viço na alma, deixei-me derrotar por essa tão normal nova etapa, do meu "ser" de mulher a entrar na fase madura.

Hoje, ainda estamos, mas nada nos une. Estamos, um com o outro, por estar.

- Hábito; comodismo; deixa andar.

Até quando?

- Eu não sei. Talvez tu te entusiasmes e me "troques, "por uma de vinte", num dia destes, próximo!...

Tanto me faz. Não sinto paixão alguma - nem por mim, nem por ti.

sinto-me: brutal!
publicado por mcm às 10:40
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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Dança...

Quando menos pensamos, as coisas podem acontecer na nossa vida. Faz tu também, alguma coisa para isso!

Vê como dançar é belo; é libertador; é sensual; é artístico; é fácil, se tu o quiseres mesmo, fazer...

Dançar, como expressão corporal libertadora, do corpo e da mente, somente, requer duas coisas.

- Vontade e muita persistência.

Podes fazê-lo com um par; sozinha/o; em casa; numa escola; num clube de amigos; ao ar livre; feliz ou menos feliz!...

Eu amo a dança e gosto de dançar!

Faço tudo, ao meu alcance, para, de vez em quando, dar asas a essa minha grande ilusão, antiga:

- Em tempos, trabalhei imenso, para ser, talvez, uma boa bailarina...

A vida não quis e não deixou, e tive que abandonar esse objectivo. No entanto eu continuo a fazê-lo...

- Com menos arte mas tanta paixão como dantes.

A vida não pára e nós, enquanto quisermos e pudermos, também não.

Se gostas da sugestão, evade-te, e dança este tango.

- Não penses, nem por um segundo, em que não o deves fazer.

- Não te auto-limites, em nada, de nada. Dança, mesmo só para ti.

Bem basta quando as limitações nos são impostas, por motivos exógenos, que nos ultrapassam. Aí, ainda assim, há que dar a volta à situação.

Dança! Não te preocupes com os outros; ou diz-lhes que dancem contigo...

sinto-me: a beber chá...
publicado por mcm às 18:15
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...sexo; jogo; e vida de ricos...

Nós gostávamos do Outono!

Tu e eu, sempre e enquanto vivemos, tirávamos alguns dias, de férias, no Outono!

Dizias-mo tu - era a estação mais propícia e mais bela para os amantes! Para o romance!

Eu concordava contigo - nisso e em quase tudo - e, íamos para o Norte.

Aboletávamo-nos numa, boa, pousada lá para os lados do Gerês e daí fazíamos as derivações que nos apeteciam.

- E apeteciam-nos coisas boas; excessivas;que nos enchiam os olhos de beleza, o corpo de prazeres, a alma de inebriamentos e paz.

Abrias a capota do teu carro, e, a céu aberto, passeávamos, rriamos, conversávamos, desfrutávamos da vida, roubávamos a paisagem com o nosso olhar, sedento, de se encher de tantas belezas...

Recordo hoje como nós éramos, dois aloucados, e como nós fruiamos de tudo, como crianças que saboreiam o seu gelado preferido, num dia de muito calor, sentados numa esplanada frondosa...

- Com humor, despreocupação, segurança e sem sentido de limites do prazer!

Nós sabíamos saborear os dias desses encantos encantados:

- Os cobres dos vinhedos, a perderem de vista; as folhagens, da flora densa, a ficarem em tons de castanhos e amarelos e sei lá que mais tons...; o relevo; os rios; os socalcos; os vales; as gentes que nos acolhiam tão bem em todo o lado!

- E as comidas, que nós escolhiamos e comiamos até, quase, não podermos mais; as bebidas várias e adequadas; as sestas reconfortantes; as noites escaldantes; os acordares amorosos e salutares; os passeios de mão dada; e as novas rotas...

Íamos a Vigo comer mexilhões; íamos às compras; íamos passar tempo à descoberta de lugares paradisíacos, como La Toja:

- Ilha maravilhosa e calma que no Outono nos esperava, como "habituées"- para dois ou três dias de amor; sexo; jogo; e vida de ricos!...(Embora eu menos rica que tu...mas tu eras generoso e gostavas de ser feliz comigo.)

O que nós nos divertíamos, um com o outro, é aquilo que eu hoje recordo, melhor, dessas férias, anuais, de tantos Outono!

Os mesmos gostos; as mesmas ideias; as mesmas fantasias; o mesmo prazer em gozar a vida.

Agora, quando passo por esses exactos lugares, lembro-me de nós; e de como as mesmas coisas podem mudar, aos nossos olhos, conforme o nosso estado de espírito...

- Tudo parece menos belo, sem ti.

Até o Outono, lá, agora, me parece - só - vulgar.

sinto-me: a divagar...
publicado por mcm às 10:43
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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

Tira agora um momento, só para ti...mima-te!

A vida não é só trabalho; obrigações; filhos; cozinhados; nem só afazeres, sem fim e sem jeito!

Dá uma oportunidade a ti próprio/a, e abre este surpreendente presente que aqui coloco para ti.

Senta-te; relaxa; mima-te... e vê o vídeo.

Busca a evasão que mereces!

Este é um dos grandes momentos da dança flamenga, por um dos seus mais espectaculares executantes:

- António Gades! Com Cristina Hoyos...

Quando acabares de ver, e ouvir a música, com toda a certeza, te sentes mais feliz e menos escravizado/a pelo teu quotidiano, implacável.

- Levanta o olhos e agradece a quem queiras, a faculdade mental, que só os humanos possuem, de se libertarem, quando querem, pelo pensamento.

Vai e segue, depois, com a tua vida!

- Vês?!... Ninguém morreu porque paraste um pouco, para te evadires.

Não somos assim tão importantes nem tão insubstituíveis.

sinto-me: igual a sempre...
publicado por mcm às 18:03
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"Filmes" do meu passado, feliz...

Perguntavas-me, com regular frequência, qual o motivo pelo qual eu te tinha "escolhido" entre os outros homens!

Eu, com o humor que me caracteriza e tu gostavas, respondia-te, sempre, da mesma maneira:

- Falta de critério, meu querido! Tendências para o abismo!...

Tu, que também eras imensamente divertido e oportuno, nas respostas que davas, retorquias-me:

- Tiráste-me as palavras da boca. Eu estou contigo, exactamente, pelos mesmos itens que agora me revelaste,...!

E assim, desta forma tão ácida mas nada verdadeira, nós nos atirávamos, depois, nos braços um do outro, para nos amarmos: como o sentíamos e sabíamos fazê-lo.

Claro que eu te escolhi porque te intuía melhor que todos, em tudo:

- Intuía-te carinhoso e eras carinhoso; imaginava-te generoso, e eras muito generoso; sonhava que soubesses fazer, muito bem, sexo, e, na escala de zero a vinte, sem hesitar dou-te um dezoito!

- O dezoito é, unicamente, porque não há perfeição absoluta nem fantasias esgotadas, em matéria de sexo. Mas, quase estás no topo da tabela...Como sabes eu gosto de manter as expectativas em alta!

Tu eras vaidoso e sabias muito, sobre a boa avaliação que eu fazia de ti; e o que eu gostava de ti; e como eu me completava contigo! E, isso era, quase, uma anfetamina na nossa fantástica paixão.

- Dáva-lhe uma energia, sempre renovada!

Foram tempos de coisas maravilhosas para os dois:

- Líamos imenso; tratávamos temas elvados, até à utopia; íamos ao céu ou ao inferno à procura de motivações, que nos preenchessem, a ambos.

O estado das coisas, connosco, nessa época abençoada das nossas vidas era empolgado e gratificante.

- Quase me casei contigo, de papel passado... 

Tempos houve em que vi em ti o homem da minha vida! Enfim!...

- Filmes do meu passado, feliz, em que eras o actor principal e que agora recordo, para apaziguar a alma e os meus dias, sem ti.

sinto-me: a fazer filmes
publicado por mcm às 10:43
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Terça-feira, 21 de Setembro de 2010

Consolos inesperados...

Esta voz; esta sonoridade e cadência, servem-me, neste momento, perfeitamente, à minha necessidade de evasão.

Sade Adu é uma Senhora da música.

Eu gosto nela, de tudo:

- Da sua beleza física; da sua imagem distinta; da sua voz quente e afinada - de timbre único; das canções que canta; dos poemas que suportam essas canções...

Neste fim de dia em que talvez as coisas vos tenham corrido bem - ou não - quem sabe, talvez, ouvindo "By Your Side" fiqueis muito apaziguados, tal como eu fiquei?!...

- Algures pode haver alguém que nos aprecia e acarinha em qualquer circunstância!

O vídeo, ainda por cima, é muito, muito bonito!

São os momentos mais simples, como este, os que, a maior parte das vezes, nos dão consolos inesperados!

Que assim seja, então.

Que nunca nos falte um carinho, no momento de maior necessidade  de o encontrar.

sinto-me: sei lá?!... Bem!
publicado por mcm às 18:14
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Pés de fada...

Uma coisa que eu gostava em ti?

- Sem dúvida alguma, os teus beijos!

Quando me beijavas eu chegava ao céu. O paraíso era o meu habitat, natural. Eu sentia-me no limite da felicidade, absoluta.

Os teus beijos eram únicos! Eram o céu. Eram o «meu» céu!

Quando me beijavas, com os teus olhos, eu sentia-me acariciada de alto a baixo, no meu corpo;

Quando me beijavas com as tuas mãos eu sentia-me possuída por um deus que me trazia um pedaço do seu Dom e o impregnava em mim, nesse instante;

Quando me beijavas com os teus lábios - finos e delicados - eu ficava extasiada...

Entregava-me a esses teus beijos, por inteiro.

Eram os beijos nos meus olhos; eram os beijos na ponta do meu nariz; eram os beijos nas maçãs do meu rosto; na minha boca, no meu pescoço, nos meus ombros e em todo o lado...

- Beijavas-me até à ponta dos meus pés, que, dizias-me, então, eram de fada.

E, eu rendida e convencida, dava-me totalmente a ti nesses momentos. Entregava-te o corpo e a alma.

-  Eram momentos de sexo; de erotismo; de consumação absoluta do desejo. Eram momentos de amor, loucura e ternura.

A coisa de que mais falta sinto, e recordo de ti?

- Sem qualquer hesitação, os teus beijos, todos.

Os ternos; os intencionais; os lascivos; os reconfortados; os de despedida, antes de adormeceres.

Todos os teus beijos eram especiais.

- Por isso os recordo hoje, aqui, para mim e para ti.

Hoje evado-me contigo, assim.

sinto-me: a contar coisas...
publicado por mcm às 10:42
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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

A meu gosto...

Eu gosto de jazz; de Eric Clapton; de canções românticas e com poemas eternos...

- Gosto de música, em geral!

Hoje, enquanto conduzia, ouvi esta "pérola" que aqui vos deixo.

Pertence ao último trabalho de E. Clapton e é uma interpretação sublime deste poema, que no original se chama:

- "Les feuilles mortes"...(Jacques Prevért)

Todas as versões deste enorme sucesso são muito especiais: mas neste momento, esta, foi aquela que me serviu e serve, à evasão...

Que os visitantes deste meu blog, que acaso aqui passem, se consigam também abstrair, por momentos, do rude quotidiano de trabalho, a que possam, eventualmente, estar sujeitos; e que sonhem sonhos impossíveis, pois são os melhores.

Mais tarde temos todos tempo de voltar a acordar.

- O telejornal é sempre às oito;nove; dez horas da noite... e sem "brakes" para humor.

sinto-me: nas calmas...
publicado por mcm às 17:42
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Hoje estamos às avessas...

Caminhamos lado a lado, de mão dada e em silêncio.

- Hoje estamos um pouco às avessas um com o outro!

Quando tu me disseste para te ir buscar ao aeroporto, eu disponibilizei-me logo e sem desculpas. Fui buscar-te à hora marcada.

Lá chegada optei por te ir esperar, na saida de passageiros;e, tu que estavas habituado a que te esperasse no estacionamento, não contavas comigo ali, naquele lugar...

E assim te vi chegar, lado a lado com uma mulher, com quem parecia teres muita familiaridade.

Tu ficaste embaraçado. Eu fiquei desencantada e ciumenta.

Mais tarde acabáste por me dizeres que era a colega que te acompanhou, em trabalho, nessa viagem!

Eu fiz de conta que sim:

- Que achei natural essa tua explicação, que não te pedi.

No entanto, cá para mim, pensei: por que motivo vinhas encostado a ela; e na galhofa com ela; e quase parecendo um "casal"de namorados felizes, que chegavam de viagem de núpcias?...

Agora caminhamos lado a lado, para irmos jantar e eu penso nessas coisas e em que fazer contigo.

Cá para mim sei que estou de mal contigo e com a nossa relação. Estou desconfiada de ti; da tua lealdade para comigo...Estou possessa!

Penso falar-te normalmente e com alguma frieza, entretanto; penso não fazer sexo contigo, enquanto me sentir ciumenta e despeitada; penso em não te dar confianças, de maior, até ver. Não dramatizo; não faço teatro; não me exponho.

- Penso aguardar os desenvolvimentos e tomar decisões se for caso disso, mais tarde.

Tu, desde esse momento, em que te fui esperar ao aeroporto, talvez com sentimentos de culpa, andas todo obséquios e deferências, comigo.

Mas eu desconfio de ti.

A nossa relação está, agora, virada do avesso:

- Passou de mar chão a mar encapelado.

Pressinto uma tempestade no horizonte. Pressinto uma tempestade brutal que se vai abater sobre nós.

- Ou não!

sinto-me: divertida e tótó...
publicado por mcm às 10:38
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Domingo, 19 de Setembro de 2010

Simple words

Há palavras para explicar qualquer situação.

Eu gosto de utilizar as palavras, com cuidado, ou com exuberância.

Muitas das vezes há palavras que, ditas de determinada forma, nos salvam.

Outras vezes, porém, condenam-nos.

Por mim, prefiro utilizar as palavras, em qualquer circunstância.

Prefiro dizer o que penso - quase sempre.

Ps:

Esta balada é muito bonita.

A música e as palavras podem salvar-nos, absolutamente.

Ajudam-nos na evasão...

publicado por mcm às 17:44
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Eu via em ti um homem fabuloso...Especial!

Recordo hoje aquele dia, em que tudo bateu certo, connosco:

- Tu estavas fashion, sem pareceres gay; eu estava fashion, sem parecer velha gaiteira, nem jovem retardada; estávamos ambos bem dormidos; estávamos ambos alegres; estávamos ambos cheios de ganas, de viver muito bem, todos os momentos, desse novo dia, da nossa paixão!...

Sim! Tu e eu estavamos imensamente apaixonados um pelo outro! E estavamos em férias.

Eu via em ti um homem fabuloso; só qualidades! Um semi-deus que me bafejava, todos os dias, com a sua inteligência divina; com a sua virilidade divina!!!; com o seu humor e sensatez, também qualidades divinas, entendia eu!

Em ti tudo era perfeito:

- Corpo perfeito; olhos lindíssimos; olhar cativante; palavreado a condizer; e, na cama, eras o  «meu» deus do sexo! Cheio de saberes; e conhecedor profundo dos segredos do prazer.

E tu, dizias-mo, constantemente, vias-me também como "a mulher" dos teus sonhos!

E eu sentia-me a mulher capaz de te criar sonhos; de realizar os teus sonhos; e de reservar em mim muito espaço, para sonhar; e te dar muito  e de tudo o que esperavas que eu te desse sem restrições, sem constragimentos alguns.

E assim, desta maneira tão apaixonada, saímos do hotel e fomos passear o dia inteiro.

Tudo bateu certo nesse dia romãntico; apaixonado; e que deixou memória boa em nós os dois.

Parávamos o carro, aonde nos agradava; saiamos para ver as paisagens, os castelos, os museus; comemos perdiz à minhota; bebemos vinho que não me lembra o nome; e no regresso a música que cantávamos, em coro e aos berros, era toda a que aparecia na grelha, que a rádio do carro passava...

Chegados ao hotel, subimos; deitámo-nos; abraçamo-nos, e, nem sexo fizemos! Estávamos tão felizes que nos deixámos dormir, abraçados e ainda vestidos...

Foi um dia inesquecível; em que nunca a desarmonia nos bateu à porta.

Gostávamos, então, muito, muito,muito um do outro! 

Mais tarde quando acordámos viráste-te para mim e disséste-me:

- O que hoje vivemos, de bom, já ninguém no lo tira! Só temos que fazer mais dias iguais.

Eu dei-te, então, um beijo sentido, e, de anuimento. Nós sabiamos ser felizes.

sinto-me:
publicado por mcm às 13:35
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