Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Taras e tarados...(3)

Ontem, ouvi na rádio, o Professor Júlio Machado Vaz, falar com uma jornalista, acerca de um caso que achei algo escabroso.

- Um homem, na casa dos cinquenta anos, começa a frequentar salas de Chat na net, vicia-se a tal ponto, que fica dependente. Como o dinheiro se ia todo para isso, começou a assaltar bancos, tendo perpetrado vinte e seis assaltos, sendo que, por vezes, só “lucrava” uns míseros euros na operação de assalto... Chegou a levar dez euros!... Era o que havia, no momento.

- Como qualquer drogado, dependente, assaltava pelo que fosse...

Mais se dizia, nesse programa da Antena um, que o dito senhor, é português, vive em Portugal e que, nos dias em que fazia assaltos, não ia trabalhar e justificava a falta por outros motivos, metendo um dia de férias. (Ficava-lhe bem!)

Foi ainda revelado que, o senhor em questão, chegou a ter um filho, extra matrimonial, com uma das meninas/ senhoras com quem passava os dias a falar e a “engatar” na net. O paleio devia ser bem sugestivo, pois que para passar do virtual ao factual e ainda fazer um filho, julgo ser-se obrigado a ter algumas credenciais na matéria, sendo que a matéria, aqui, é paleio de engate.

De facto, estamos habituados a ouvir as pessoas queixarem-se de que os homens passam o tempo no computador! Isolados!

Eu própria, tenho amigas que se me lamentam de que os seus homens, “estão, noite adentro, sempre ligados e a fazerem não sei o quê no computador” e que quando elas aparecem por perto, eles se mostram desagradados com a sua presença.

Há tempos, uma até me disse que, quando ela entra no escritório dele, sem bater, ele fica tâo furioso que quase a manda sair... e que por vezes, fecha-se à chave por dentro!

- Bizarro e humilhante, para quem partilha uma casa, uma cama e um projecto de vida em comum!

Nesta estória que aqui relatei, porque a ouvi dissecar por um sexólogo,(com quem não concordei), o que para mim é evidente, é que, não são só os homens que são tarados e dependentes de salas de Chat. Se eles lá estão é porque lá encontram mulheres disponíveis para esses “encontros”... o que para mim é revelador, de que para um tarado na sala de chat, existe sempre, uma tarada à altura.

 

Ouvir aqui "O amor é"... com JMV 

 http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/amor-e/?k=Programa-de-2009-05-06.rtp&post=10141

sinto-me: OK!
publicado por mcm às 12:58
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Parabéns Portugal Telecom (PT)...

Finalmente!

Durante anos, recebi telefonemas da PT, oferecendo-me serviços, para eu pagar – claro – e, a minha reacção com as pessoas que me contactaram, foi sempre, insatisfatória.

- Pertenço a uma geração em que a educação é para levar a sério!

Não aceito que, liguem para minha casa, para o meu TLM e, seja a que hora for, me tratem por:

- Dona Maria ou Dona Maria Morais...

No primeiro caso, digo imediatamente, que dona Maria é, a minha mulher-a-dias e o no segundo caso, não gosto e como tal, passado o primeiro segundo, desligo invocando que não posso atender.

Eu fui ensinada a tratar as pessoas por Sra. Dona ou Senhora... Não aceito outros tratamentos... mais revolucionários...

Hoje, pela primeira vez, fui contactada por alguém da PT, que me tratou como deve ser:

- “Estou a falar com a SRA. Dona ... “?

Eu atendi bem o profissional que me ligou, não aceitei a proposta que me fez porque me não agradou – dela falarei amanhã – e dei os parabéns ao jovem que comigo falou, dizendo-lhe isto que aqui vos deixo relatado.

Este tratamento execrável, por dona Maria, exaspera-me.

Já vai sendo tempo, de se voltar às boas maneiras, já que os princípios, andam pelas ruas da amargura...

 

Ps: A Portugal Telecom, que se quer afirmar como a maior empresa de telecomunicações do nosso país, não perdia nada em fazer cursos ao seu pessoal, nestas áreas.

- Era certamente, uma mais valia, e, marcava a diferença, pela positiva.

Até o mundo, em geral, beneficiava.

 

 

sinto-me: bem
publicado por mcm às 21:21
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Divagando...

Agora que os dias, são tão escuros como as noites, em que quais escravos de nós, deambulamos pelos infernos da nossa mísera condição de consumidores falidos; agora, que os empregos são cada vez mais «um presente» que só uns poucos obtêm, agora, que os dias são todos só iguais às noites; de suspiros e anseios, pois que:

- Sem dinheiro no bolso, não há luz que nos alumie a mesa dos “manjares opíparos” em que nos banqueteámos anos a fio, com dinheiro que já não era nosso... Somos uma sociedade de glutões... frustrados...

Agora, que os dias são todos iguais; escuros e frios como as noites:

- Tempo inútil que não sabemos como gastar, usar, exibir ou ostentar, pois "O Consumo" era o nosso deus...

Agora como é?...

-Também já não acreditamos na nossa eternidade.

Não temos, não somos, não existimos!

 

 

sinto-me: bem
publicado por mcm às 08:13
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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Coisas para «saborear»... devagar!

 

 

 

Um pôr de sol! Sempre...

Uma palmeira que resiste a um vendaval... a custo!

Um ou dois pastéis de nata com canela... de vez em quando!

Um beijo repenicado, de uma criança mimalha...

Um amigo que saiba conversar... sem pressas nem horas!

Um Amor verdadeiro!

Um discurso que anuncie o ansiado fim da “crise” em Portugal...

Um livro imensamente bem escrito...

Uma sinfonia de Beethovan... bem regida e bem executada...

Uma bela foto que nos prenda o olhar!

 

 

sinto-me: em paz
publicado por mcm às 19:09
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Os jovens, perante a morte, de outros jovens...

Ser jovem é ter uma vida inteira para viver:

- Com alegrias, com surpresas, com sucessos! Nunca se pensa no amanhã nem no sofrimento; são coisas para velhos, ou inexistentes!

Quando se é jovem, muito jovem, raramente se pensa na nossa inevitável finitude. Não é normal!

Quando se é jovem nunca, mas nunca, sequer, se entende bem, a doença dos outros.

 - Pensa-se que não é tão grave ou tão diminuidora como, os que estão doentes, a descrevem. Ás vezes duvida-se, até, que estejam doentes! Não por maldade ou desconfiança, mas por incapacidade, por falta de compreensão de uma coisa que nos ultrapassa, pois ser jovem é, também, ter saúde e não enfrentar limitações físicas.

Ontem, pelo final do dia, fui dar um pouco de apoio – se isso é possível – aos familiares de uma jovem, de vinte e um anos, que de uma forma inesperada «partiu» para sempre, sábado passado.

Lá chegada, deparei-me com um mar de juventude.

- Eram muitos e muitas que quiseram acompanhar os últimos momentos da F. entre nós.

Eu fico sempre muito perturbada nestes momentos e após os cumprimentos necessários de pêsames, ponho-me isolada e sem conversas com ninguém; em total recolhimento.

Mas ontem, eu fiquei impressionada com o ar de sofrimento, de vazio, de surpresa má, que aqueles jovens exibiam nos seus rostos. Não me concentrei! Não pude, não consegui.

- Muitos choravam, muitos andavam de um lado para o outro sem conseguirem parar um segundo e, alguns, poucos, estavam sentados, olhando para o chão e absortos. Não conversavam sequer uns com os outros. Pareciam "pintaínhos" a quem subtrairam algum da sua ninhada...

Vim-me embora, quando já não consegui aguentar mais, aquele tão triste momento. Era tudo muito, muito, muito triste, para mim.

- Gostava de conseguir fazer o que muitos fazem nesses sítios: falar de tudo com as pessoas que se encontram e que não vemos há mais tempo! Mas fico interiormente impossibilitada! Vim-me embora... e chorei muito antes de adormecer. Era o que me apeteceu.

- Só espero, que os lírios em botão que lá deixei, tenham aberto pela noite dentro e que hoje, na despedida da F., «lhe tenham dado um beijo de adeus» por mim...

 

 

sinto-me: solidária
publicado por mcm às 12:58
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Ele é mesmo um “doce”…

O meu sobrinho Rucas tem três anos e vive, com os pais e a irmã, no Porto.

De vez em quando, vem cá abaixo, passar uma semana com os avós e depois, todos nos deliciamos com a sua esperteza, traquinices e doçuras.

Ontem fui vê-lo!

- Levei-lhe dois carros de presente, pois é totalmente fanático por «Fórmula um»... Com três anos, sabe conversar imenso sobre marcas e pilotos! Tem fascínio pela alta velocidade e competitividade em pista.

Mas, aquilo que desta vez nele me fascinou foi o que aqui vos vou contar.

De repente, vira-se para o avô que estava a conversar e pede-lhe:

- Avô põe-te no chão para eu ir andar a cavalo em ti!

O avô respondeu-lhe, evadindo:

- Não posso, estou velho!

O Rucas, de imediato e com vós coloquial interpõe:

- Estás velho?!... Põe creme que ficas novo!

E pronto, aqui temos todos, uma boa receita para não envelhecermos, nunca jamais!

É acessível e, na mente do meu doce sobrinho, é a solução radical!

 

Ps:1- Quando me vim embora, veio com os avós à porta e deu-me um beijo, aproveitando para me dizer o seguinte:

- Vem cá outra vez amanhã e traz-me mais carros e uma pista...

2- Eu gosto imenso de crianças e aprecio a sua esperteza, misturada com a inocência que nestas idades, todas possuem.

Adoro o mais possível!

 

sinto-me: divertida
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publicado por mcm às 12:33
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Domingo, 3 de Maio de 2009

JOSÉ LUIS PEIXOTO

 
PALAVRAS PARA A MINHA MÃE

mãe, tenho pena. esperei sempre que entendesses
as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.
sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.

pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste
tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te
desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.

às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,
a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia
mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.

lê isto: mãe, amo-te.

eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não
escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que
não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não
as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.

José Luís Peixoto, A Casa, a Escuridão
 
sinto-me: ok.
publicado por mcm às 19:41
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Mães de filhos que o não foram - filhos «só» desejados...

Aquilo que para nós mulheres, em geral, é natural – sermos Mães – para algumas outras, pode virar só um desejo acalentado, primeiro; uma frustração acompanhada de muito sofrimento, depois.

- Há muitas Mães de filhos só desejados. Nunca conseguiram engravidar, ou concluir uma gestação até ao fim!

Submetem-se a uma infinidade de tratamentos bastante violentos, dão cabo, na maior parte das vezes dos seus relacionamentos amorosos e, no fim, continuam com grande sofrimento - umas - com uma enorme expectativa - outras - todos os meses, a aguardarem uma análise, na ânsia que seja desta, que a tal “cegonha” mágica deixou a “encomendinha” no seu óvulo... Mas nada acontece e assim sucessivamente...

- Eu admiro estas Mães de filhos que o não foram - de filhos «só» desejados!

Elas vivem para eles como qualquer Mãe, só que, no seu “bercinho” vazio, está sempre e somente,, deitada – a expectativa, o desejo, e, em muitos casos a frustração.

Muitas nunca desistem. Muitas acabam por adoptar uma criança. Muitas ficam deprimidas e vivem obsessivamente para esses filhos que nunca nasceram. Muitas, choram lágrimas invisíveis, que lhes vincam e marcam o rosto.

- Raramente, alguém se lembra destas Mães!

Hoje, eu “mando” flores lindas e discretas, para essas Mães tão corajosas e heróicas.

Mando ainda, uma recomendação:

- Ser Mãe, é muito e importante, mas não é tudo!

- A Vida é vasta em oportunidades. Se uma falhar, temos que agarrar outras.

 

sinto-me: solidária
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publicado por mcm às 13:59
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Sábado, 2 de Maio de 2009

«Taras» e tarados (2)

Concluindo o Post (1) – Considerações ...

Aos catorze anos, qualquer menina que não tenha tido uma trajectória disruptiva do crescimento, é uma criança que divide os homens em duas classes:

- Os grandes, os mais velhos, são seus protectores e seus amigos.

- Os da sua idade ou um pouco mais, são os candidatos eventuais, a “seu” futuro Príncipe... Um deles poderá vir a sê-lo, se reunir condições! Logo, só os vê por esse prisma.

Uma menina a quem impõem uma violação destes modelos, fica sem dúvida alguma, com enormes reticências, durante muito tempo, em confiar-se a algum ser humano do sexo que a desiludiu.

- É um quebrar de encanto que não voltará a ser reposto! È um passar do espelho, mas aqui para o “País dos Horrores”!

É sair à força, do maravilhoso para o horrível, e isso tem custas elevadas no seu processo de crescimento afectivo.

Claro que tudo se esbate em termos de importância, com o passar do tempo! Se a criança aviltada for uma criança com capacidades psicológicas fortes e tiver à sua volta bons esteios familiares, onde se possa sentir segura, será tudo ultrapassado, mais tarde ou mais cedo, com relativo sucesso!

Mas, insisto:

- Qualquer criança, que tenha uma abordagem sexual abusiva, por alguém que ela não esperava o fizesse; sente uma mágoa enorme e perde em absoluto a confiança nas pessoas desse sexo, enquanto não se curar e, a sua capacidade para a espontaneidade – que qualquer criança na sua inocência transporta – fica suprimida, talvez, para a vida toda.

 

Famílias disruptivas...

http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol35/n4/159.htm

 

sinto-me: lúcida
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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

«Taras» e tarados (1)

Como sempre viera de fim-de-semana. Eram os dias felizes, em que aliviava da disciplina rígida do colégio e dos absorventes “calhamaços”- como todas por lá, chamavam aos «books».

O sábado passava a correr, já que andava num virote, por todo lado com o Pai:

- Eram as compras, eram as visitas, eram as passeatas, eram os almoços e jantares intermináveis, com pratos e pratinhos de coisas boas, que só de olhar ficava-se deliciado e, mal se dava conta, era hora de dormir!

Depois, domingo à tarde pelas cinco lanchava-se e, até ás dezanove em ponto tinha que entrar, novamente, no colégio...

Havia um amigo de seu Pai, casado e com uma filha da mesma idade que ela!

 - Eram tão amigas que por vezes até dormia em sua casa. Já eram ambas umas rapariguinhas de catorze anos, cheias de sonhos que contavam uma à outra pelas noites adentro!

De vez em quando, ele passou a vir sozinho, no domingo, pela hora do lanche, visitá-los! Lanchava também.

Um dia, o pai, que estava adoentado, pediu-lhe para ele, lhe fazer o favor de lhe levar a filha para o colégio.

- Eram sete quilómetros a percorrer de carro!

No percurso, ele pára o carro e, de rompante e inapropriadamente, agarra a miúda que lhe fora confiada e desata a beijá-la à bruta, na boca!

A menina, estupefacta, reagiu e só lhe dizia:

“ Vou dizer ao meu Pai”.

Ele parou e pediu para ela não contar. Implorou! Caiu em si.

Já no colégio, falou com uma Madre e combinaram em não contar nada ao Pai.

- “Poderia ser uma tragédia!” - disse-lhe.

Não contou. Pensou depois, que se o fizesse, seu Pai, seria capaz de o matar!

Ele não voltou a aparecer, na hora de lanche dos domingos, e ela jamais quis dormir em casa da sua amiga, que tinha um pai destes, sem o saber.

Toda a vida pensou que as taras ocultas daqueles em quem se confia, podem marcar-nos duma maneira drástica para toda a vida.

- São fardos que sem querermos, sem termos feito nada para isso, às vezes, somos obrigados a carregar, para todo sempre.

 Nota pessoal: È preciso sabermos muito bem a quem "confiamos" os nossos filhos. Seja para o que for.

 

sinto-me: lúcida
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