Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

«A ferroada» do dia...

 

Sou muito a favor de que se incluam todos os ex-combatentes, nas comemorações do Dia de Portugal...

- Com excepção para aqueles que em Angola e Moçambique, após o 25 de Abril, se demitiram das suas funções de defesa dos seus compatriotas;  ou outros que igualmente não tenham cumprido o seu dever.

sinto-me: a brindar a Portugal
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publicado por mcm às 12:23
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Quarta-feira, 9 de Junho de 2010

Coisas que me deixam feliz...

 

Quando, por vezes, me sinto vazia; triste; sem rumo; sem abrigo; sem um ombro amigo, por perto e ao "dispor,"... procuro, então, ouvir uma canção que me torne feliz, e, quase sempre, me acontece aconchegar com ela, a minha alma sedenta do conforto dos afectos em falta...

Esta versão de «Besa-me mucho» é um desses "aconchegos" que aqui partilho com todas as minhas amigas e amigos que hoje passarem por este meu blog.

Vejam se é, ou se não é, verdade aquilo que eu vos digo!...

- Escutem Andreia Boccelli, com a sua voz maravilhosa e de veludo, e, no fim, podem ficar um pouco nostálgicas/os, mas a tristeza deu lugar ao aconchego, em nós,  das memórias boas que retivemos dos instantes felizes que já vivemos um dia...

sinto-me: de passagem...
publicado por mcm às 18:16
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«A matraca da Antena 1»

Há anos que acordo com a Antena1. Insisto neste martírio.

No programa da manhã, da Antena1, salvo alguns saborosos interregnos, está um locutor de continuidade que é, no meu ponto de vista, uma “matraca”, um trapalhão e um «verborreico».

Fala alto e com um tom de voz massacrante; não diz uma frase correcta e com sentido; os nomes que deveria anunciar são ditos deturpada e atabalhoadamente; das músicas estrangeiras quase nunca se percebe qual o seu nome e nem o do cantor respectivo; e repete, à exaustão, tudo o que é banal e desnecessário e os outros colegas, em programa, já disseram.

Nesse mesmo espaço existe um jornalista que é o contrário deste senhor anterior, de seu nome - António Macedo.

Ricardo Alexandre é sóbrio; faz perguntas inteligentes, aos seus entrevistados; os noticiários que conduz são esclarecedores; e é um gosto de profissional de rádio e como jornalista.

E eu vivo neste “drama” todos os dias:

- Deixo a Antena1, ou não deixo a Antena1? Mudo ou não mudo de posto emissor?

Vou protelando, sempre, na esperança de que esse tal senhor, que me «fustiga» os sentidos, seja substituído ou qualquer coisa parecida.

Não sei por quanto tempo mais, ainda, aguentarei a ouvi-lo e a controlar o meu desconforto total!

 

Ps: 1- A minha apreciação a AM é somente como ouvinte da Antena1 e pagante da taxa de rádio. Não o conheço nem sei quem é fora daí.

Também não conheço RA.

Ps: 2 - Qualquer pessoa que ouça a Antena1, pela manhã, poderá aferir daquilo que aqui falo.

sinto-me:
publicado por mcm às 11:08
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Terça-feira, 8 de Junho de 2010

Sol do Sul...

 

Já estamos outra vez na mesma...

- Chove!

Daniela Mercury dá a receita:

- " Eu trago o Sol, nos meus olhos um farol;

Eu trago o azul... Eu trago o Sol lá da América do Sul"...

sinto-me: como sinto!
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publicado por mcm às 21:35
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Porque (quase) desacreditei dos homens...

Para que não restem dúvidas, de qualquer espécie, eu sou uma pessoa que gosta dos homens, para quase tudo:

- Conviver; passear; dormir; trocar ideias; dançar; rir; fazer aventuras; pintar a manta; desmanchar a cama; etc.

Acontece que, sendo eu grande fã dos homens em geral e em especial daqueles que me emocionam, (sim, eu emociono-me com alguns homens...) deixei de crer neles, há imenso tempo. E deixei de crer nos homens, porque dava comigo, a desacreditar de mim mesma!

Quando me apaixonava, por um deles, sempre me ocorria um mesmo episódio, que é o seguinte:

- Se o meu apaixonado me dizia que eu era linda; sexy; espirituosa; inteligente; elegante; desejável; imprescindível e mais coisas,... eu acreditava nisso - ser única - e, verdade, verdadinha, andava nas nuvens e queria, ainda por cima, que tudo o que me era reconhecido como atributo pessoal, fosse mais visível, e aprimorava-me e dava o meu melhor. Mas, lá vem o tal «mas,» quando as coisas esfriavam e terminavam, já não havia elogios; e, era aí que eu começava a ter os meus problemas existenciais,...

- Ficava insegura; triste; via-me feia; desinteressante; velha; horrível; um traste. Via-me sem qualidades nenhumas! Via-me rejeitada.

Como sempre, e de todas as vezes, que me apaixonei, as coisas se passavam dessa mesma maneira - com o homem a desleixar-se e eu a ficar insegura na relação - concluí que mais valeria que eu deixasse de acreditar nas palavras de encanto, que os homens me «cantam» quando se interessam por mim, e desse a volta a essa situação, duma maneira que me beneficiasse... E, dei-a.

Agora acredito, com veemência, nos meus atributos e encantos pessoais, porque me sei uma pessoa normal: com qualidades e defeitos! E, se algum homem o notar e mo disser, eu constato isso e não acrescenta nem diminui, nada de nada, à minha forma de me ver e de me entender como pessoa. A minha auto estima está compensada, por fim!

- Agora sou eu que «mando» em mim, em matéria de reconhecimento de atributos e qualidades pessoais. Não dependo de opiniões circunstanciais, de terceiros, para me auto-avaliar ou me sentir segura. Para me saber bonita ou feia; desejável ou um traste... Basta-me a minha objectividade e a minha subjectividade.

Que alivio minhas amigas! Que alívio!

No entanto, se algum homem sedutor me fizer um rasgado elogio, isso será sempre uma coisa boa de se ouvir.

sinto-me:
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publicado por mcm às 12:52
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Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

Eu gosto...

 

Música para namorar passeando de mão dada e fazendo olhinhos...

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publicado por mcm às 20:01
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Se eu mandasse qualquer coisa só por um bocadinho...

Hoje fiquei aqui a pensar o seguinte:

- E se eu mandasse qualquer coisa de jeito, só por um bocadinho e tivesse o poder de decidir sobre algumas matérias de fundo, o que faria eu, de significativo, para mudar "este mundo" em que tudo parece, só, normal?

Então, meio a brincar e meio a sério, "decidi" usar esse meu eventual devaneio decisório, da maneira bizarra que aqui vos relato e que é a seguinte:

- 1 - Para já,  e logo a começar, acabava com as análises, os debates, os programas infindáveis, só de futebol; o Mundial seria com os que lá iam e mais os jogadores, e mais ninguém. Não havia conversa; não havia comitivas; não havia quebras de produção, nas empresas, para assistir aos jogos; não havia noites de insónia, para ouvir as tais "análises" futebolisticas; e, quem queria mesmo o futebol, teria que ir ver os jogos; e só isso, e falar com o vizinho do lado, em surdina, sobre futebol...

- 2 - Todas as crianças que nascessem, a partir de hoje, teriam assegurada uma mesada, generosa, para gastos pessoais, e, era-lhes, imediatamente, atribuido um diploma do ensino obrigatório até ao décimo segundo ano;só para que não crescessem stressadas, nem com problemas com a escola, nem com  como pagarem as noites de borga e concertos a setenta euros o bilhete, no seu  futuro; nada de preocupações, das crianças, com nada que lhes desse trabalho.

- 3 - Todas as mulheres e todos os homens - adultos - teriam que, pelo menos uma vez na vida, ter um casamento gay e um hetero, cada um deles com duração minima de um ano; isto seria para que soubessem, na amarra, o que os vários tipos de casamento custam a aguentar : sim, que ser mulher e viver com outra mulher, vinte e quatro horas por dia, não é, de certeza, a mesma coisa que viver vinte e quatro horas dia, com um homem!... (Julgo eu que ainda só me casei  uma vez e foi casamento hetero e não resultou e nem fiquei fã...) E ser homem e viver com um homem, ou viver  com uma mulher, também não é, de certeza, igual... Ao fim desses dois anos poderiam descasar-se, para sempre, ou casar com quem quisessem; ou suicidar-se ou viverem sozinhos e fazerem croché... 

E pronto! Para começar seriam estas as minhas três «preocupações» primeiras,... e o meu contributo, para que o mundo de desconchavo em que somos obrigados a viver, se endireitasse, alguma coisa, caso isso ainda seja possível!

- Pelo menos seria tudo mais colorido, mais experienciado; e mais verdadeiro e louco, até dizer chega!

sinto-me: enlouquecida...
publicado por mcm às 12:31
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Domingo, 6 de Junho de 2010

E em Portugal?...

Clicar aqui, por favor: 

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/toyota-directores-devolvem-178-milhoes-de-euros

 

Para quando em Portugal, país aonde todos os dias há «"peques" à la carte,» veremos algum dos que contribuiram, activamente, com a sua incompetência, para a derrocada económica em que nos encontramos, devolver os chorudos prémios, a que diz ter tido direito  e que não podia ter recebido porque  as empresas estão todas, dizem,  K.O - a fecharem e a despedirem ou a deslocalizarem-se?

Se os gestores têm prémios e bonus de desempenho, as empresas respectivas que gerem, deveriam ter grandes lucros, muitos postos de trabalho bem remunerado, e a nossa economia deveria estar "supimpa"com os impostos descerem e a população a viver desafogada.

Alguém aqui vê alguma destas coisas a acontecer?

- Não.

Só que Portugal tem muita gente, em locais poder, que entende que as empresas que gere são dele.

É só vermos, por exemplo, referirem-se a António Mexia como o «patrão da EDP»  e outros que tal a mesma coisa.

A EDP, que eu saiba, não é de António Mexia. Lá ele é um «empregado».

Quando eu aprendi o significado de «patrão» era dito no dicionário que o patrão era o dono...

Aceito, nas calmas, que digam o "Engenheiro Belmiro de Azevedo - o patrão da SONAE", pois que ele é o dono da SONAE. O resto são tretas de deslumbrados do poder que deram no que vemos, temos e aguentamos... Vá-se lá saber até quando!

sinto-me: lúcida
publicado por mcm às 13:47
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Sábado, 5 de Junho de 2010

O sucesso dos «trolhas»...

 

Há canções que nos acompanham por toda a nossa vida. « Blue moon» é uma dessas canções que "carrego" comigo, para todo lado.

- Nas horas românticas; nas horas nostálgicas; nas horas ruins; nas horas sem sal; nas horas salgadas; nas horas cheirosas e nas horas que fedem a desolação.

Rod Stewart é um grande intérprete e um grande cantor.

Aqui vos fica, com votos de bom-dia e que o video, maravilhoso, vos complemente este agradável momento que, espero eu, vos alegre este Sábado... que, para mim, já começou mal...

- Enquanto tomava café esta manhã, bateram-me no carro e fizeram de conta que nada aconteceu... Rasparam-se!

Dei pelo estrago porque a porta não abria bem, quando quis entrar, para me ir embora dali!

Coisas do nosso desgraçado povo, e do qual, nestas horas, sinto vergonha e gostava de estar bem longe. Muito longe! Num País de gente civilizada e de boa moral. 

Mas é o que temos e nada há a fazer.

A cultura do «chico esperto» é uma instituição nacional:

- Agora promovida, até, pelo Ministério da Educação, que deixa alunos que andaram no fórróbódó nas escolas, galgarem do oitavo para o décimo ano, fazendo pelo meio um exame «manhoso», que servirá para branquear a sua incompetência nas aquisições das matérias escolares, que os outros passaram um ano de aulas, inteiro, para a aprenderem e cimentarem nas suas cabeças...

- Uma rasca e bizarra maneira de promover o «sucesso» educativo.

O sucesso dos «trolhas» deste País - especialistas em "salto à Vara" e "xico-espertíce" e que dá no que vemos e temos.

Um País em que dez por cento trabalham, com profissionalismo, afinco e sabedoria, e pagam impostos, para que quase todo o resto ande a flanar e a praticar o seu desporto favorito:

- «Fazer pontes» e esquemas vários de saque, como a obtenção de habilitações académicas que não valem um chavo. Uma verdadeira aldrabíce!

Somos um país de «trolhas» diplomados em "galgas" e sem qualquer espécie de salvação.

sinto-me: lá aquelas coisas...
publicado por mcm às 10:32
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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010

A cultura do cinismo...

Conto-vos hoje aqui, uma história verdadeira passada há dias, comigo, e que me deixou triste e mais coisas... e que foi assim:

- Comprara, em Janeiro passado, uns bilhetes, para, em treze de Maio, ir assistir, com meu filho, a um espectáculo de bailado ao Coliseu dos Recreios...

Por motivos de doença gravíssima e prognóstico muito reservado, de uma pessoa muito próxima, decidimos ambos que não tínhamos capacidade anímica para irmos ao dito espectáculo.

- Os bilhetes tinham-me custado, os dois, noventa euros.

Acontece que nessa mesma tarde, em que decidimos não ir, e sendo a véspera, já, do Bailado, eu encontrei uma «amiga,» pessoa que, por várias vezes, me havia confessado gostar destes espectáculos e que sei tem posses para, assim de repente, poder decidir ir... e falei com ela do assunto.

Contei-lhe do meu desgosto familiar e da impossibilidade em usar os bilhetes... tendo ela ficado de, à noite, falar com o marido e me telefonar a dizer do que decidiriam:

- Usarem ou não usarem os meus ingressos.

Eu até lhe disse que mandasse só msg a dizer se sim ou se não; e que no caso de que a resposta fosse sim, então no dia seguinte eu levaria os bilhetes, comigo, e deixava-lhos na recepção do Gym onde ela os poderia levantar e depois me daria o dinheiro...

- Ela insistiu em que me ligaria, em todo o caso, nessa mesma noite.

A noite passou, a manhã do dia seguinte também e, lá pelas cinco da tarde, e sem que nada de nada me tivesse dito, cruzei-me, então, com ela no ginásio e, com a maior cara de pau e sem se referir a nada de nada do episódio que aqui vos contei - e que é autêntico -  falou-me, afavelmente, como se tal episódio nunca existisse! Como se nada estivesse pendente ou em atraso da sua parte , para comigo!

Eu fiquei estupefacta e respondi-lhe com alguma frieza e educação circunstancial. Reagi, com uma gélida calma, ao seu cinismo cultivado...

Nós que falávamos e brincávamos, uma com a outra, sempre que nos encontrávamos, agora, já nunca mais o faremos. Não quero!

Passei a cumprimentá-la, somente, e não há mais conversa. Não consigo!

Por mim, fiquei elucidada de que não sei dar-me com gente desta e não quero proximidades.

Ps:

Sobre os bilhetes vos digo que acabei por já não os vender, pois não arranjei ânimo para tal.

Dobrei-os e guardei-os, após escrever no seu verso, o seguinte :

- “Não fomos!

Motivos - doença grave, no corpo de um familiar; doença incurável, da essência interior, de uma outra, para mim desconhecida, até ontem. O mundo que temos, ao redor de nós, é este.

- Nunca se é velho qb. para termos desilusões com as pessoas próximas.”

sinto-me:
publicado por mcm às 13:07
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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

AS MINHAS CANÇÕES (7)

 

Milva!

Igual a si própria...

- Poderosa; fantástica; sublime; única.

A sua voz faz-nos renascer para os temas que canta;

- Para a poesia; para os poetas; para os poemas; para a música; para a Vida ; para a Arte que é viver.

sinto-me: com poemas na cabeça...
publicado por mcm às 17:35
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A importância de saber dizer não...

Celebra-se hoje o Dia da Criança. Celebra-se, portanto, o nosso Futuro!

Não é fácil ser-se criança, hoje em dia, nesta sociedade de consumo e da velocidade.

As crianças, a sua maior parte, são criadas com tudo de material e quase sem nada daquilo que realmente as faz feliz, e que é e a saber:

- A companhia dos pais com maior permanência ao seu lado; e quem, com propriedade, lhes saiba dizer «não,» na hora certa.

Ser assertivo com uma criança é saber dizer-lhe não, sem levantar a voz, sem ser agressivo com ela e sem ter medo de que ela nos rejeite ou nos «puna» por isso, com o seu momentâneo desdém.

Um verdadeiro educador - pais ou avós ou outros, como os professores - tem o dever de saber ser assertivo com uma criança.

Tem o dever de levar a criança a saber ter limites e a controlar os seus desejos.

Tem o dever de ser o máximo de carinhoso e o máximo de protector, com a criança que está a educar.

- E isso engloba que, na hora certa, saiba dizer-lhe não e saiba explicar-lhe, sem dramas, que esse «não» é próprio e é necessário, para que cresça bem e se transforme num adulto harmonioso. Num "Ser" feliz, como ela e todos o desejam e querem.

 

Ps: Parabéns para todos os bons pais, bons educadores e, especialmente, para todas as Crianças, neste dia em que se celebra o Futuro, do nosso Mundo, tão encalhado em controvérsias, de todo o teor.

Muitos e sinceros PARABÉNS.

sinto-me: a brindar a todas as crianças
publicado por mcm às 11:02
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