Domingo, 23 de Maio de 2010

Frases dos outros...

 

"Exagerado"?...

 

"Tornar obrigatória a educação sexual resume-se a dizer: forniquem à vontade."

 

D. Duarte Pio

 

( Revista Única - jornal Expresso desta semana.)

sinto-me:
publicado por mcm às 16:24
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As «minhas» almôndegas...

Hoje fiz almôndegas e correu-me bem...

Comecei por picar um pouco de cebola e um dente de alho e coloquei tudo dentro do tacho - aonde já tinha, antes, deitado o azeite, a cobrir o fundo.

Deixei refugar um pouco e deitei uma lata pequena de tomate em calda, lá para dentro.

Deixei misturar os ingredientes, uns com os outros, sempre a mexer com a colher de pau e, enquanto ia tudo cozendo mais um pouco, anexei um caldo knorr de carne e  uma pitada de piripiri e um pouquinho de água.

Quando já estava um molho mesmo fixe e bem espesso, deitei as queridas almôndegas, (que previamente mandara fazer no talho, aonde me costumo abastecer) com muita ternura e deixei ferver cinco minutos, com a tampa aberta...

Deitei salsa picada e sal qb e dei mais uma mexidela naquilo tudo; com carinho e cuidados redobrados, para não desfazer nenhuma delas.

Provei e soube-me bem.

 

Ps:1- Liguei depois para casa de uma amiga para saber se estaria tudo bem feito com as «minhas» almôndegas.

Ela disse-me que sim

Fiquei contente e logo, mais à noite, serão o nosso jantar de domingo - com esparguete cozida e uma salada de alface. 

Sobre as entradas ainda vou pensar...e a sobremesa serão morangos ao natural.

 

Ps:2- Poderá parecer-vos banal esta receita, mas é uma "grande" vitória minha, nas lides culinárias.

 

sinto-me: divertida e tótó...
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publicado por mcm às 13:18
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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010

"Eles não ligam p`rá gente..."

 

Foi muita pena a sua morte tão súbita e tão mal explicada... Principalmente porque no filme feito com as gravações dos seus ensaios para os concertos que iria dar em Londres, ele mostrava-se em grande forma - fisica e mental.

sinto-me: a divagar...
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publicado por mcm às 19:00
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Diário de Rita.. desilusões...

...

E sem querer pensar em mais nada, atirou-se para cima do sofá e deixou-se ficar, ali, quieta e sonolenta... com os olhos em ponto morto:

- Absorta! Quase inerte - física e mentalmente.

Dormitou; dormiu; acordou,... (cheia de dores de cabeça e moleza no corpo todo.)

Entretanto ia pensando - muito lentamente e enquanto tentava levantar-se - naquilo que se passara, poucas horas antes, consigo.

- Uma coisa reles; baixa; vulgar.

Chegou a uma conclusão:

- Fizera mal em não lhe ter dado um grande e fantástico safanão... ou, talvez, se tivesse tido coragem, duas lambadas naquela cara deslavada.

Aquelas sórdidas e abomináveis insinuações de exigências sexuais, (tipo disfarçado a fingir-se de modernaço e muito liberal) eram uma mesquinhez e uma porcaria que lhe fizera mal à cabeça e lhe dava, ainda agora, voltas ao estômago. Uma náusea completa.

Mas pronto! Já estava em sua casa, sossegada, e pensava para si, que o mundo não se acaba lá porque alguém nos desiludiu.

As desilusões são como as dores  de dentes, de cabeça, de ossos:

- Tratam-se e esquecem-se... até que haja uma próxima.

Há sempre uma próxima!

...

Ps: Rita só pousou o seu diário depois de escrever, ainda, mais o seguinte:

- Alguns homens, em matéria de sexo, precisavam de fazer uma reeducação integral do seu carácter. Precisavam de ter alguns valores, para poderem ser tidos em boa conta e como pessoas de bem.

Assim não dá.

...

sinto-me: a desbroncar...
publicado por mcm às 13:15
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Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Sem fé...

Escuto Pacheco Pereira; escuto Mota Amaral; escuto Francisco Assis...

Um diz; outro impede; o outro nega...

Eu que os escuto aos três, sobre o mesmo assunto, penso assim:

- Não nos salvamos pela fé.

Só nos salvaremos pelo humor.

Ou, como canta o Palma:

- "Deixa-me rir..."

 

Ps. Penso que o Pacheco Pereira deve estar a cantar aquela assim:

- "vemos, ouvimos e lemos; não podemos ignorar"...

sinto-me:
publicado por mcm às 18:48
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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

As minhas pequenas alegrias...

 

Evasões:

...; ouvir uma boa música; ler um poema; não pensar por breves instantes; ser; dormir; cheirar um perfume masculino; colocar a minha àgua de colónia Paco Rabanne; comer uma maçã golden starking;  deitar-me ao sol de barriga para o ar; não ter horas para nada; beber um vinho gelado e branco; sentir uma mão em cima da minha; deixar-me levar...

sinto-me: a futilizar...
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publicado por mcm às 19:46
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HÁ DIAS EM QUE PENSO ASSIM...

 

Basta um pequeno desconforto, uma pequena dor, para nos tirar a alegria... e nos fazer pensar só cinzento.

Tomamos um comprimido e achamos que depois tudo voltará ao normal:

- Que se há sol vemos o sol;

- Que se não há sol o veremos, ainda assim.

Mas um pequeno desconforto fisico repercute-se, negativamente, na forma como nos encaramos e vemos os outros.

Hoje tudo me parece sem graça; cansativo; estúpido; chuvoso; à beira de um qualquer buraco aonde, todos se poderiam desintegrar e deixar-me em paz e a sós comigo. Não lhes sentiria a falta e sentir-me-ia aliviada!

Hoje ainda me dói um dente. Estupidamente!

- Que teima em comportar-se com rebeldia e que me deixa desta forma - sem graça e sem paciência.

Há dias em que penso assim:

- Que vá tudo para Gabão!

Ao menos lá há casinos, aonde se ganha ou perde, tudo, ao jogo; e jogo é jogo:

- No money no funny...

Há dias só de futilidades a pairarem sobre a minha cabeça... e com pena minha não lhes consigo dar nenhuma atenção.

sinto-me:
publicado por mcm às 10:52
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Terça-feira, 18 de Maio de 2010

Ser velho é humilhante e é uma lástima...

Neste mundo em que somos feitos de “botox” e circunstância, em que temos pavor de dizer a idade e em falar da velhice, ninguém quer morrer e vive-se cada vez mais tempo.

A velhice é a velhice:

- Redução de viço e vigor! Beleza e faculdades!

Ficamos velhos, todos os dias, mas insistimos em o negar. É humano!

Eu farto-me de rir com aquelas pessoas que afirmam que aos setenta anos se sentem melhor que aos vinte; porque me lembro de um senhor que sobre isto mesmo argumentava o seguinte:

- “Esses, aos vinte, então já eram velhos?...” ( e dava uma gargalhada)

Vem tudo isto a propósito da ideia, que a Santa Casa da Misericórdia lançou, nesta semana finda, da “adopção” de idosos, por pessoas que não sejam, de todo, familiares do mesmo... Com direito a remuneração e a uma parte da pensão desse idoso para si.

- Um aconchego na carteira, nestes tempos dificeis: de desemprego e falta de cash.

Desde que li a noticia tenho andado a pensar no assunto e concluí que não me seduz tal solução.

Ninguém “adopta” um velho, por espírito de altruísmo e generosidade. E a prová-lo está que a Santa Casa da Misericórdia acena com a remuneração aos “adoptantes”.

Ser velho não tem os encantos de ser-se criança. Há toda uma componente de limitações e desagrados que tornam muito difícil a tarefa de cuidar de um idoso não autonomizado. E a prová-lo estão os lares - bons e maus - atafulhados de pessoas idosas, que têm família, mas que não têm lugar no seio dessa família.

Muitos pagam para se verem “livres” deste problema. Preferem que o familiar idoso esteja aos cuidados de um lar e desfazem-se em cortesias quando, de vez em quando, por lá passam a cumprir a “desobriga” de limpar a consciência pesada pelo abandono.

Ser velho é ter direito a ter paz, tranquilidade afectiva, a gerir o seu dinheiro e a ser tratado condignamente.

Ser velho já é demasiado humilhante e lastimoso, só por si, para que no fim do seu percurso de vida  se vá ter que aprender a lidar com uns “novos pais” que, ao contrário de qualquer pai decente precisa de um ordenado para “criar” esse “filho” “adoptado”!

Toda esta ideia não me agrada e provoca-me repulsa.

- Mas também não sei o que se faça com tantos velhos, que a nossa sociedade tem, que deve cuidar bem, já que foram eles que trabalharam para que nós estejamos agora aqui a falar deles e a lamentá-los e as familias não querem ou não podem tratar.

E é por isso que eu concluo:

- Ser velho, hoje em dia, é mesmo  muito, muito triste. É uma humilhação que nos espera a todos, os que vivermos tempo suficiente.

sinto-me: a dizer coisas...
publicado por mcm às 12:35
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Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

Desinteresse...

Não me sinto nada motivada para escrever, aqui,  seja o que for... Estou desinteressada das minhas evasões...

E assim, desta forma, vos comunico que sem motivação nada feito!

- Não mexo uma ideia; não teclo um pensamento; não partilho uma linha; não comunico um resquício de alegria genuína, bem minha e que vos poderia animar, quem sabe, um pouquinho que fosse...! Mas... não posso. Não me sinto motivada para o fazer.

Talvez logo!

Talvez àmanhã!

Talvez daqui a pouco! Logo se verá...

Agora, neste exacto momento, penso em coisas muito importantes e que me absorvem por inteiro; que requerem muita da minha concentração e capacidade de boa decisão, para que se resolvam bem e em tempo útil.

- Agora digo-vos só um cordial "Olá"...

Fiquem todos muito bem e lutem.

- Nada mais triste que a resignação, seja ela pelo que for e àquilo que for.

Que ao menos não percamos essa faculdade:

- A capacidade de lutarmos por nós próprios.

sinto-me:
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publicado por mcm às 13:38
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Domingo, 16 de Maio de 2010

Coisas felizes...

 

Por vezes apetece-me falar só de coisas felizes e que me inebriam.

- Das músicas que me invadem a alma; dos instrumentos musicais que me inspiram; dos quadros que me transportam para mundos diversos; dos sons do silêncio que me preenchem; das pessoas que me trazem paz; dos campos luxuriantes e das serras altaneiras e escarpadas que me trazem a liberdade; das orlas do mar que me dizem que há limites; das gaivotas sobrevoando os barcos de pesca ao entardecer; da estética dos telhados de Lisboa; dos jacarandá em flor no Parque Eduardo Sétimo; das janelas com vasos floridos, no seu peitoril ou na sacada,... com gatos pachorrentos a assomar-lhes por detrás...

Mas por um qualquer motivo que me escapa ao controlo, não tenho dentro em mim a felicidade e leveza suficientes, para vos falar de coisas assim: só leves, boas e que me causam um enorme e infinito bem-estar. Sinto até um certo pudor em o fazer!

Talvez que o que me iniba, tenha mais que ver com a tristeza que sei nos outros, que a que eu sinto, realmente em mim: de mim.

Ninguém consciente consegue ser feliz sozinho... enquanto à sua volta quase tudo se desmorona e escaca ou implode. Enquanto tantos sofrem até mais não aguentar: e aguentam!

Ou, ainda, como escreveu alguém muito acertadamente:

-" Nenhum Homem é uma Ilha"...

Somos de um todo e por mais que nos queiramos auto-excluir de lá, acabamos sempre a  ser afectados pelo que nos rodeia e lá se passa. Somos condicionados por isso... 

E ainda bem, pois é sinal que sentimos alguma coisa pelo nosso semelhante.

- Ainda bem!

sinto-me: a contar coisas...
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publicado por mcm às 14:09
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Sábado, 15 de Maio de 2010

« Adeus » com tristeza no olhar...

O Papa Bento XVI esteve cá, connosco, três dias, nesta semana que finda... e, à despedida, disse-nos em tom de consideração e regozijo, pelo bom acolhimento que lhe démos, "Adeus"! Mas senti-lhe uma imensa tristeza no olhar... Talvez porque intuía que, com os seus oitenta e três anos de idade, muito certamente, para ele era mesmo um "adeus" definitivo

Adeus é uma forma de despedida que pressupõe uma partida, mas que para a qual não se prevê um regresso breve, ao sítio que deixamos para trás...

Adeus é o mesmo que até um dia! É uma forma radical e definitiva de partir...

Os nossos marinheiros, quando nas suas frágeis caravelas navegaram à descoberta de novos mundos, deixavam os seus filhos e mulheres no cais, a chorar, e todos  diziam  uns aos outros "adeus"... na incerteza de um regresso... Na incerteza da volta a esse mesmo cais...

O Papa quis homenagear-nos dizendo a nossa clássica palavra de despedida, mas eu gostava mais que ele tivesse dito:

- Ficai com Deus! Até breve.

Até porque deve ser muito duro despedir-mo-nos, aos poucos, dos sítios aonde por momentos fomos felizes: por limite de idade ou por impossibilidade fisica.

Notei no olhar terno do Papa Bento  a lucidez dessa triste realidade.

 

Ps: 1- Claro que "Adeus" também pode ser entendido como "ficai com Deus", mas não é o sentido que nós lhe atribuímos quando empregamos esta forma de nos despedirmos de alguém.

 

Ps: 2 - Também Pina Baush igualmente alemã aquando da sua última vinda ao CCB, pouco tempo antes de morrer, se despediu de nós com um "Adeus" e no próprio bailado ela introduziu essa forma de cumprimento como homenagem às nossas gentes...

sinto-me: de passagem...
publicado por mcm às 19:31
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Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

O homem da tanga...

 

Ontem, no ginásio que frequento e que até é bastante bom, (se comparado com outros que conheço e conheci) aconteceu esta cena, que me deixou perplexa e confusa e que vos aqui vou contar:

- Estava eu treinando e mais as outras pessoas que faziam o mesmo, quando entra no GYM um matulão, estilo Fredy Mercury, antes de adoecer e que vestia uns shorts de ganga, super hiper reduzidos e justos, e uma camisola de alças, preta! Ostentava ainda, nas partes expostas, que eram quase todas, algumas horríveis tatuagens.

E como se isto não bastasse, sempre que se sentava num aparelho, para fazer um exercício, o rabo ficava, o mais possível ao léu, e divisava-se o que parecia ser uma tanga, de fio dental, vermelha, a assomar, muito lá para baixo e para o fundo!!!!...

Todos íamos olhando, de soslaio, aquele look mais que duvidoso e ninguém conseguia desviar os olhos do homem da tanga:

- Uns, como eu, com reprovação estética;

- Outros, (não outras) com atitudes de conquista nos olhares.

E é assim que as coisas se passam, com os homens, hoje em dia.

- A maior parte deixam-me a duvidar daquilo que realmente pretendem ou querem. Estão numa linha de fronteira que me ultrapassa e escapa...

Mas uma coisa eu já sei.

- As mulheres, para a maior parte deles, não lhes interessam para nada.

sinto-me: ui...ui...ui...
publicado por mcm às 13:10
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